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Taça das Favelas Paraná 2023 terá 64 times; competição começa no dia 12

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O Paraná vai receber pelo quarto ano a Taça das Favelas, torneio de futebol amador criado em 2012. As disputas têm início no dia 12 de agosto, às 08h30, no estádio Pinhão, em São José dos Pinhais, na Grande Curitiba. A grande final será em 18 de novembro, às 14h, no estádio do Athletico Paranaense, em Curitiba.

A edição deste ano começou com 11.636 inscritos, mas 64 times vão disputar a taça no Paraná. No total, serão 12 grupos masculinos e quatro femininos, com 146 jogos até a grande final.

O lançamento da Taça das Favelas Paraná 2023 aconteceu nesta quinta-feira (3) em um grande evento realizado na Ópera de Arame, em Curitiba. Organizada pela Central Única das Favelas (CUFA), o evento tem o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria do Esporte, e faz parte do calendário oficial de eventos da Capital.

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“Acreditamos no potencial transformador deste competição e em como ela fortalece a inclusão e a diversidade do cenário esportivo”, afirmou o secretário estadual do Esporte, Helio Wirbiski. “O futebol tem o poder de unir as pessoas com alegria, e ver tantos jovens talentosos das comunidades se destacando é inspirador. É uma oportunidade única para todos se conectarem”.

Para o assessor técnico da Secretaria do Esporte, Ney Santos, o Paraná tem que se orgulhar com a evolução do evento de 2019 para 2023. “Na primeira edição não tínhamos sequer local para jogar. Hoje temos os campos da suburbana à disposição e a final na Arena da Baixada”, disse. “Convidamos a todos para participar e dar visibilidade para esse torneio tão importante”.

PRESENÇAS O lançamento da Taça das Favelas Paraná teve a presença do secretário estadual das Cidades, Eduardo Pimentel; do secretário municipal do Esporte, Carlos Eduardo Pijak; e do presidente da Central Única das Favelas (Cufa) no Paraná, José Campos Jardim, o Zé da Cufa.

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Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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