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Reforço nas estradas: DER/PR entrega 36 viaturas e 5 cães ao Batalhão de Polícia Rodoviária

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), realizou nesta segunda-feira (16) cerimônia de entrega de viaturas e cães farejadores ao Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) da Polícia Militar do Paraná (PMPR).

São 36 veículos no total, sendo 25 Renault Duster e 11 Chevrolet Trailblazer, com blindagem parcial, equipamentos de proteção, sinalização em LED e caracterização de acordo com a sua função. Seis das Trailblazers contam com receptáculo e climatização para transporte de cães policiais.

Junto com as novas viaturas, foram entregues cinco cães policiais treinados para farejar narcóticos e armamentos, que ajudarão o BPRv no combate ao tráfico nas rodovias paranaenses.

“Investimos milhões de reais em equipamentos para a Polícia Rodoviária, que serão inicialmente utilizados no Verão Maior Paraná, que será a maior temporada de todas, com milhões e milhões de paranaenses no Litoral” afirma o secretário da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex. “E temos os cães, um programa que vai ser ampliado pelo Governo do Paraná, com viaturas modificadas para transportá-los com segurança e conforto”.

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DER - ENTREGA DE CARROS

“É uma aquisição importantíssima, além de outras entregas que foram feitas para a PMPR, para o BPRV. E a aquisição destes cães é fundamental, uma vez que o Paraná é um eixo do tráfego de drogas, que vai para outros estados, para outros países” explica o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira. “Graças ao trabalho que a polícia tem feito, em especial o BRPv, o Paraná é um dos estados campeões na apreensão de maconha”.

As viaturas e cães policiais foram adquiridos pelo DER/PR utilizando recursos da fiscalização de trânsito realizada nas rodovias estaduais, possível por meio de convênio entre o DER/PR, SEIL e a Secretaria de Segurança Pública. “Nosso objetivo ao realizar a fiscalização em rodovias não é arrecadar, a arrecadação é uma consequência da fiscalização. E uma parte destes recursos transformamos em benefícios para os policiais que estão todos os dias nas rodovias, coibindo o excesso de velocidade e consequentemente reduzindo os acidentes”, explica o diretor-presidente do DER/PR, Fernando Furiatti.

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“Temos uma parceria de longa data entre o DER e o BPRv, com a fiscalização resultando na retirada de circulação de toneladas de drogas, e em menor número de mortes nas rodovias paranaenses, justamente devido a essa parceria”, afirma o subcomandante-geral da PMPR, coronel Paulo Henrique Semmer.

O Paraná conta com uma malha rodoviária estadual de mais de 10 mil quilômetros, atendida por agentes de trânsito do DER/PR e policiais militares do BRPv com ações de fiscalização do excesso de velocidade, excesso de peso em veículos pesados e de demais comportamentos irregulares e imprudentes que podem resultar em acidentes e perdas de vida, além de ações educativas e de prevenção.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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