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Potencial do agro paranaense deve ganhar ainda mais a vitrine, defende secretário

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O Brasil precisa unir forças para difundir a mensagem de que a produção agrícola nacional é sustentável e fundamental para a economia. Essa foi a defesa do secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, durante o painel “Resiliência dos Sistemas Alimentares: Fortalecer do Local para o Global”, que fez parte do 4º Fórum do Agronegócio, realizado em Londrina nesta segunda (18). O evento também contou com a participação do governador Ratinho Junior.

“Precisamos estar presentes em fóruns, em encontros internacionais, para mostrar de forma positiva, assertiva e competente que nós fazemos uma agropecuária de forma sustentável, que temos negócio relevante, importante, que gera oportunidades”, destacou Ortigara.

Para Ortigara, o Brasil tem dado uma resposta altamente positiva em pelo menos 40 cadeias alimentares. “Construímos um setor dinâmico, de ponta, e o conhecimento aplicado é o que explica nosso sucesso nos últimos anos”, afirmou.

Segundo ele, de tudo o que é produzido no campo, três quartos já têm a ver com ciência e conhecimento. “Produzir alimento é o nosso negócio e não há mais lugar para empirismo, pois precisamos olhar o consumidor com carinho e respeito e oferecer o que ele quer de nós, um alimento de qualidade e com capacidade competitiva”, reforçou.

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O secretário também defendeu que o País precisa fortalecer a agroindustrializacão, promovendo ainda mais o processamento dos alimentos e entregando menos matéria-prima. “Temos de agregar valor para chegar ao consumidor com a estratégia correta, ao mesmo tempo em que geramos riqueza, oportunidade de renda, de emprego, o que dinamiza a economia”, afirmou. “Eu enxergo um futuro brilhante se não errarmos a mão na política agrícola”.

O posicionamento foi apoiado pelo coordenador de Estudos do Agronegócio da FGV, Guilherme Soria Bastos, que acentuou a necessidade de o País conseguir avançar na sistematização de dados para serem apresentados de forma completa à sociedade. “Ter os dados agropecuários agregados e mostrar isso à sociedade é básico, porque isso vai ajudar a trabalhar melhor a nossa comunicação”, disse.

Participante do painel, o coordenador do Centro de Excelência contra a Fome e representante do Programa Mundial de Alimentos, das Nações Unidas, Daniel Balaban disse que 180 milhões de pessoas são alimentadas diariamente pelo programa, com investimento de U$ 20 bilhões. No entanto, o Brasil contribui com apenas 0,04% do total de alimento comprado. “O Brasil poderia participar mais desse sistema”, afirmou.

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Segundo ele, há bastante alimento brasileiro, mas vendido por uma empresa da Turquia, que ganha o leilão oferecendo preço mais baixo. “Imagina quanto paga para comprar do Brasil”, ponderou.

Balaban também instigou que os produtores e lideranças brasileiros participem mais de fóruns e debates internacionais. “Precisamos mostrar o que somos e tudo o que está acontecendo no Brasil”, disse.

O presidente da Sociedade Rural do Paraná, Marcelo Janene El-Kadri, anfitrião do encontro, destacou que o Brasil é competente desde o campo até o prato do consumidor. “Temos que divulgar bem aquilo que nós fazemos bem. O País produz com qualidade e quantidade. É a chave do nosso desenvolvimento”, afirmou.

PRESENÇAS – Também participaram do painel o diretor da Confederação Nacional da Agricultura, Bruno Lucchi, e o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, Alexandre Novachi. O debate foi coordenado pelo jornalista Cassiano Ribeiro, editor do Globo Rural e comentarista da Rádio CBN.

Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Com investimento de R$ 41 milhões, governador entrega novo Viaduto da PUC, em Londrina

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 O governador Carlos Massa Ratinho Junior entregou, neste sábado (5) o novo viaduto na BR-369, com acesso à Avenida Jockey Clube e Avenida das Indústrias, em Londrina, no Norte do Paraná. Conhecido como Viaduto da PUC, a estrutura soluciona um antigo gargalo viário da cidade, melhorando a saída para o município de Cambé e o fluxo decorrente da universidade. Ao todo, o Estado investiu R$ 41,5 milhões na obra.

A obra era esperada há anos pela população da cidade, que agora passa a trafegar pelo trecho com mais agilidade e segurança. “Estamos solucionando um problema histórico da região. São milhares de famílias que, todos os dias, terão um trajeto mais seguro e tranquilo. Além disso, esta obra ajuda as pessoas que estão indo trabalhar ou estudar a se deslocarem com mais rapidez. É um viaduto que impacta diretamente na qualidade de vida das pessoas”, disse o governador. 

Além de desafogar o trânsito de veículos que passam pela rodovia, a obra facilita significativamente o acesso à Pontifícia Universidade Católica (PUC) e agiliza a conexão com o município de Cambé e Rolândia, contribuindo para o desenvolvimento econômico e logístico regional.

A estrutura é composta por um viaduto tipo diamante que permite entrar e sair da BR-369 por meio de vias marginais, também ligadas às rotatórias, em ambos os sentidos da rodovia. O projeto contempla ainda a implantação de passeios nas marginais e embaixo do viaduto, garantindo mais segurança para pedestres. 

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“O viaduto da PUC é uma obra muito relevante em uma interseção com rodovia federal, mas que fica praticamente dentro da cidade que, historicamente, sempre teve muitos acidentes. Mas conseguimos entregar, dentro do prazo, uma solução de engenharia que resolve este problema”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

O trecho recebe diariamente um grande volume de tráfego, incluindo caminhões pesados, circulando entre Londrina e outras cidades da região, ligando a outras rodovias que se conectam com as regiões Oeste e Noroeste do Estado.

“Estamos muito satisfeitos de ver que o Estado, junto com as demais forças políticas da região, tem investido nas obras prioritárias para nossa cidade. Este viaduto vai melhorar a mobilidade urbana de Londrina e toda a região”, afirmou o prefeito de Londrina, Tiago Amaral.

PISO REGIONAL – Durante o evento, o governador Carlos Massa Ratinho Junior também destacou o decreto que institui o maior piso regional do Brasil. Assinado na sexta-feira (4), o documento estabelece valores que variam entre R$ 1.984,16 e R$ 2.275,36, divididos em quatro faixas salariais.

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“Estamos com os melhores índices de emprego da nossa história. Isso mostra o bom momento do Paraná. Com esta medida, reafirmamos o compromisso do Estado e do setor produtivo com o trabalhador paranaense, com o objetivo de levar mais renda e desenvolvimento socioeconômico a todo o Paraná”, afirmou Ratinho Junior.

O reajuste médio do salário mínimo do Paraná foi de 13%. Os novos valores são quase  50% superiores ao salário mínimo nacional. “Essa foi uma construção feita junto com o Conselho do Trabalho do Estado do Paraná, que valoriza os nossos trabalhadores e oxigena a nossa economia”, disse o secretário de Trabalho, Qualificação Profissional e Renda, Do Carmo.

PRESENÇAS – Também estiveram presentes o vice-governador Darci Piana; os secretários de Estado Norberto Ortigara (Fazenda), Márcio Nunes (Agricultura e Abastecimento), Alex Canziani (Inovação), Beto Preto (Saúde), Guto Silva (Cidades), Leonaldo Paranhos (Turismo), Ulisses Maia (Planejamento), coronel Marcos Tordoro (Casa Militar); o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado estadual Alexandre Curi; o deputado federal Luiz Carlos Hauly; 
os deputados estaduais Tercilio Turini, Cobra Reporter e Jairo Tamura; o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Marcelo Janene El-Kadre; e demais autoridades.

Fonte: Governo PR

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