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Mais de 5 mil pessoas são esperadas no Festival de Balonismo de Rio Branco do Ivaí

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Balões expositivos e de competição vão tomar os céus de Rio Branco do Ivaí, município localizado na região Central do Paraná, de sexta-feira a domingo (21 a 23). A 3ª edição do Festival de Balonismo integra o calendário turístico do Governo do Estado, acontece no Centro Poliesportivo do município e conta com voos, demonstrações e palestras, além de passeios para turistas e muita música.

Segundo a organização, a expectativa é que mais de cinco mil espectadores, entusiastas e turistas acompanhem a programação do evento. Os participantes também podem participar da 2ª Feira do MEI e Produtor Rural, que acontece em paralelo ao evento, no sábado e domingo ( 22 e 23). Com apoio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR), o evento promove exposição de produtos e serviços regionais, apresentações culturais e festival de música.

ATRAÇÕES – A programação deste ano do Festival de Balonismo conta com novas atrações relacionadas ao esporte, como o base jump (em que os paraquedistas saltam diretamente do balão) e demais apresentações e performances aéreas. O evento também vai promover palestras e explicações sobre o balonismo para alunos da rede municipal de ensino, além da tradicional apresentação dos pilotos com um voo inaugural.

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“Estamos falando de um evento que promove a economia da região com o turismo. A cidade recebe pessoas que precisam se hospedar, se alimentar, e que também aproveitam para conhecer os atrativos turísticos ao redor”, destacou o secretário do Turismo do Paraná, Márcio Nunes.

REGULAMENTAÇÃO  O Paraná é um dos sete destinos brasileiros que contam com órgãos próprios para organização de eventos ligados ao balonismo. Além da Federação Paranaense de Balonismo, também estão ativas as federações do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Mais informações sobre o esporte podem ser conferidas AQUI.

As federações são vinculadas à Confederação Brasileira de Balonismo (CBB), entidade responsável por organizar a logística e cuidar da parte técnica envolvendo campeonatos em território brasileiro. É função da Confederação Nacional a promoção e divulgação do balonismo, por meio da realização de eventos que priorizem a segurança do público, dos pilotos e do meio ambiente. 

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Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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