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Estão abertas as inscrições da 4ª Maratona Tech, maior torneio entre escolas do Brasil

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As inscrições para a 4ª Maratona Tech, considerada a maior competição tecnológica entre escolas no Brasil, que começaram no último dia 20 de maio, encerram em 4 de agosto. A ação, organizada pela Associação Cactus e Movimento Tech 2030, conta com o apoio da Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR). Na última edição da competição (em 2023) o engajamento das escolas estaduais do Paraná rendeu ao estado posição de destaque entre aqueles com maior número de participantes (203 mil alunos).

Participam anualmente da competição mais de 1 milhão de alunos de todo o País e, para este ano, a expectativa é de que 500 mil alunos da rede de ensino do Paraná participem da Maratona Tech.

Além da chance de figurar, novamente, entre os estados com maior número de estudantes, o Paraná será sede da cerimônia de premiação da Maratona Tech, prevista para o dia 27 de novembro, em Curitiba. No encerramento, os vencedores serão premiados com medalhas, notebooks, viagens, cursos e imersões tecnológicas em grandes empresas.

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“Eventos como a Maratona Tech não somente viabilizam o preenchimento de vagas de emprego que farão parte da sociedade futura, mas também capacitam os estudantes no conhecimento e acesso às oportunidades no mercado da tecnologia”, afirma o secretário da Educação, Roni Miranda.

INSCRIÇÕES – A inscrição na Maratona Tech 2024 deverá ser feita por professor(a), ou docente, representante da escola, por meio do preenchimento do Portal Olímpico Cactus. A escola deverá informar o respectivo código MEC/INEP, o qual será considerado seu número de identificação junto à Maratona Tech em todo o processo. As escolas com mais de uma filial e com códigos MEC/INEP diferentes deverão inscrever-se por código e não por rede. Após o cadastro no Portal, será enviado um e-mail de confirmação da inscrição.

A Maratona Tech será dividida em 3 etapas:

Fase 1 – Prevista para acontecer entre os dias 12 de agosto e 15 de setembro. Nesta etapa, os desafios (normalmente cases que demandem o desenvolvimento de soluções tecnológicas) serão lançados, por parte dos professores, ao estudantes. As equipes deverão explorar tecnologias para apresentarem a resolução dos problemas propostos. Por fim, os estudantes que se destacarem serão selecionados para representarem suas escolas na segunda fase da competição.

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Fase 2 – Desenvolvida entre os dias 30 de setembro a 13 de outubro, a segunda fase desafiará o conhecimento dos alunos, por meio da proposição de quizzes educativos, cujas respostas corretas renderão pontos. Os estudantes que alcançarem melhores pontuações vencerão a competição.

Fase 3 – Transmitida ao vivo, do Estado do Paraná para todo o Brasil, a cerimônia de premiação da Maratona Tech celebrará os vencedores que receberão prêmios pelo bom desempenho.

Acesse AQUI mais informações e o cronograma completo da Maratona Tech.

Fonte: Governo PR

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PGE do Paraná e AGU firmam parceria para impulsionar inovação na advocacia pública

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A Procuradoria-Geral do Estado do Paraná (PGE) e a Advocacia-Geral da União (AGU) formalizaram um Protocolo de Intenções para promover a cooperação mútua no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores. A parceria é uma ação estratégica para modernizar e otimizar a atuação da advocacia pública e visa impulsionar a transformação digital e o desenvolvimento de tecnologias jurídicas.

O acordo com a PGE do Paraná foi o primeiro deste tipo feito pelo órgão federal e contou com a articulação do Laboratório de Inovação da AGU (Labori). Está prevista uma série de ações conjuntas entre os órgãos. Inicialmente, serão realizadas reuniões técnicas para alinhar estratégias e identificar oportunidades de colaboração. Em um segundo momento, a parceria evoluirá para a realização de seminários especializados, com o objetivo de avaliar projetos específicos e formalizar instrumentos de cooperação mais robustos, como convênios e acordos.

“A integração entre AGU e PGE-PR é um marco importante para avançarmos no compartilhamento de infraestrutura na área de tecnologia.  A troca de conhecimento entre as instituições amplia a capacidade de fortalecer o ecossistema de inovação”, ressalta o procurador-geral do Estado do Paraná, Luciano Borges.

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Segundo Bruno Portela, coordenador do Labori, a parceria com a PGE-PR surgiu de uma agenda em Curitiba, onde o laboratório foi apresentado aos procuradores e gestores da Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Estado. A partir daí, se deu o interesse mútuo em estabelecer uma parceria.

“Nossa ideia é criar um espaço de cooperação e de troca, onde as duas instituições possam elaborar alternativas para problemas comuns da advocacia pública”, explica Portela, lembrando que desde janeiro a AGU passou a ser reconhecida como uma Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT), o que permite ao órgão condições especiais para firmar parcerias.

“Com o ICT, a Advocacia-Geral da União ganha uma modelagem institucional que nos dá mais flexibilidade na utilização dos instrumentos do Marco Legal de Ciência e Tecnologia, o que abre um leque de oportunidades para o compartilhamento de práticas com outros órgãos”, diz.

Assim como a AGU, a PGE-PR tem histórico em inovação. O órgão tem investido em projetos internos custeados pela secretaria estadual da Inovação do Estado. Um deles refere-se à implantação de Inteligência Artificial para atividades de representação judicial e consultoria jurídica da PGE.

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INTEGRAÇÃO – Acordo da PGE-PR acontece em um momento em que a AGU, por meio do Labori, passa a desempenhar um papel fundamental na coordenação de integração técnica e científica entre instituições jurídicas. Um exemplo é o projeto Caravanas de Inovação, que começa nesta segunda-feira (07), no Ceará. A ação leva às procuradorias estaduais e municipais qualificação e metodologias de gestão. A meta para 2025 é cobrir, pelo menos, nove estados brasileiros.

A ideia é criar uma rede nacional de laboratórios de inovação da advocacia pública que tem como objetivo conectar as diversas experiências de laboratórios jurídicos do Brasil, promovendo o intercâmbio de conhecimentos e a busca por soluções conjuntas. “Essa rede vai ajudar não só a gente a encontrar soluções que garantam segurança jurídica para estados e municípios, e evidentemente para a União, mas também buscar soluções tecnológicas para nossas atividades”, afirma Portela.

Fonte: Governo PR

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