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Especialistas discutem diagnósticos setoriais do PDUI da Grande Curitiba

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A Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep) avança mais um passo no processo de elaboração do Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUI) da Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Nesta quarta-feira (11), órgão realizou, em Curitiba, o Seminário Metropolitano de Planejamento – Síntese e Convergência dos Diagnósticos, que reuniu especialistas nesta área para discutir o PDUI da região.

“Estamos avançando neste trabalho importante e cada passo é muito valioso para que, junto com os municípios metropolitanos, possamos trabalhar na organização de ações que buscam impactar de forma positiva o desenvolvimento socioeconômico da nossa região”, afirmou o presidente da Amep, Gilson Santos.

Representantes do Consórcio PDUI-RMC Sustentável, responsável pela elaboração do plano, apresentaram os resultados da síntese dos diagnósticos setoriais e das convergências e divergências territoriais identificadas na região, além do macrozoneamento atual da RMC. “Com esta síntese, buscamos identificar as principais áreas de convergência e divergências, estabelecendo o cruzamento de informações entre as funções públicas de interesse comum e seus impactos territoriais na Região Metropolitana”, explicou Gustavo Taniguchi, coordenador-geral do Plano pelo Consórcio PDUI-RMC Sustentável.

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MESA TEMÁTICA – O PDUI da Região Metropolitana de Curitiba foi debatido, também, em uma mesa temática destinada a discutir o conteúdo, em especial as diretrizes de uso do solo, planejamento territorial e cenários futuros para o desenvolvimento da RMC. Os participantes do evento puderam enviar suas sugestões e formular perguntas para serem respondidas pelos especialistas que compunham a mesa temática.

Além dos técnicos que fazem parte do Consórcio, também participaram da mesa a professora Rosa Moura, geógrafa pela USP e doutora em Geografia pela UFPR; o professor Rafael Kalinoski, do Centro Universitário de Tecnologia de Curitiba e da Escola de Administração Pública da Prefeitura de Curitiba; o arquiteto e urbanista Clóvis Ultramari, professor da PUCPR e da UFPR.

A mediação foi conduzida por Millena Ribeiro dos Reis, coordenadora do Departamento de Pesquisa e Planejamento Metropolitano da Amep, e Raul de Oliveira Gradovski, especialista em Direito Ambiental e Urbanístico.

Fonte: Governo PR

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Servidores estaduais da Saúde recebem vacina da gripe e Covid-19

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) iniciou nesta sexta-feira (04) a imunização de seus servidores contra a Influenza e Covid-19. A ação aconteceu no prédio central da Sesa, em Curitiba e, se estenderá até a próxima semana nas 22 Regionais de Saúde do Paraná, no Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), na Central Estadual de Transplante do Paraná (CET) e no Centro Estadual de Saúde do Trabalhador (Cest). A orientação é para que os 6.200 servidores recebam as duas vacinas.  

Os profissionais da saúde fazem parte do grupo prioritário para imunização porque são mais expostos aos vírus. A Sesa segue as recomendações e orienta a vacinação para os públicos elencados como prioritários, conforme as diretrizes do Programa Nacional de Imunização (PNI).

“A exemplo da Sesa, orientamos as secretarias da saúde dos 399 municípios para que desenvolvam iniciativas que fortaleçam a adesão às vacinas. A medida é mais uma ação extramuro para reforçar a importância da vacina”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.  

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INFLUENZA – A campanha de vacinação contra a Influenza teve início no Paraná na terça-feira (1º). Até o momento, o Paraná recebeu 1,17 milhão de doses, já descentralizadas para as 22 Regionais de Saúde.

A vacinação contra a Influenza deve ser feita em crianças a partir de seis meses até menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes, trabalhadores da saúde, professores, forças de segurança, população privada de liberdade e pessoas com doenças crônicas ou deficiências, dentre outros.

COVID-19 – Fazem parte do público de rotina todas as crianças de 6 meses a menores de 5 anos; gestantes; quem tem 60 anos ou mais. Sendo assim, essas pessoas podem receber a dose da vacina contra a Covid-19 independentemente de campanhas em andamento. Já os grupos especiais são compostos por imunocomprometidos; puérperas (mulheres no período até 45 dias após o parto); trabalhadores da saúde e pessoas com deficiência permanente, por exemplo, além de outros grupos de maior vulnerabilidade.

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“Estamos com um aumento no número de casos e óbitos para Covid-19 neste ano. É de suma importância que os trabalhadores de saúde recebam a dose de reforço anualmente. Neste momento estamos facilitando o acesso à vacinação para que os servidores não precisem se deslocar às Unidades de Saúde”, explicou a coordenadora de Imunização da Sesa, Virgínia Dobkowski Franco dos Santos.

Fonte: Governo PR

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