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Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema vence o Prêmio ANA 2023

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O Comitê de Bacia Hidrográfica (CBH) do Rio Paranapanema, cuja gestão é compartilhada entre Paraná e São Paulo, venceu a 8ª edição do Prêmio Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) na categoria Organismos de Bacia. O destaque foi a série de reportagens sobre a água produzidas pelo colegiado (comitê) e disponibilizadas gratuitamente à população por meio do YouTube do CBH. A cerimônia de premiação ocorreu nesta quarta-feira (06), no Millennium Convention Center, em Brasília (DF).

A produção vencedora é focada na educação ambiental e teve início em 2021. São três edições – Reservatórios do Paranapanema, o Plano Integrado de Recursos Hídricos do Paranapanema e a Outorga de Direito de Uso da Água – que conversam entre si e baseadas em entrevistas com especialistas da área. O objetivo principal é passar para a população de forma didática e acessível todas as informações sobre como cuidar do rio que abastece os dois estados.

Presidente do CBH do Rio Paranapanema e diretor de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do Instituto Água e Terra (IAT), José Luiz Scroccaro esteve em Brasília para receber o prêmio. Segundo ele, a premiação é uma valorização para o comitê, que busca cativar a participação da população, seja integrando o órgão ou apenas colaborando em audiências públicas.

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“Nós capacitamos os membros dos comitês de bacia para que tenham um conhecimento do que é um comitê, e o mesmo acontece para pessoas externas que tenham interesse em conhecer mais sobre o trabalho. Mantemos também a divulgação de todas as nossas ações em redes sociais, o que deixa transparente as nossas ações. E essa opção foi premiada agora”, destaca Scroccaro.

“Sentimos a necessidade de trazer os membros do comitê, os usuários e a sociedade civil organizada junto conosco. E para motivar as pessoas em estar com a gente, elas precisam saber o que está acontecendo dentro do colegiado”, acrescenta.

PRÊMIO – O Prêmio ANA surgiu para promover o desenvolvimento sustentável no País ao reconhecer as iniciativas governamentais, empresariais e estudantis que promovam a segurança hídrica, a gestão e uso sustentável dos recursos hídricos e as atuações que efetivam a melhoria e ampliação de serviços públicos de saneamento básico. Esta foi a 8ª edição do evento.

REFERÊNCIA – O CBH do Rio Paranapanema foi destaque nacional em junho deste ano, quando o governo federal classificou a gestão compartilhada da Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema entre Paraná e São Paulo como referência para o País, ao unir esforços para preservar a mata ciliar e as nascentes dos rios, principalmente nos trechos que são mananciais.

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O IAT, autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), e o Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE), são órgãos gestores e responsáveis há 21 anos pelo comitê principal e seus seis subgrupos, voltados para os afluentes que integram o Paranapanema. O plenário do Comitê é composto por 50 membros titulares e 50 suplentes.

Para executar essas ações de preservação das bacias hidrográficas, os comitês realizam reuniões que estão previstas no plano de trabalho da Diretoria de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do Instituto Água e Terra (IAT), órgão executivo gestor do Sistema Estadual de Recursos Hídricos, que desempenha o papel de agência de água dentro dos comitês com o apoio técnico e financeiro, além de atuar na secretaria executiva.

Fonte: Governo PR

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Casa Fácil Paraná: 99 famílias de Maringá recebem as chaves em novo residencial

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A Cohapar entregou nesta sexta-feira (03) os imóveis para mais 99 famílias do Residencial Parque do Japão, em Maringá. Dentre os beneficiários, 64 deles receberam subsídio do Programa Casa Fácil para custeio do valor de entrada dos apartamentos. A obra de mais de R$ 19,6 milhões de investimentos é resultado da união entre Governo do Estado, Caixa Econômica Federal e Tecnológica Construções Civis Ltda.

O aporte de R$ 960 mil em recursos estaduais foi concedido para o atendimento do público com renda de até quatro salários mínimos e enquadrado aos critérios estabelecidos pelo programa. Os compradores também conseguem acessar outras vantagens, como descontos variáveis através do Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, e têm a possibilidade de usar o FGTS para redução do montante devido.

O Residencial Parque do Japão fica no Jardim Industrial, próximo a escolas, creche, mercado e demais conveniências, além ter fácil acesso ao centro de Maringá. Os apartamentos são divididos em duas torres, com um elevador em cada, de pavimento térreo e mais sete andares.

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Com quatro modelos diferentes de plantas arquitetônicas, de metragens entre 44,35 m² a 53,37 m², eles possuem dois dormitórios, sala, banheiro, cozinha com área de serviço integrada, sacada com churrasqueira e uma vaga de garagem. O empreendimento também dispõe de unidades com uma suíte.

Os imóveis são entregues com piso laminado na sala e quartos, revestimento cerâmico nas áreas molhadas, louças e bancada de granito no banheiro e tanque de mármore sintético. O condomínio oferece sistema de segurança com guarita e diversos espaços comuns de lazer, que incluem duas áreas gourmet com churrasqueira, piscinas adulto e infantil, academia, miniquadra de esportes e playground.

Com os incentivos governamentais, os financiamentos junto à Caixa Econômica Federal apresentam taxas de juros menores e valores de prestações mais acessíveis. Os novos proprietários pagarão parcelas a partir de R$ 800 mensais e os contratos podem ser liquidados no prazo de até 30 anos.

SONHO POSSÍVEL – Há vários anos na busca para ter um imóvel, a comerciante Érica Eliane da Silva, 47, viu o sonho se tornar concreto graças ao incentivo do Governo do Estado. Ela e a filha Isabela viviam em imóvel alugado, pagando R$ 1.800 mensais. Com a ajuda do Casa Fácil, o apartamento próprio custará bem menos e vai aliviar consideravelmente o orçamento no fim do mês.

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“Fazia bastante tempo que almejava por isso. Graças a Deus e com a ajuda da Cohapar eu consegui realizar esse sonho. Se não fosse esse subsídio, seria mais difícil. Com o apartamento vou pagar muito menos, uma prestação de R$ 1.000, e será meu”, frisou.

O recurso estadual também foi crucial para viabilizar a mudança de vida da agente de viagens Jéssica Sanches Nascimento, 30 anos, e do marido, Jorge Neto. Hoje eles deixam a residência cedida pelos familiares para morarem no próprio cantinho.

“O subsídio foi bastante importante, pois abaixou o valor do imóvel para gente conseguir o financiamento de acordo com a nossa renda mensal”, ponderou. “Foi muito tempo querendo esse apartamento, sonhando com ele. Agora são muitos planos”.

Fonte: Governo PR

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