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Soja segue para 3ª queda semanal com baixa demanda na China

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No início desta sexta-feira (07), a soja negociada na bolsa de Chicago tinha leve alta, mas seguia no caminho para uma terceira queda nesta semana, devido a desaceleração das compras da China, principal importador, e pelas expectativas de produção recorde no Brasil.

O contrato de soja mais ativo em Chicago estava subindo de 0,3%, a 13,6225 por bushel, apontando para perdas nas últimas três semanas para mais de 6%.

Neste mês, as importações de soja pela China devem cair para o menor nível em mais de dois anos, o que pode aumentar o aperto na oferta, agravando os problemas dos fabricantes de ração para suínos no país. A soja é um importante ingrediente da ração animal. 

De acordo com dois traders e Ole Houe, diretor de serviços de consultoria da corretora agrícola IKON Commodities em Sydney, as chegadas de soja no país asiático estão estimadas em aproximadamente 5 milhões de toneladas em outubro, número mais baixo desde março de 2020.

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Outro fator que vem pressionando o declínio semanal da soja, é a expectativa de um início promissor para a safra 2022/2023, com estimativa de um colheita recorde de 150,62 milhões de toneladas.

Fonte: AgroPlus

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AGRONEGÓCIO

Produção interna de fertilizantes aumentou 21,8% em janeiro

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Segundo dados divulgados pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), o estado que mais recebeu fertilizantes foi Mato Grosso, com 1 milhão de toneladas, representando 27,8% do total nacional. Outros estados com grande demanda foram Paraná (532 mil toneladas), Goiás (441 mil toneladas), Minas Gerais (364 mil toneladas) e São Paulo (321 mil toneladas).

Apesar da estabilidade no consumo, a produção nacional de fertilizantes intermediários apresentou um crescimento expressivo. Foram fabricadas 647 mil toneladas em janeiro, um aumento de 21,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a produção foi de 531 mil toneladas. Esse avanço na produção interna pode indicar um movimento de redução da dependência externa, ainda que as importações continuem tendo um papel fundamental no abastecimento do setor.

As importações de fertilizantes intermediários também cresceram no início do ano. Em janeiro de 2025, o Brasil importou 3 milhões de toneladas, uma alta de 2,5% na comparação com janeiro de 2024, quando as compras externas totalizaram 2,93 milhões de toneladas. O aumento das importações reforça a importância do comércio internacional para garantir o suprimento de insumos essenciais para o agronegócio brasileiro.

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O desempenho do mercado de fertilizantes no início de 2025 reflete um cenário de demanda constante e produção interna crescente, mas ainda com forte dependência das importações. A evolução dos preços internacionais, a taxa de câmbio e a logística de distribuição serão fatores determinantes para o comportamento do setor ao longo do ano. Para os produtores rurais, acompanhar essas movimentações é essencial para planejar melhor suas compras e garantir a rentabilidade das lavouras.

Fonte: Pensar Agro

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