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O Pensar Agro desta semana entrevista Renato Buranello, presidente do IBDA

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O Programa Pensar Agro, na Band e no SBT (e redes sociais) apresentado pelo presidente do Instituto do Agronegócio, Isan Rezende, traz uma entrevista especial nesta semana com o renomado líder do setor na área do Direito, Renato Buranello.

Doutor em Direito Comercial pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), com capacitação docente em Direito e Economia pela Direito FGV/RJ, Buranello é ainda presidente e fundador do Instituto Brasileiro de Direito do Agronegócio (IBDA).

Com vasta experiência e conhecimento jurídico, Renato Buranello lidera uma organização que desempenha um papel crucial no cenário do agronegócio. O Instituto Brasileiro de Direito do Agronegócio tem sido um ponto focal para abordar as complexidades legais que cercam o setor e tem trabalhado incansavelmente para promover um ambiente regulatório favorável ao desenvolvimento sustentável do agronegócio no país.

Etnre os vários temas tratados por Isan e Buranello destacam-se questões relevantes relacionadas, por exemplo,  ao novo Plano Safra e suas perspectivas para o setor, principalmene na questão do seguro.

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“Não ter vindo uma orientação clara com relação ao programa do seguro rural, com subvenções, valores… Isso gerou uma certa perplexidade. E há ainda a questão dos limites que são insuficientes causam preocupação”, destacou Renato, lembrando que a taxa Selic alta, prejudica o setor.

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Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Melhoramento genético revoluciona a cafeicultura e torna mais produtiva

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A cafeicultura mineira tem experimentado avanços significativos graças às pesquisas em melhoramento genético conduzidas pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), em colaboração com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e universidades.

Esses estudos resultaram no desenvolvimento de cultivares adaptadas aos diversos sistemas de produção do estado, promovendo aumentos expressivos na produtividade e aprimorando a qualidade sensorial dos cafés. Na década de 1980 a média que era de sete sacas por hectare, agora atinge 25 até 30 sacas por hectare.

Desde a década de 1970, a Epamig coordena o Programa de Melhoramento Genético do Cafeeiro, que já registrou 21 cultivares com características superiores. Essas cultivares são, em sua maioria, resistentes à ferrugem, principal doença que afeta o cafeeiro, e apresentam atributos como alta produtividade, qualidade sensorial da bebida, resistência a nematoides, adequação à mecanização e adaptação a diferentes condições climáticas e de solo.

Um dos pilares desse programa é o Banco Ativo de Germoplasma de Café, localizado no Campo Experimental de Patrocínio. Este banco é fundamental para a conservação e caracterização dos recursos genéticos do cafeeiro, servindo como base para o desenvolvimento de novas cultivares que atendam às demandas do setor produtivo.

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Entre as cultivares desenvolvidas, destaca-se a MGS Paraíso 2, lançada em 2012. Resultado do cruzamento entre Catuaí Amarelo IAC 30 e Híbrido de Timor UFV 445-46, essa variedade apresenta porte baixo, frutos amarelos, resistência à ferrugem, maturação intermediária e excelente adaptação tanto a sistemas de cultivo irrigado quanto de sequeiro. Além disso, facilita a colheita mecanizada e possui elevado potencial para a produção de cafés especiais.

A transferência dessas tecnologias para o campo é facilitada por projetos de avaliação de desempenho em propriedades comerciais. Essas iniciativas permitem que os cafeicultores conheçam as novas cultivares e observem seu desempenho em condições reais de cultivo, promovendo a adoção de tecnologias que resultam em sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

De acordo com o pesquisador em cafeicultura da Epamig, Gladyston Carvalho, as pesquisas buscam gerar conhecimento para o cafeicultor e oferecer, por meio da genética do café, aumento de produtividade e transformação no sistema produtivo. “São 587 municípios cultivando café, somos o estado maior produtor de café do Brasil, detemos média de 50% da área cafeeira e 40% da produção nacional. São muitos produtores que dependem da cultura e da pesquisa agropecuária”, explica.

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Fonte: Pensar Agro

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