NOVA AURORA

POLÍTICA PR

Deputada Cloara Pinheiro (PSD) participa do V Encontro Nacional das Procuradoras da Mulher no Legislativo

Publicado em

A deputada estadual e Procuradora Especial da Mulher na Assembleia Legislativa do Paraná, Cloara Pinheiro (PSD), participou na última terça-feira 25/3, em Brasília, do V Encontro Nacional das Procuradoras da Mulher no Legislativo, realizado na Câmara dos Deputados. O evento reuniu representantes de diversas casas legislativas do país com o objetivo de fortalecer as Procuradorias da Mulher e ampliar as políticas públicas voltadas à defesa dos direitos femininos.

Para a deputada, o Encontro Nacional se consolidou como um espaço essencial para o intercâmbio de experiências e o debate sobre iniciativas voltadas à garantia dos direitos das mulheres. “Fiquei honrada em participar desse evento e representar a nossa Assembleia. Foram apresentadas várias ideias importantes para que as Procuradorias da Mulher em todo o país possam crescer. Foi uma oportunidade fundamental para a troca de experiências e a construção de estratégias conjuntas.”

Os debates abordaram temas como a cooperação institucional entre órgãos públicos e privados e a importância do trabalho em rede para a formulação de estratégias mais eficazes na promoção da igualdade de gênero. Especialistas e autoridades enriqueceram as discussões, entre eles o corregedor nacional do Ministério Público, Ângelo Fabiano Farias da Costa; a coordenadora do Observatório de Violência contra a Mulher; a secretária de Estado da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Leandre Dal Ponte; e a presidente da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), deputada estadual do Rio de Janeiro, Tia Ju (Republicanos).

Leia Também:  Braga Neto se reúne com lideranças do PL na Alep

Além de representantes do setor público, entidades voltadas ao fortalecimento da presença feminina na política e em outras esferas também marcaram presença, incentivando a criação de mais Procuradorias da Mulher no Brasil.

Durante os painéis, foram debatidos temas cruciais para o avanço das políticas de gênero, como o enfrentamento à violência contra a mulher, o fortalecimento das redes de apoio e a criação de mecanismos legislativos que garantam maior representatividade feminina nos espaços de poder. “Nossa participação nesse encontro reforça o compromisso com a ampliação dos direitos das mulheres e com o fortalecimento da Procuradoria da Mulher no nosso estado. Precisamos garantir que as mulheres tenham voz ativa no processo legislativo e nas políticas públicas que impactam diretamente suas vidas. Hoje somos a rede de procuradorias que mais cresce e a maior do Brasil, com 173. Isso mostra a força do nosso estado”, destacou a Procuradora.

O V Encontro Nacional das Procuradoras da Mulher no Legislativo reforçou a importância da articulação entre os diferentes níveis de governo para a promoção da equidade de gênero e o combate às desigualdades, evidenciando o papel essencial das Procuradorias da Mulher na defesa e garantia de direitos.

Leia Também:  Deputada destaca criação do Fórum Paranaense de Economia Circular

Fonte: ALPR PR

COMENTE ABAIXO:

Advertisement

POLÍTICA PR

Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

Published

on

By

Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

Leia Também:  Deputado Marcel Micheletto (PL) se despede da Assembleia em discurso emocionado

“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

Leia Também:  "Governo do Paraná libera dados sensíveis à fundação contratada sem licitação", alerta líder da Oposição

“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

PARANÁ

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA