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Em 15 dias, pix implantado pela Celepar acelera 2,2 mil liberações do DER-PR

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A Celepar, em parceria com o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), lançou uma nova forma de pagamento, via pix, que agiliza a liberação de licenças e multas. Agora, os cidadãos podem ter suas solicitações liberadas em até 15 minutos — um avanço significativo em comparação com o prazo anterior de pelo menos um dia útil necessário para o processamento dos pagamentos via boleto.

Desde a implementação do pix, entre 27 de agosto e 9 de setembro, 2.270 guias foram pagas com essa nova modalidade, incluindo 133 Autorizações Especiais de Trânsito (AET) e de Uso e Ocupação de Faixa de Domínio. Essa tecnologia está disponível para todos os cidadãos do Paraná, mesmo em áreas rurais, desde que possuam acesso à internet.

Filipe Penso, coordenador de Tecnologia do DER/PR, destaca que o principal desafio foi garantir a transparência da nova forma de pagamento para os cidadãos, evitando qualquer impacto negativo em suas transações. Diariamente, o DER/PR processa cerca de mil pagamentos, e a migração para um sistema mais ágil e seguro era essencial para atender à demanda crescente. Apesar da nova opção, o pagamento via boleto continuará disponível e será processado normalmente.

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Anteriormente, o pagamento apenas via boleto era mais burocrático, demorando pelo menos 24 horas para ser processado. “O pagamento via boleto acarreta a liberação dos serviços com espera de até um dia útil, especialmente considerando fins de semana e feriados prolongados,” explica Cassiano Marin Beltrame, da Celepar, coordenador do projeto. “Agora, com o pix, o cidadão pode resolver suas pendências em minutos”, explica. A nova modalidade também trouxe uma significativa agilidade, com os pedidos entrando na fila para realização do trabalho dos analistas no mesmo dia do pagamento.

SERVIÇOS – O novo sistema traz melhorias para diversos serviços do DER/PR, incluindo a emissão de licenças de transporte, multas de trânsito, faixas de domínio e Autorizações Especiais de Trânsito (AET). As AETs são necessárias para o transporte de cargas ou veículos que excedem os limites padrão de trânsito, como cargas pesadas ou de grandes dimensões. A alta demanda e urgência das AETs fazem com que este serviço seja mais eficiente com o pix.

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Além disso, a implantação desta forma de pagamento reduziu o prazo, especialmente, nos casos de veículos apreendidos, em que o pagamento pode ser identificado em até meia hora, permitindo a liberação imediata.

COMO SOLICITAR – Para fazer solicitações o pagamento via pix é preciso acessar o site oficial do DER-PR. O atendimento presencial é feito na sede do DER/PR, localizada na Avenida Iguaçu, 420, no bairro Rebouças, em Curitiba. O horário de atendimento é das 8h30 às 12h e das 13h30 às 18h. Para dúvidas e informações, entrar em contato pelo telefone (41) 3304-8000 ou enviar um e-mail para protocolo@der.pr.gov.br.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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