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Projeto de lei quer reconhecer o passeio ciclístico ‘Caminhos de São José’ como Patrimônio Cultural do Paraná

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O deputado estadual Cobra Repórter (PSD) apresentou, nesta segunda-feira (17) na Assembleia Legislativa do Paraná, um Projeto de Lei que propõe o reconhecimento do passeio ciclístico “Caminhos de São José” como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Paraná, além de sua inclusão no Calendário Oficial de Eventos Turísticos do Estado. A iniciativa busca valorizar a tradição do evento, realizado anualmente em Rolândia desde 2014, e fortalecer sua importância cultural, esportiva e turística.

Segundo o parlamentar, o “Caminhos de São José” é mais do que um simples passeio ciclístico: trata-se de uma celebração que integra esporte, cultura, religiosidade e solidariedade. Além de promover o ciclismo e incentivar a exploração das paisagens rurais da região, o evento também possui um forte caráter social, com arrecadação de alimentos destinados a instituições de caridade locais.

Percurso e tradição

O percurso tem início na Igreja Matriz São José, no centro de Rolândia, passando por diversos pontos de interesse histórico e religioso, como a Capela Nossa Senhora de Lourdes, em Cambé, e a Igreja Santo Antônio, na Comunidade do Caramuru. Os ciclistas podem optar por trajetos de 30 km ou 50 km, proporcionando uma experiência única que alia esporte e turismo.

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A 10ª edição do passeio, realizada em 16 de março de 2025, já integrou o Calendário de Eventos da Secretaria do Turismo do Paraná, demonstrando a relevância estadual da iniciativa. Com a aprovação do projeto de lei, o evento passará a ter reconhecimento oficial como patrimônio cultural, garantindo ainda mais visibilidade e apoio para sua continuidade e expansão.

Valorizando o turismo e a cultura paranaense

Para Cobra Repórter, o reconhecimento do “Caminhos de São José” como Patrimônio Cultural Imaterial do Paraná contribuirá significativamente para o fortalecimento do turismo local e regional. “Esse evento une esporte, cultura e fé, promovendo o desenvolvimento econômico e social da região. Nossa intenção é garantir que essa tradição continue crescendo e se consolidando como um dos principais eventos ciclísticos e culturais do estado”, afirmou o deputado.
O Projeto de Lei também prevê a possibilidade de parcerias entre o poder público e a iniciativa privada para a promoção e fortalecimento do evento. Agora, a proposta aguarda tramitação na Assembleia Legislativa do Paraná para ser analisada e votada pelos parlamentares.

Fonte: ALPR PR

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Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

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Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

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“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

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“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

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