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Deputado Requião Filho (PT) passa Liderança da Oposição na Assembleia Legislativa para Arilson Chiorato (PT)

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Durante sua atuação como Líder da Oposição na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), em 2023 e 2024, o deputado estadual Requião Filho enfrentou práticas governamentais prejudiciais aos direitos dos cidadãos paranaenses com determinação.

“Estive na linha de frente contra a corrupção e a privatização indiscriminada de recursos estaduais, lutando para que a população seja respeitada”, afirmou Requião Filho. Ele criticou com rigor a venda de empresas estatais, como a Copel, Ferroeste e Celepar, além de enfatizar que a medida limita o acesso da população a serviços essenciais.

Renovação do compromisso oposicionista

Arilson Chiorato (PT), retomando a liderança, expressa seu compromisso firme de confrontar as políticas do governo atual, vistas como prejudiciais. “Encaro novamente esta liderança com o objetivo de desafiar o desmonte do patrimônio público e lutar pela justiça social em nosso estado,” declarou Chiorato.

Ele planeja intensificar a fiscalização das ações governamentais, ao usar sua experiência para impulsionar mudanças significativas e duradouras.

Enfrentando os desafios do futuro

No contexto de mudanças políticas constantes, Requião Filho e Arilson Chiorato preparam a Oposição para um período turbulento. Requião Filho reflete sobre os desafios enfrentados e a importância de os deputados desempenharem seu papel de fiscalização.

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“Os esforços que dedicamos nos últimos dois anos estabeleceram uma base sólida para enfrentar os desafios futuros. Devemos continuar defendendo a transparência e combater políticas que ameaçam a nossa sociedade”, pontua.

Arilson Chiorato reforça essa visão e destaca sua prontidão para enfrentar os obstáculos à frente: “Estamos em um ponto crítico onde a defesa incansável de nossos princípios é mais necessária do que nunca. Seremos vigilantes na proteção da educação pública e na garantia de tratamento justo para nossos servidores. Nosso compromisso é inabalável em garantir que cada ação do governo seja minuciosamente fiscalizada para proteger os interesses do povo paranaense.”

Por um Paraná mais justo e transparente

Com a proximidade de 2025, a Bancada de Oposição se mantém firme para intensificar sua vigilância e combate à corrupção no Estado. “A luta por um Paraná mais justo e próspero faz parte do nosso dia a dia. O foco é fazer oposição contra políticas que ameaçam a equidade e a justiça social no Estado”, afirma Requião Filho.

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Arilson Chiorato, assumindo a responsabilidade, reforça seu compromisso de fortalecer a Oposição frente aos desafios impostos pelo governo atual.

“Nossa atuação será implacável na proteção dos direitos dos paranaenses e na contestação de cada medida que ameace o bem-estar público. Estou pronto para liderar esta luta, garantindo que nossa voz seja ouvida e que as políticas implementadas enfrentem uma rigorosa fiscalização.”

Intensificação da fiscalização

Com a transição de liderança solidificada, a Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa do Paraná está apta para enfrentar os desafios futuros com determinação redobrada. A continuidade da luta de Requião Filho por um governo mais transparente se alia ao compromisso de Arilson Chiorato de intensificar a fiscalização das políticas do governo Ratinho Jr (PSD).

A Bancada de Oposição, unida e comprometida, continua sua incansável defesa dos direitos dos cidadãos. Com o novo ano, a liderança determinada da Oposição é fundamental para garantir que o governo responda efetivamente às demandas e expectativas dos paranaenses.

Fonte: ALPR PR

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Propostas em tramitação na Assembleia visam melhorar o ambiente escolar para estudantes com autismo

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Duas propostas que tramitam na Assembleia Legislativa do Paraná buscam visa promover um ambiente acolhedor e inclusivo para alunos com autismo. As proposições apresentadas na Casa pela deputada Flávia Francischini (União) e pelo deputado Jairo Tamura (PL) têm como objetivo substituir sinais sonoros por sinais musicais e disponibilizar tampões auriculares para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas paranaenses.

Apresentado pela deputada Flávia, o projeto de lei 87/2023 prevê que as medidas atinjam, além das escolas públicas, também os estabelecimentos particulares. “É uma medida que visa resguardar o bem-estar de crianças com autismo no ambiente escolar evitando incômodos sensoriais e reduzindo o risco de pânico. O sinal sonoro produz um alto ruído, muito similar ao som de uma sirene, o que pode gerar grande perturbação aos alunos que possuem hipersensibilidade auditiva. Essa condição é comum nos portadores de autismo, motivo pelo qual não é raro vermos crianças tapando os ouvidos quando expostas a barulhos intensos”, comentou a deputada.

Ela explica que o sinal musical também cumpre a função de alarme para indicar as horas de entrada, saída e os intervalos das aulas, mas, que em vez de usarem a sirene, eles podem usar músicas instrumentais, canções infantis e demais ritmos, a depender da escolha das equipes gestoras e da comunidade escolar. O texto também estipula multa no valor de 200 (duzentas) a 500 (quinhentas) Unidades Padrão Fiscal do Estado de Paraná – UPF/PR, a ser graduada de acordo com a gravidade da infração, o porte econômico do infrator, a conduta e o resultado produzido.

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Já o projeto de lei 176/2025, apresentado pelo deputado Jairo Tamura, prevê substituir sinais sonoros por sinais musicais e disponibilizar tampões auriculares para as escolas da rede pública estadual. “A medida pode melhorar o desempenho escolar e o bem-estar dos alunos, permitindo que se concentrem nas atividades pedagógicas e interajam socialmente de forma mais eficaz”, afirmou o deputado.

Números

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, indica que cerca de 1 em cada 44 crianças com até 8 anos é diagnosticada com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Abrangendo cerca de 1% a 2% da população mundial. No Brasil, há aproximadamente dois milhões de pessoas com autismo.

Dados do Censo da Educação Básica indicam que houve um crescimento no número de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados em salas de aula regulares no Brasil. No Paraná, segundo estes dados, esse aumento foi de 53,3% nas matrículas, o que elevou o total de alunos com autismo de 18.895 para 28.927. Além disso, alunos com autismo frequentemente apresentam hipersensibilidade sensorial, o que significa que são mais sensíveis a estímulos como sons, luzes e texturas. “Sons altos e repentinos, como os sinais sonoros tradicionais, podem causar desconforto, estresse e ansiedade, prejudicando o desempenho escolar e bem-estar destes alunos”, comentou o deputado Tamura.

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De acordo com a justificativa da proposta, a maioria das pessoas é capaz de suportar barulhos de até 120 decibéis. Já o limite de quem é hipersensível aos ruídos é de 90 decibéis. Através do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-III), o percentual foi de 53% e de 90% com alteração de sensibilidade para a modalidade auditiva, utilizando o Structured Interview for Assessing Perceptual Anomalies – ChildVersion (SIAPA-CV).

Os sinais sonoros das instituições de ensino públicas e privadas, também conhecidos como sirene ou cigarra eletrônica, podem gerar incômodos sensoriais às pessoas com TEA, devido a sua alta potência e intensidade, que podem ultrapassar facilmente os 110 decibéis. “A substituição de sinais sonoros por sinais musicais adequados e a disponibilização de tampões auriculares podem reduzir o desconforto e o estresse de alunos com TEA, criando um ambiente escolar mais acolhedor e inclusivo”, explicou Tamura. De acordo com o projeto, os tampões deverão ser disponibilizados pela Secretária Estadual de Educação.

Fonte: ALPR PR

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