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Deputado comemora avanço do projeto de lei que prevê a criação da 5ª vara judicial de Fazenda Rio Grande

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O deputado estadual Alisson Wandscheer (SD) comemorou a aprovação do projeto de lei 589/2024, do Tribunal de Justiça do Paraná, que prevê a criação da Vara Judicial na comarca de Fazenda Rio Grande, na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná.

“Essa é uma conquista da comunidade jurídica de Fazenda Rio Grande e todos cidadãos. Representa um passo significativo na nossa luta por uma justiça mais próxima da população, mais ágil e acessível”, afirmou o parlamentar que participou ativamente das articulações que culminaram na decisão.

Alisson destacou a conjugação de esforços envolvendo lideranças políticas e empresariais, representantes do poder judiciário e instituições. “Temos hoje o resultado de um trabalho feito por várias mãos, reunindo o nosso gabinete na Alep, o prefeito Marco Marcondes, a Associação Comercial e Industrial de Fazenda Rio Grande e o seu núcleo jurídico, vereadores e o deputado Toninho Wandscheer, que há 11 anos luta pela ampliação do atendimento judiciário na cidade”, disse.

Durante as tratativas para pleitear a instalação da vara cível, o grupo recebeu o apoio do então presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargador Luiz Fernando Tomasi Keppen.

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Fazenda Rio Grade cresceu 82% nos últimos doze anos e esse desenvolvimento demanda serviços da prefeitura e do judiciário. Hoje a comarca conta com quatro varas da Justiça – Cível, Criminal, Infância, Juventude e Família, Juizado Especial – para atender 186 habitantes do município e as cidades de Mandirituba e Agudos do Sul. O resultado é um acúmulo de 37 mil processos e muitas dificuldades para advogados e população.

“O desembargador Keppen entendeu a necessidade da instalação da nova vara cível e da nomeação de um juiz dedicado exclusivamente para conduzi-la. Isso vai melhorar a eficiência dos trabalhos e resolução de processos, além de proporcionar maior celeridade no atendimento das demandas locais. Ele acolheu o nosso pleito e deu agilidade ao pedido”, explicou o deputado.

Fonte: ALPR PR

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Propostas em tramitação na Assembleia visam melhorar o ambiente escolar para estudantes com autismo

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Duas propostas que tramitam na Assembleia Legislativa do Paraná buscam visa promover um ambiente acolhedor e inclusivo para alunos com autismo. As proposições apresentadas na Casa pela deputada Flávia Francischini (União) e pelo deputado Jairo Tamura (PL) têm como objetivo substituir sinais sonoros por sinais musicais e disponibilizar tampões auriculares para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas paranaenses.

Apresentado pela deputada Flávia, o projeto de lei 87/2023 prevê que as medidas atinjam, além das escolas públicas, também os estabelecimentos particulares. “É uma medida que visa resguardar o bem-estar de crianças com autismo no ambiente escolar evitando incômodos sensoriais e reduzindo o risco de pânico. O sinal sonoro produz um alto ruído, muito similar ao som de uma sirene, o que pode gerar grande perturbação aos alunos que possuem hipersensibilidade auditiva. Essa condição é comum nos portadores de autismo, motivo pelo qual não é raro vermos crianças tapando os ouvidos quando expostas a barulhos intensos”, comentou a deputada.

Ela explica que o sinal musical também cumpre a função de alarme para indicar as horas de entrada, saída e os intervalos das aulas, mas, que em vez de usarem a sirene, eles podem usar músicas instrumentais, canções infantis e demais ritmos, a depender da escolha das equipes gestoras e da comunidade escolar. O texto também estipula multa no valor de 200 (duzentas) a 500 (quinhentas) Unidades Padrão Fiscal do Estado de Paraná – UPF/PR, a ser graduada de acordo com a gravidade da infração, o porte econômico do infrator, a conduta e o resultado produzido.

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Já o projeto de lei 176/2025, apresentado pelo deputado Jairo Tamura, prevê substituir sinais sonoros por sinais musicais e disponibilizar tampões auriculares para as escolas da rede pública estadual. “A medida pode melhorar o desempenho escolar e o bem-estar dos alunos, permitindo que se concentrem nas atividades pedagógicas e interajam socialmente de forma mais eficaz”, afirmou o deputado.

Números

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, indica que cerca de 1 em cada 44 crianças com até 8 anos é diagnosticada com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Abrangendo cerca de 1% a 2% da população mundial. No Brasil, há aproximadamente dois milhões de pessoas com autismo.

Dados do Censo da Educação Básica indicam que houve um crescimento no número de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados em salas de aula regulares no Brasil. No Paraná, segundo estes dados, esse aumento foi de 53,3% nas matrículas, o que elevou o total de alunos com autismo de 18.895 para 28.927. Além disso, alunos com autismo frequentemente apresentam hipersensibilidade sensorial, o que significa que são mais sensíveis a estímulos como sons, luzes e texturas. “Sons altos e repentinos, como os sinais sonoros tradicionais, podem causar desconforto, estresse e ansiedade, prejudicando o desempenho escolar e bem-estar destes alunos”, comentou o deputado Tamura.

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De acordo com a justificativa da proposta, a maioria das pessoas é capaz de suportar barulhos de até 120 decibéis. Já o limite de quem é hipersensível aos ruídos é de 90 decibéis. Através do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-III), o percentual foi de 53% e de 90% com alteração de sensibilidade para a modalidade auditiva, utilizando o Structured Interview for Assessing Perceptual Anomalies – ChildVersion (SIAPA-CV).

Os sinais sonoros das instituições de ensino públicas e privadas, também conhecidos como sirene ou cigarra eletrônica, podem gerar incômodos sensoriais às pessoas com TEA, devido a sua alta potência e intensidade, que podem ultrapassar facilmente os 110 decibéis. “A substituição de sinais sonoros por sinais musicais adequados e a disponibilização de tampões auriculares podem reduzir o desconforto e o estresse de alunos com TEA, criando um ambiente escolar mais acolhedor e inclusivo”, explicou Tamura. De acordo com o projeto, os tampões deverão ser disponibilizados pela Secretária Estadual de Educação.

Fonte: ALPR PR

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