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Batatinha solicita reunião na AMOP para discutir construção do novo IML em Cascavel

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Na última semana, a AMOP (Associação dos Municípios do Oeste do Paraná) realizou reunião a pedido do deputado estadual Batatinha (MDB), com o objetivo de discutir a importância de uma sede moderna e equipada da Polícia Científica em Cascavel.

Durante o encontro, prefeitos da região Oeste, autoridades locais e sociedade civil discutiram seus pontos de vista a respeito da necessidade de melhorias na estrutura do IML. O deputado destacou que o atual prédio em Cascavel é ultrapassado para o atendimento às demandas da região. “A estrutura do Instituto na nossa cidade já tem mais de 30 anos, isso acaba prejudicando não só as questões criminais, mas também o atendimento às vítimas e seus familiares, que muitas vezes precisam lidar com situações traumáticas. Um espaço novo é fundamental para garantir que o atendimento seja mais ágil e humanizado a essas pessoas”, afirmou o parlamentar.

O diretor-geral da Polícia Científica do Paraná, Luiz Rodrigo Grochocki, também participou do encontro. Ele enfatizou a atuação do Instituto no esclarecimento de crimes e na garantia da justiça. Além disso, mencionou a modernização do local como um passo importante para aprimorar o trabalho da Polícia no estado. “A nossa intenção é ouvir as demandas dos prefeitos. A Polícia Científica trabalha com o método científico, e, a ciência, evolui. Então precisamos de laboratórios mais modernos e espaçosos para a ampliação dos nossos serviços.”

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Ao final da reunião, ficou confirmado que a AMOP irá encaminhar um pedido formal junto ao governo do estado e aos deputados estaduais que representam a região solicitando o planejamento do novo espaço em Cascavel.

Da Assessoria

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Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

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Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

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“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

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“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

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