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Batatinha (MDB) destina mais R$ 1 milhão em verbas para a educação do Oeste

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Investimentos na área somam R$2 milhões através do programa Escola Mais Bonita

 

Na busca contínua por melhorias na qualidade da educação na região Oeste, o Deputado Batatinha (MDB) anunciou a destinação de mais R$1 milhão em verbas para a área da educação.

 

Além dos 11 colégios atendidos na primeira fase, agora, mais 20 escolas estaduais devem receber os investimentos por meio do programa Escola Mais Bonita, administrado pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação no Paraná (Fundepar).

 

Este aporte financeiro marca a segunda fase do programa na região, com um montante igual ao da primeira, totalizando expressivos R$ 2 milhões destinados para a valorização e aprimoramento das escolas da região Oeste.

 

O programa Escola Mais Bonita visa promover melhorias nas infraestruturas escolares, proporcionando ambientes mais adequados e estimulantes para o processo de aprendizagem.

 

O Deputado Batatinha enfatizou a importância de investir na educação como um meio de garantir um futuro próspero para a juventude da região. “A educação é a base para o desenvolvimento de qualquer sociedade. Ao destinarmos essas verbas para as escolas, estamos investindo no futuro de nossos jovens e contribuindo para a formação de cidadãos mais preparados e conscientes.”

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A comunidade escolar e os moradores das regiões escolhidas de acordo com as suas necessidades, estão otimistas em relação às transformações que esses investimentos poderão trazer. Pais, alunos e educadores acreditam que a iniciativa contribuirá significativamente para elevar os padrões educacionais.

 

Os Colégios desta segunda fase são:

 

 

 

CIDADE

     INSTITUIÇÃO  

VALOR

 

ANAHY

JOSE BONIFACIO  

R$50 MIL

 

CAFELÂNDIA

 BENJAMIM ANTONIO MOTTER  

R$50 MIL

CAMPO BONITO JOSE BONIFACIO  

R$50 MIL

 

CASCAVEL

 RIO DO SALTO  

R$50 MIL

 

CASCAVEL

CEEP DE AGROINOVAÇÃO  PROF MOACIR B L SILVA  

 

R$50 MIL

 

CASCAVEL

JARDIM CLARITO  

R$50 MIL

 

CASCAVEL

JARDIM INTERLAGOS  

R$50 MIL

 

CASCAVEL

 MARCOS C SCHUSTER  

R$50 MIL

 

CASCAVEL

OLIVO FRACARO  

R$50 MIL

 

CASCAVEL

PACAEMBU  

R$50 MIL

 

CASCAVEL

PEDRO CANISIO HENZ,  

R$50 MIL

 

CASCAVEL

SÃO JOÃO  

R$50 MIL

 

CASCAVEL

SÃO SALVADOR  

R$50 MIL

CÉU AZUL BOA VISTA  

R$50 MIL

FOZ DO IGUAÇU JORGE SCHIMMELPFENG  

R$50 MIL

MISSAL TEOTÔNIO VILELLA  

R$50 MIL

NOVA AURORA  PEDRO V P DE SOUZA  

R$50 MIL

NOVA AURORA WENCESLAU BRAS  

R$50 MIL

QUARTO CENTENÁRIO BANDEIRANTES D’OESTE  

R$50 MIL

SANTA TEREZINHA DE ITAIPU          MANOEL KONNER  

R$50 MIL

 

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Propostas em tramitação na Assembleia visam melhorar o ambiente escolar para estudantes com autismo

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Duas propostas que tramitam na Assembleia Legislativa do Paraná buscam visa promover um ambiente acolhedor e inclusivo para alunos com autismo. As proposições apresentadas na Casa pela deputada Flávia Francischini (União) e pelo deputado Jairo Tamura (PL) têm como objetivo substituir sinais sonoros por sinais musicais e disponibilizar tampões auriculares para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas paranaenses.

Apresentado pela deputada Flávia, o projeto de lei 87/2023 prevê que as medidas atinjam, além das escolas públicas, também os estabelecimentos particulares. “É uma medida que visa resguardar o bem-estar de crianças com autismo no ambiente escolar evitando incômodos sensoriais e reduzindo o risco de pânico. O sinal sonoro produz um alto ruído, muito similar ao som de uma sirene, o que pode gerar grande perturbação aos alunos que possuem hipersensibilidade auditiva. Essa condição é comum nos portadores de autismo, motivo pelo qual não é raro vermos crianças tapando os ouvidos quando expostas a barulhos intensos”, comentou a deputada.

Ela explica que o sinal musical também cumpre a função de alarme para indicar as horas de entrada, saída e os intervalos das aulas, mas, que em vez de usarem a sirene, eles podem usar músicas instrumentais, canções infantis e demais ritmos, a depender da escolha das equipes gestoras e da comunidade escolar. O texto também estipula multa no valor de 200 (duzentas) a 500 (quinhentas) Unidades Padrão Fiscal do Estado de Paraná – UPF/PR, a ser graduada de acordo com a gravidade da infração, o porte econômico do infrator, a conduta e o resultado produzido.

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Já o projeto de lei 176/2025, apresentado pelo deputado Jairo Tamura, prevê substituir sinais sonoros por sinais musicais e disponibilizar tampões auriculares para as escolas da rede pública estadual. “A medida pode melhorar o desempenho escolar e o bem-estar dos alunos, permitindo que se concentrem nas atividades pedagógicas e interajam socialmente de forma mais eficaz”, afirmou o deputado.

Números

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, indica que cerca de 1 em cada 44 crianças com até 8 anos é diagnosticada com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Abrangendo cerca de 1% a 2% da população mundial. No Brasil, há aproximadamente dois milhões de pessoas com autismo.

Dados do Censo da Educação Básica indicam que houve um crescimento no número de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados em salas de aula regulares no Brasil. No Paraná, segundo estes dados, esse aumento foi de 53,3% nas matrículas, o que elevou o total de alunos com autismo de 18.895 para 28.927. Além disso, alunos com autismo frequentemente apresentam hipersensibilidade sensorial, o que significa que são mais sensíveis a estímulos como sons, luzes e texturas. “Sons altos e repentinos, como os sinais sonoros tradicionais, podem causar desconforto, estresse e ansiedade, prejudicando o desempenho escolar e bem-estar destes alunos”, comentou o deputado Tamura.

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De acordo com a justificativa da proposta, a maioria das pessoas é capaz de suportar barulhos de até 120 decibéis. Já o limite de quem é hipersensível aos ruídos é de 90 decibéis. Através do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-III), o percentual foi de 53% e de 90% com alteração de sensibilidade para a modalidade auditiva, utilizando o Structured Interview for Assessing Perceptual Anomalies – ChildVersion (SIAPA-CV).

Os sinais sonoros das instituições de ensino públicas e privadas, também conhecidos como sirene ou cigarra eletrônica, podem gerar incômodos sensoriais às pessoas com TEA, devido a sua alta potência e intensidade, que podem ultrapassar facilmente os 110 decibéis. “A substituição de sinais sonoros por sinais musicais adequados e a disponibilização de tampões auriculares podem reduzir o desconforto e o estresse de alunos com TEA, criando um ambiente escolar mais acolhedor e inclusivo”, explicou Tamura. De acordo com o projeto, os tampões deverão ser disponibilizados pela Secretária Estadual de Educação.

Fonte: ALPR PR

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