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PCPR prende homem por descumprimento de medida protetiva ocorrido em Palmeira

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu preventivamente um homem, de 37 anos, por descumprimento de medida protetiva contra a ex-esposa, de 37, ocorrido em Palmeira, na região dos Campos Gerais. A captura foi realizada na sexta-feira (14), no município de São José, em Santa Catarina. 

O delegado da PCPR Rodrigo Siqueira explica que o casal conviveu por aproximadamente dez anos e estava passando por uma separação conturbada. Os envolvidos passaram a trocar ameaças, ofensas e agressões, resultando na solicitação da medida protetiva em favor da mulher, em fevereiro deste ano.

Mesmo ciente da medida de afastamento, o investigado enviou à vítima fotos íntimas que possuía dela, descumprindo à decisão judicial no final do mês de junho. 

“Após o fato, sentindo-se ameaçada por uma possível divulgação, a mulher comunicou nossa equipe policial, a qual representamos pela prisão preventiva do suspeito e conseguimos cumprir no Estado de Santa Catarina”, afirma Siqueira. 

O indivíduo foi encaminhado à cadeia pública de Ponta Grossa. Caso seja condenado pelo crime, pode pegar de 3 meses a 2 anos de reclusão. 

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DENÚNCIAS- A PCPR ressalta que trabalha constantemente no combate à violência contra a mulher, conduzindo investigações, solicitando medidas protetivas e realizando prisões dos autores. Além disso, solicita a colaboração da população com informações que auxiliem em investigações contra este tipo de crime. As denúncias podem ser feitas de forma anônima, pelos números 197, da PCPR, 181 do Disque-Denúncia ou (42) 9136-0252, diretamente à equipe de investigação. 

Fonte: PJC PR

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PCPR cumpre bloqueio de R$ 3 milhões em bens de grupo ligado ao tráfico

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu ordens judiciais de bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens móveis e imóveis, totalizando mais de R$ 3 milhões em patrimônio de uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. A ação aconteceu nesta terça-feira (2), em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado.

Entre os bens bloqueados estão residências, terrenos urbanos e rurais e uma área de cinco mil metros quadrados, todos situados em Foz do Iguaçu.

Os policiais civis cumpriram mandados de busca e apreensão nos bairros Três Bandeiras, Três Lagoas e Alto da Boa Vista. Nos endereços, foram localizadas 82 gramas de maconha, uma pistola 9mm, um revólver calibre 38 e 100 munições de diversos calibres. Também foram apreendidos cinco celulares, joias, dinheiro, dois notebooks e quatro veículos, sendo dois SUVs, um veículo utilitário e uma motocicleta.

Durante a ação, um homem foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido e de uso restrito.

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INVESTIGAÇÕES – O grupo criminoso começou a ser investigado depois que a Polícia Militar do Paraná apreendeu mais de 1,7 toneladas de maconha em novembro de 2023, em uma chácara no bairro Alto da Boa Vista.

A droga estava armazenada em veículos com placas paraguaias e com placas brasileiras, além de tabletes empilhados no interior da residência. Ao todo, foram recolhidos 2.554 tabletes do entorpecente. Ao perceberem a chegada da polícia, os suspeitos que estavam no local fugiram por áreas de mata e não foram localizados.

O delegado da PCPR Rodrigo Colombelli explica que as investigações apontaram que o proprietário da chácara utilizava o espaço para armazenar e distribuir as drogas.

“Com os lucros obtidos no tráfico, ele teria adquirido bens de alto valor, como veículos, imóveis e terrenos, registrados em nome próprio ou de terceiros. Foram usados contratos particulares de compra e venda com valores subfaturados e pagamentos em espécie, prática comum na ocultação de patrimônio ilícito”, afirma.

A investigação também apontou movimentações bancárias superiores a R$ 6 milhões em um único ano, sem comprovação de origem lícita. Parte do valor, cerca de R$ 660 mil, foi fracionada em depósitos menores e os investigados ainda utilizavam negócios lícitos, como um pet shop, como uma das formas de lavar o dinheiro proveniente do tráfico.

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“Apesar do elevado patrimônio, os investigados receberam benefícios sociais federais entre 2020 e 2023, como Auxílio Emergencial, Auxílio Brasil, Bolsa Família, Auxílio Gás e Benefício Primeira Infância, somando R$ 6.620”, complementa o delegado.

A PCPR segue com as investigações para identificar todos os integrantes da organização criminosa e aprofundar a responsabilização dos envolvidos.

Fonte: PJC PR

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