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PCPR na Comunidade leva serviços de polícia judiciária para mais de 400 pessoas em Colombo

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) levou serviços de polícia judiciária e orientações para mais de 400 pessoas durante o PCPR na Comunidade, que aconteceu nos dias 4 e 5 de setembro, na Escola Rural Municipal João José Gasparin, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba.  

Durante o evento, os policiais civis realizaram registro de boletim de ocorrência, emissão de atestados de antecedentes criminais e pesquisa de percepção de criminalidade. Além disso, foram repassadas orientações sobre como realizar denúncias, prevenções e quais as medidas que podem ser tomadas ao ser vítima de um crime.  

A disponibilização das atividades visa ajudar a população mais carente e com dificuldade de acesso aos serviços da PCPR, aproximando a instituição da comunidade. Na ação, ainda foram confeccionadas 310 carteiras de identidade.  

“A edição do PCPR na Comunidade realizado em Colombo foi muito importante para atender a população do município. Foram atendidas mais de 400 pessoas no evento e as crianças da rede de ensino tiveram palestras sobre prevenção ao bullying e abuso sexual. É uma forma moderna da Polícia Civil levar segurança de forma humanizada a toda população paranaense”, destaca o coordenador do projeto, João Mario Goes. 

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A diretora da escola, Ana Paula Magalhães Strapasson, agradeceu a parceria e os serviços prestados pela polícia civil aos alunos da instituição. “Também ressalto a grande importância desse trabalho e toda a dedicação dos policiais civis para garantir a identificação e a cidadania das nossas crianças”, complementa.  

A PCPR também esteve no local com exposição de perícia papiloscópica, apresentação com os cães policiais do Núcleo de Operação com Cães (NOC) e atividades lúdicas com as crianças, visando mostrar a atuação dos policiais civis e criar uma aproximação com a comunidade.  

A moradora de Colombo, Lucimara Silva, destacou que a ação no município facilitou a vida da população, principalmente no deslocamento. “É muito bom, porque temos todos os serviços em apenas um lugar, não precisamos nos deslocar para outro lugar para confeccionar o documento de identificação, o procedimento é mais fácil”, afirma.  

PALESTRA- Durante o segundo dia de evento, foram ministradas palestras aos alunos da rede municipal de ensino sobre temas como prevenção contra violência sexual infantil e bullying. A iniciativa foi ofertada para 142 crianças, com idades entre 4 e 10 anos.  

De acordo com a delegada da PCPR Patrícia Paz, as palestras ofertadas pelo projeto PCPR na Comunidade reforçam a confiança das crianças e adolescentes na atuação da polícia, como um canal de confiança para que possam denunciar eventuais crimes.  

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“Com essas ações, realizadas em todo o Estado, os policiais civis conseguem conscientizar as crianças e adolescentes sobre esses crimes através de atividades lúdicas, como o semáforo do toque e vídeo educativos. É de extrema importância, visto que após as palestras as crianças acabam se sentindo encorajadas a relatar algum fato que estejam vivenciando”, conclui a delegada.  

PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um projeto que ocorre regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade. 

SOLICITAÇÃO- Quem tiver interesse no projeto, pode enviar um e-mail para comunicacao@pc.pr.gov.br. O setor de comunicação da PCPR irá entrar em contato para alinhar todas as informações e realizar o evento no local solicitado. Mais informações sobre o projeto podem ser verificadas através do site (https://www.policiacivil.pr.gov.br/Pagina/PCPR-na-Comunidade). 

Fonte: PJC PR

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PCPR cumpre bloqueio de R$ 3 milhões em bens de grupo ligado ao tráfico

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu ordens judiciais de bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens móveis e imóveis, totalizando mais de R$ 3 milhões em patrimônio de uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. A ação aconteceu nesta terça-feira (2), em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado.

Entre os bens bloqueados estão residências, terrenos urbanos e rurais e uma área de cinco mil metros quadrados, todos situados em Foz do Iguaçu.

Os policiais civis cumpriram mandados de busca e apreensão nos bairros Três Bandeiras, Três Lagoas e Alto da Boa Vista. Nos endereços, foram localizadas 82 gramas de maconha, uma pistola 9mm, um revólver calibre 38 e 100 munições de diversos calibres. Também foram apreendidos cinco celulares, joias, dinheiro, dois notebooks e quatro veículos, sendo dois SUVs, um veículo utilitário e uma motocicleta.

Durante a ação, um homem foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido e de uso restrito.

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INVESTIGAÇÕES – O grupo criminoso começou a ser investigado depois que a Polícia Militar do Paraná apreendeu mais de 1,7 toneladas de maconha em novembro de 2023, em uma chácara no bairro Alto da Boa Vista.

A droga estava armazenada em veículos com placas paraguaias e com placas brasileiras, além de tabletes empilhados no interior da residência. Ao todo, foram recolhidos 2.554 tabletes do entorpecente. Ao perceberem a chegada da polícia, os suspeitos que estavam no local fugiram por áreas de mata e não foram localizados.

O delegado da PCPR Rodrigo Colombelli explica que as investigações apontaram que o proprietário da chácara utilizava o espaço para armazenar e distribuir as drogas.

“Com os lucros obtidos no tráfico, ele teria adquirido bens de alto valor, como veículos, imóveis e terrenos, registrados em nome próprio ou de terceiros. Foram usados contratos particulares de compra e venda com valores subfaturados e pagamentos em espécie, prática comum na ocultação de patrimônio ilícito”, afirma.

A investigação também apontou movimentações bancárias superiores a R$ 6 milhões em um único ano, sem comprovação de origem lícita. Parte do valor, cerca de R$ 660 mil, foi fracionada em depósitos menores e os investigados ainda utilizavam negócios lícitos, como um pet shop, como uma das formas de lavar o dinheiro proveniente do tráfico.

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“Apesar do elevado patrimônio, os investigados receberam benefícios sociais federais entre 2020 e 2023, como Auxílio Emergencial, Auxílio Brasil, Bolsa Família, Auxílio Gás e Benefício Primeira Infância, somando R$ 6.620”, complementa o delegado.

A PCPR segue com as investigações para identificar todos os integrantes da organização criminosa e aprofundar a responsabilização dos envolvidos.

Fonte: PJC PR

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