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PCPR na Comunidade leva serviços de polícia judiciária, orientações e exposições para mais de 5,3 mil pessoas

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) ofereceu serviços de polícia judiciária, orientações e exposições, impactando diretamente a vida de mais de 5,3 mil pessoas em Ortigueira, Cianorte, Três Barras do Paraná e Maripá, entre os dias 26 de agosto e 1º de setembro.

Em Ortigueira, Cianorte e Três Barras do Paraná, a população foi atendida com uma ampla gama de serviços, incluindo a emissão da nova Carteira de Identidade Nacional, o registro de boletins de ocorrência e a emissão de atestados de antecedentes criminais, além de orientações e demonstrações de perícia papiloscópica. Ao todo, 1.655 documentos foram confeccionados, divididos entre os três municípios.

Os atendimentos realizados durante o PCPR na Comunidade em Três Barras do Paraná e Cianorte ocorreram em parceria com o Paraná em Ação, da Secretaria da Justiça e Cidadania (Seju) e o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), respectivamente.

“Essas ações reforçam nosso compromisso em aproximar a Polícia Civil da população, oferecendo serviços essenciais e promovendo segurança e cidadania nas comunidades atendidas”, afirmou João Mário Goes, coordenador do PCPR na Comunidade.

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Em Maripá, os policiais levaram orientações, exposições de viaturas, armamento e materiais táticos, demonstração de perícia papiloscópica e recreação para crianças. As atividades, promovidas durante a Festa das Orquídeas e do Peixe, atenderam mais de 2 mil pessoas.

As ações realizadas durante os eventos não só educaram, mas também estreitaram os laços de confiança entre a comunidade e a polícia.

PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um programa que ocorre regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.   

SOLICITAÇÃO- Quem tiver interesse no projeto, pode enviar um e-mail para comunicacao@pc.pr.gov.br. O setor de comunicação da PCPR irá entrar em contato para alinhar todas as informações e realizar o evento no local solicitado. Mais informações sobre o projeto podem ser verificadas através do site (https://www.policiacivil.pr.gov.br/Pagina/PCPR-na-Comunidade).
 

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Fonte: PJC PR

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PCPR cumpre bloqueio de R$ 3 milhões em bens de grupo ligado ao tráfico

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu ordens judiciais de bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens móveis e imóveis, totalizando mais de R$ 3 milhões em patrimônio de uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. A ação aconteceu nesta terça-feira (2), em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado.

Entre os bens bloqueados estão residências, terrenos urbanos e rurais e uma área de cinco mil metros quadrados, todos situados em Foz do Iguaçu.

Os policiais civis cumpriram mandados de busca e apreensão nos bairros Três Bandeiras, Três Lagoas e Alto da Boa Vista. Nos endereços, foram localizadas 82 gramas de maconha, uma pistola 9mm, um revólver calibre 38 e 100 munições de diversos calibres. Também foram apreendidos cinco celulares, joias, dinheiro, dois notebooks e quatro veículos, sendo dois SUVs, um veículo utilitário e uma motocicleta.

Durante a ação, um homem foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido e de uso restrito.

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INVESTIGAÇÕES – O grupo criminoso começou a ser investigado depois que a Polícia Militar do Paraná apreendeu mais de 1,7 toneladas de maconha em novembro de 2023, em uma chácara no bairro Alto da Boa Vista.

A droga estava armazenada em veículos com placas paraguaias e com placas brasileiras, além de tabletes empilhados no interior da residência. Ao todo, foram recolhidos 2.554 tabletes do entorpecente. Ao perceberem a chegada da polícia, os suspeitos que estavam no local fugiram por áreas de mata e não foram localizados.

O delegado da PCPR Rodrigo Colombelli explica que as investigações apontaram que o proprietário da chácara utilizava o espaço para armazenar e distribuir as drogas.

“Com os lucros obtidos no tráfico, ele teria adquirido bens de alto valor, como veículos, imóveis e terrenos, registrados em nome próprio ou de terceiros. Foram usados contratos particulares de compra e venda com valores subfaturados e pagamentos em espécie, prática comum na ocultação de patrimônio ilícito”, afirma.

A investigação também apontou movimentações bancárias superiores a R$ 6 milhões em um único ano, sem comprovação de origem lícita. Parte do valor, cerca de R$ 660 mil, foi fracionada em depósitos menores e os investigados ainda utilizavam negócios lícitos, como um pet shop, como uma das formas de lavar o dinheiro proveniente do tráfico.

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“Apesar do elevado patrimônio, os investigados receberam benefícios sociais federais entre 2020 e 2023, como Auxílio Emergencial, Auxílio Brasil, Bolsa Família, Auxílio Gás e Benefício Primeira Infância, somando R$ 6.620”, complementa o delegado.

A PCPR segue com as investigações para identificar todos os integrantes da organização criminosa e aprofundar a responsabilização dos envolvidos.

Fonte: PJC PR

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