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PCPR e PMPR prendem dois homens em operação contra suspeito de atirar em policiais militares em Irati

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR), com apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR), prendeu dois homens durante uma operação contra suspeito de ter atirado em policiais militares em Irati, no Sudeste do Estado. A ação aconteceu nesta segunda-feira (1), no mesmo município do crime.

A ação criminosa aconteceu em março deste ano. Na ocasião, dois indivíduos, após tentar cobrar uma dívida de um terceiro, atiraram contra os policiais para se evadir da abordagem. Um deles era menor de idade foi capturado, enquanto que o outro homem conseguiu fugir.

Após os fatos, a PCPR iniciou investigação a fim de localizar o envolvido. 

“Identificado o autor dos disparos, representamos pela prisão preventiva do indivíduo pelo crime de tentativa de homicídio qualificado por ter sido praticado contra agentes de segurança pública. Também foi representado pela busca e apreensão em seu desfavor a fim de localizar a arma de fogo utilizada”, conta o delegado da PCPR Rafael Rybandt.

O homem foi localizado na residência de seu irmão. No local, os policiais encontraram R$ 8.500 em dinheiro e apostas, o que demonstrou que ele explorava o jogo do bicho. Por isso, também foi instaurado termo circunstanciado de infração penal em seu desfavor.

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Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão também foi localizado um revólver calibre 38 sem registro. Devido a isso, o irmão do suspeito foi preso em flagrante pelo crime de posse irregular de arma de fogo de uso permitido.

Os dois foram encaminhados ao sistema penitenciário.

Fonte: PJC PR

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PCPR cumpre bloqueio de R$ 3 milhões em bens de grupo ligado ao tráfico

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu ordens judiciais de bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens móveis e imóveis, totalizando mais de R$ 3 milhões em patrimônio de uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. A ação aconteceu nesta terça-feira (2), em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado.

Entre os bens bloqueados estão residências, terrenos urbanos e rurais e uma área de cinco mil metros quadrados, todos situados em Foz do Iguaçu.

Os policiais civis cumpriram mandados de busca e apreensão nos bairros Três Bandeiras, Três Lagoas e Alto da Boa Vista. Nos endereços, foram localizadas 82 gramas de maconha, uma pistola 9mm, um revólver calibre 38 e 100 munições de diversos calibres. Também foram apreendidos cinco celulares, joias, dinheiro, dois notebooks e quatro veículos, sendo dois SUVs, um veículo utilitário e uma motocicleta.

Durante a ação, um homem foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido e de uso restrito.

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INVESTIGAÇÕES – O grupo criminoso começou a ser investigado depois que a Polícia Militar do Paraná apreendeu mais de 1,7 toneladas de maconha em novembro de 2023, em uma chácara no bairro Alto da Boa Vista.

A droga estava armazenada em veículos com placas paraguaias e com placas brasileiras, além de tabletes empilhados no interior da residência. Ao todo, foram recolhidos 2.554 tabletes do entorpecente. Ao perceberem a chegada da polícia, os suspeitos que estavam no local fugiram por áreas de mata e não foram localizados.

O delegado da PCPR Rodrigo Colombelli explica que as investigações apontaram que o proprietário da chácara utilizava o espaço para armazenar e distribuir as drogas.

“Com os lucros obtidos no tráfico, ele teria adquirido bens de alto valor, como veículos, imóveis e terrenos, registrados em nome próprio ou de terceiros. Foram usados contratos particulares de compra e venda com valores subfaturados e pagamentos em espécie, prática comum na ocultação de patrimônio ilícito”, afirma.

A investigação também apontou movimentações bancárias superiores a R$ 6 milhões em um único ano, sem comprovação de origem lícita. Parte do valor, cerca de R$ 660 mil, foi fracionada em depósitos menores e os investigados ainda utilizavam negócios lícitos, como um pet shop, como uma das formas de lavar o dinheiro proveniente do tráfico.

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“Apesar do elevado patrimônio, os investigados receberam benefícios sociais federais entre 2020 e 2023, como Auxílio Emergencial, Auxílio Brasil, Bolsa Família, Auxílio Gás e Benefício Primeira Infância, somando R$ 6.620”, complementa o delegado.

A PCPR segue com as investigações para identificar todos os integrantes da organização criminosa e aprofundar a responsabilização dos envolvidos.

Fonte: PJC PR

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