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PCPR divulga foto de foragido por estelionato contra posto de combustível em Sengés

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A Policia Civil do Paraná (PCPR) concluiu, nesta quinta-feira (13), o inquérito policial que investigava um grupo criminoso ligado ao crime de estelionato contra um posto de combustível em Sengés, na região dos Campos Gerais. Um homem, identificado como o líder do esquema, foi indiciado pela prática criminosa e encontra-se foragido.

O golpe contra o estabelecimento gerou um prejuízo de R$ 200 mil. O mesmo esquema está sendo investigado em Piraí do Sul, na mesma região, onde um posto de combustível teve um prejuizo de aproximadamente R$ 100 mil.

Segundo o delegado da PCPR Isaías Fernandes, os estelionatários se passavam por empresas reais do ramo de transporte de cargas.

“O objetivo era adquirir vultosas quantidades de combustíveis com pagamento a prazo. As vítimas descobriam que tinham caído em um golpe depois de já terem entregado muitos litros de óleo diesel, mas não receberem as parcelas do valor acertado”, explica o delegado. 

Os criminosos fingiam fazer parte de instituições que já tinham firmado contrato anteriormente com o posto de combustível a fim de passar credibilidade. Para isso, contavam com adulteração de documentos, falsificação de e-mails e outros crimes contra a fé pública e contra o patrimônio. As empresas idôneas usadas como fachada pelos criminosos não tiveram participação nos delitos.

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O homem, identificado como líder do grupo, é residente de Ourinhos, em São Paulo, e já foi alvo de mandados de busca e apreensão. Ele está foragido desde março deste ano.

As investigações prosseguem a fim de identificar demais envolvidos no crime. 

DENÚNCIAS – A PCPR solicita a colaboração da população com informações que auxiliem na localização do suspeito. As denúncias podem ser feitas pelos telefones 197, da PCPR, 181, do Disque-Denúncia ou (43) 3567-2226, diretamente à equipe de investigação

Fonte: PJC PR

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PCPR cumpre bloqueio de R$ 3 milhões em bens de grupo ligado ao tráfico

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu ordens judiciais de bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens móveis e imóveis, totalizando mais de R$ 3 milhões em patrimônio de uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. A ação aconteceu nesta terça-feira (2), em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado.

Entre os bens bloqueados estão residências, terrenos urbanos e rurais e uma área de cinco mil metros quadrados, todos situados em Foz do Iguaçu.

Os policiais civis cumpriram mandados de busca e apreensão nos bairros Três Bandeiras, Três Lagoas e Alto da Boa Vista. Nos endereços, foram localizadas 82 gramas de maconha, uma pistola 9mm, um revólver calibre 38 e 100 munições de diversos calibres. Também foram apreendidos cinco celulares, joias, dinheiro, dois notebooks e quatro veículos, sendo dois SUVs, um veículo utilitário e uma motocicleta.

Durante a ação, um homem foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido e de uso restrito.

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INVESTIGAÇÕES – O grupo criminoso começou a ser investigado depois que a Polícia Militar do Paraná apreendeu mais de 1,7 toneladas de maconha em novembro de 2023, em uma chácara no bairro Alto da Boa Vista.

A droga estava armazenada em veículos com placas paraguaias e com placas brasileiras, além de tabletes empilhados no interior da residência. Ao todo, foram recolhidos 2.554 tabletes do entorpecente. Ao perceberem a chegada da polícia, os suspeitos que estavam no local fugiram por áreas de mata e não foram localizados.

O delegado da PCPR Rodrigo Colombelli explica que as investigações apontaram que o proprietário da chácara utilizava o espaço para armazenar e distribuir as drogas.

“Com os lucros obtidos no tráfico, ele teria adquirido bens de alto valor, como veículos, imóveis e terrenos, registrados em nome próprio ou de terceiros. Foram usados contratos particulares de compra e venda com valores subfaturados e pagamentos em espécie, prática comum na ocultação de patrimônio ilícito”, afirma.

A investigação também apontou movimentações bancárias superiores a R$ 6 milhões em um único ano, sem comprovação de origem lícita. Parte do valor, cerca de R$ 660 mil, foi fracionada em depósitos menores e os investigados ainda utilizavam negócios lícitos, como um pet shop, como uma das formas de lavar o dinheiro proveniente do tráfico.

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“Apesar do elevado patrimônio, os investigados receberam benefícios sociais federais entre 2020 e 2023, como Auxílio Emergencial, Auxílio Brasil, Bolsa Família, Auxílio Gás e Benefício Primeira Infância, somando R$ 6.620”, complementa o delegado.

A PCPR segue com as investigações para identificar todos os integrantes da organização criminosa e aprofundar a responsabilização dos envolvidos.

Fonte: PJC PR

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