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Universidades estaduais têm 1,4 mil vagas em cursos de idiomas para o segundo semestre

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As universidades estaduais de Londrina (UEL), de Maringá (UEM), de Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste) e do Norte do Paraná (UENP) estão com inscrições abertas para 1.418 vagas em cursos de idiomas. São 57 turmas distribuídas em três línguas, sendo 18 de inglês, 18 de francês e 21 de espanhol, em diferentes níveis de proficiência. As aulas iniciam entre 6 de agosto e 9 de setembro, de acordo com o calendário acadêmico de cada instituição de ensino superior.

Os cursos são ofertados por meio do programa Paraná Fala Idiomas (PFI) nas modalidades presencial com 40 turmas, e a distância, com 17 turmas, nos períodos da manhã, tarde e noite. A UEL e a Unioeste contam com vagas remanescentes para os cursos de espanhol, que iniciaram as aulas neste mês. As universidades avaliam a abertura de novas turmas ainda no segundo semestre letivo de 2024. A expectativa é ampliar em um total de 2.312 vagas para os três idiomas.

A ação é voltada para pesquisadores, professores, estudantes e agentes universitários vinculados às instituições estaduais de ensino superior. Os cursos têm uma metodologia específica que leva em consideração as demandas desse público. O objetivo do PFI é contribuir para ações de internacionalização, a partir do preparo da comunidade acadêmica para programas de intercâmbio e eventos no Exterior.

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O programa é considerado estratégico pelo Governo do Estado e é viabilizado pelo Fundo Paraná de fomento científico e tecnológico, dotação orçamentária administrada pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti). Os recursos são destinados para o custeio de bolsas-auxílio para professores e estudantes universitários, além de profissionais de idiomas do mercado contratados para ministrar aulas no programa.

PROGRAMA – Desenvolvido desde 2014, o programa já formou um total de 14.828 alunos dos três cursos de idioma ministrados em todas as sete instituições estaduais de ensino superior. A iniciativa atua em diversos níveis do processo de inserção das universidades estaduais no contexto mundial, desde o preparo da comunidade acadêmica para participação em projetos de pesquisas no Exterior até a viabilização de disciplinas em língua estrangeira no próprio âmbito das instituições.

Serviço:

Universidade Estadual de Londrina (UEL)

PFI – Espanhol

Inscrições: até 5 de agosto – AQUI

Início das aulas: 23 de julho

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Vagas disponíveis: 17 vagas remanescentes

Universidade Estadual de Maringá (UEM)

PFI – Francês

Inscrições: até 31 de julho – AQUI (acesso exclusivo para comunidade acadêmica)

Início das aulas: 12 de agosto

PFI – Espanhol

Inscrições: até 30 de julho – AQUI

Início das aulas: 12 de agosto

Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

PFI – Inglês

Inscrições: até 5 de agosto – AQUI

Início das aulas: 6 de agosto

PFI – Francês

Inscrições: até 2 de agosto – AQUI

Início das aulas: 5 de agosto

Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste)

PFI – Inglês

Inscrições: até 9 de agosto – AQUI

Início das aulas: 12 de agosto

PFI – Francês

Inscrições: até 9 de agosto – AQUI

Início das aulas: 12 de agosto

PFI – Espanhol

Inscrições: até 5 de agosto – AQUI

Início das aulas: 13 de julho (cursos de 60h) e 7 de agosto (cursos de 30h)

Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP)

PFI – Espanhol

Inscrições: até setembro – AQUI

Início das aulas: a partir de 9 de setembro

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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