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UEM tem mais de 33 mil inscritos no Vestibular de Verão e PAS 2024

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Mais de 33 mil pessoas vão concorrer a vagas de graduação na Universidade Estadual de Maringá (UEM) por meio do Vestibular de Verão e do Processo de Avaliação Seriada (PAS) 2024. As inscrições para ambos os processos seletivos terminaram em novembro. São 1,2 mil inscritos a mais em relação ao ano passado. Foram 31.899 candidatos em 2023 e 33.115 neste ano, somadas as duas modalidade.

Os editais com a relação de inscrições homologadas podem ser consultados no site da Comissão de Vestibular Unificado (CVU) ou no App Vestibular UEM.

A prova do PAS será aplicada neste domingo (1º) em Maringá e em outras dez cidades paranaenses – Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Goioerê, Ivaiporã, Loanda, Londrina, Paranavaí e Umuarama. Já a prova do Vestibular de Verão 2024 será realizada em 12 de janeiro de 2025. No último domingo (24), porém, candidatos ao curso de Música prestaram a prova de habilidades específicas e o resultado da avaliação já está disponível no site da CVU e no App Vestibular UEM.

Somados, os processos seletivos ofertam 1.266 vagas para mais de 70 cursos de graduação presenciais e gratuitos da UEM, distribuídos entre o câmpus-sede, em Maringá, e outros cinco câmpus regionais da instituição: Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã e Umuarama. Os resultados dos processos seletivos serão divulgados em 31 de janeiro.

Ambos os concursos preveem ingresso em 2025, quando o calendário acadêmico da UEM voltará a coincidir com o calendário civil. O próximo ano letivo terá início em março e término em dezembro do ano que vem. Portanto, os aprovados no Vestibular de Verão e no PAS 2024 ingressarão na Universidade com o calendário já ajustado, o que não ocorria há seis anos.

Outra novidade é que tanto Vestibular de Verão quanto PAS ofertam vagas para cinco novos cursos de graduação da UEM – Engenharia Têxtil e Serviço Social, no câmpus de Maringá; e Arquitetura e Urbanismo, Engenharia de Computação e Tecnologia em Gastronomia, no Câmpus Regional de Umuarama (CAU). Recém-aprovadas, as novas graduações receberão estudantes pela primeira vez.

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Além disso, cursos já ofertados pela instituição serão desenvolvidos em novos turnos. É o caso da graduação em Música, no câmpus Maringá, que terá aulas em período matutino. Já os cursos de Engenharia Ambiental e Engenharia de Alimentos, ambas do CAU, em Umuarama, passarão a ser ofertados no período noturno.

DADOS – Ao todo, 9.189 candidatos se inscreveram no Vestibular de Verão 2024 – um aumento de 4,4% em relação aos 8,7 mil inscritos do ano passado. O processo seletivo oferta 892 vagas de graduação, sendo 489 para ampla concorrência e 403 destinadas às cotas sociais, para negros e para Pessoas com Deficiência (PcD).

A maior parte dos candidatos vem do Paraná: 85,7%. O estado de São Paulo é representado por 9,4% dos inscritos, seguido por Mato Grosso do Sul (1,8%), Santa Catarina (1%) e Mato Grosso (0,5%). Os outros 1,5% são oriundos de demais estados brasileiros.

Para o vestibular, seguem válidas as mudanças promovidas pela CVU no ano passado. A principal delas foi a eliminação da prova de conhecimentos específicos, para que cada candidato possa se inscrever em até três opções de cursos diferentes . As graduações escolhidas não precisam ser de uma mesma área.

O curso de Medicina foi o mais procurado como primeira opção dos candidatos ao vestibular, com 608,6 candidatos para cada vaga na graduação. Entre os cursos mais concorridos, também destacam-se Odontologia (67,75 candidatos por vaga), Ciência da Computação (51,5), Direito Noturno (50,45) e Psicologia (50,45). É possível consultar a relação candidato/vaga de todos os cursos no Vestibular de Verão 2024  aqui , ou por meio do site da CVU e do App Vestibular da UEM

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Já o PAS 2024 somou, ao todo, 23.926 inscrições, ou seja, 824 a mais do que em 2023. O predomínio também é de estudantes paranaenses, que representam 84,3% dos candidatos. Ainda há inscritos de São Paulo (12,4%), Mato Grosso do Sul (2,5%), Mato Grosso (0,3%) e Santa Catarina (0,2%), entre outros estados brasileiros (0,2%).

Participam do PAS estudantes de ensino médio de escolas públicas ou privadas cadastradas junto à UEM. A avaliação ocorre de forma seriada: ao final de cada ano do ensino médio, os estudantes realizam uma prova que contempla conteúdos específicos da série em que estão matriculados. O desempenho obtido em cada prova é acumulado e determina o escore final do estudante no processo.

Neste ano, os 3,2 mil inscritos na terceira etapa do PAS concorrem a 374 oportunidades de ingresso na UEM. São 209 para ampla concorrência e 165 via política de cotas. Novamente, Medicina aparece como o curso mais concorrido, com 159,5 candidatos por vaga na modalidade universal. Biomedicina (63), Ciência da Computação (62), Psicologia (58) e Enfermagem (48) também estão entre as graduações mais procuradas pelos candidatos.

 A  relação candidato/vaga  de todos os cursos ofertados pelo PAS também está disponível nos canais de comunicação oficiais do processo seletivo.

Mais informações sobre ambos os concursos podem ser encontradas nos sites do Vestibular da UEM e do PAS e no App Vestibular da UEM. Em caso de dúvidas, é possível consultar a Secretaria Virtual da CVU.

Fonte: Governo PR

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Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

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Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

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Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

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LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

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