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UEM divulga 3ª etapa do processo de vagas remanescentes de graduação

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A Diretoria de Assuntos Acadêmicos (DAA) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) divulga a chamada única da terceira etapa do Processo de Aproveitamento de Vagas Remanescentes para ingresso no ano letivo de 2023, e que prevê uma nova forma de ingresso por meio do Histórico Escolar e uma Redação, a ser redigida de forma on-line no formulário de inscrição.

São 666 vagas em cursos presenciais e 145 em cursos EaD, totalizando 811 vagas. As inscrições serão feitas no site da DAA nos dias 17, a partir das 10h, e 18 de junho, até as 23h59. O candidato precisa indicar, no ato da inscrição, até cinco cursos, em ordem de preferência, para os quais deseja concorrer para vaga remanescente.

A redação deverá ser redigida durante o preenchimento do Formulário de Inscrição. Com valor de zero a 100 pontos, o tamanho estabelecido para o texto é de 10 a 15 linhas digitadas (aproximadamente 850 a 1300 caracteres). Os critérios para a avaliação são a capacidade de produzir o que foi solicitado, atendimento à modalidade culta da língua escrita e a capacidade de estabelecer relações entre ideias na organização textual.

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O resultado será divulgado até 21 de julho. Os aprovados deverão realizar a matrícula, exclusivamente no site da DAA, entre os dias 21 a 23 de julho. Os documentos obrigatórios para a efetivação da matrícula são: certidão de nascimento ou casamento; documento de identidade (RG ou CHN) e histórico escolar do Ensino Médio com certificado de conclusão.

Os classificados para o curso de Graduação em Música, em qualquer uma de suas habilitações, devem ser submetidos à prova de habilidades específicas.

O Processo de Aproveitamento de Vagas Remanescentes é gratuito e o ingresso no curso será imediato.

Confira as vagas disponíveis:

Câmpus-sede – Maringá

Administração; Bioquímica; Ciências Econômicas; Ciências Sociais – Licenciatura; Engenharia Civil; Engenharia de Alimentos; Engenharia de Produção – Agroindústria; Engenharia Elétrica; Engenharia Química; Estatística; Farmácia; Filosofia; Física – Bacharelado; Física – Licenciatura; Geografia – Bacharelado Noturno; Geografia – Licenciatura Matutino; Geografia – Licenciatura Noturno; História Matutino; Letras – Inglês – Licenciatura/Bacharelado; Letras – Português/Francês – Licenciatura; Letras – Português – Licenciatura; Matemática – Bacharelado; Matemática – Licenciatura; Música – Bacharelado – Composição; Música – Bacharelado – Contrabaixo; Música – Bacharelado – Flauta Transversal; Música – Bacharelado – Violão; Música – Bacharelado – Regência; Música – Licenciatura – Educação Musical; Pedagogia Matutino; Pedagogia Noturno; Química – Bacharelado; Química – Licenciatura e Zootecnia.

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Câmpus Regional de Cianorte

Ciências Contábeis, Design, Moda e Pedagogia.

Câmpus do Arenito – Cidade Gaúcha

Engenharia Agrícola.

Câmpus Regional de Goioerê

Engenharia de Produção, Engenharia Têxtil, Física – Bacharelado em Física Médica e Física – Licenciatura.

Câmpus Regional do Vale do Ivaí – Ivaiporã

Educação Física, História e Serviço Social

Câmpus Regional de Umuarama

Agronomia, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Alimentos, Medicina Veterinária, Tecnologia em Alimentos, Tecnologia em Construção Civil e Tecnologia em Meio Ambiente.

Modalidade de Educação a Distância/Polo

Ciências Biológicas: Astorga, Goioerê, Nova Londrina, Sarandi, Assaí e Londrina.

Física: Goioerê, Umuarama, Londrina e Pato Branco.

História: Astorga, Engenheiro Beltrão, Goioerê, Cruzeiro do Oeste, Tamarana.

Letras: Assaí, Astorga, Flor da Serra do Sul, Jaguapitã e São João do Ivaí.

Tecnólogo em Gestão Pública: Paranavaí, Nova Londrina, Astorga e Faxinal.

Outras informações podem ser obtidas no site do DAA ou no Edital que regulamente esse processo seletivo.

Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

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Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

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Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

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LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

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