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Turnê com Coral Sanepar e João Bosco chega a Maringá e Londrina no fim de semana

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O Coral Sanepar e o cantor João Bosco estão fazendo uma turnê estadual para comemorar os 60 anos da Companhia de Saneamento do Paraná. Nesta semana, os eventos estão programados para Maringá, na sexta (30), e Londrina, no sábado (01).

Em Maringá, no Noroeste, o espetáculo será no Teatro Marista, às 20h. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados a partir desta segunda-feira (26), das 9h às 12h e das 14h às 18h, no hall do Teatro Calil Haddad; e das 10h às 22h, na central de troca de cupons, no Shopping Avenida Center.

Em Londrina, no Norte do Estado, o show cultural comemorativo ao aniversário da Sanepar acontece no dia 1º de julho, às 20h, no Teatro Marista. Os interessados podem retirar seus ingressos gratuitamente na bilheteria do próprio teatro, das 9h às 12h e das 13h às 18h.

Para os dois espetáculos serão disponibilizados dois ingressos por pessoa, mediante preenchimento de formulário com nome e CPF no momento da retirada.

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A parceria entre o Coral Sanepar e o cantor, violonista e compositor brasileiro João Bosco, teve início no show especial em Curitiba, no Teatro Guaíra, para comemorar os 60 anos da Companhia de Saneamento do Paraná no dia 23 de janeiro último.

O show, que iniciou a turnê no Interior do Estado por Cascavel (Oeste) e Pato Branco (Sudoeste), está dividido em três momentos que levam ao palco músicas consagradas na voz de um dos maiores nomes da MPB. João Bosco e o Coral Sanepar interpretam juntos sete músicas, entre elas “O Bêbado e a Equilibrista” e “Nação”. João Bosco faz solo das músicas “Ronco da Cuíca”, “Papel Machê”, “Jade”, “De Frente Pro Crime” e “Sinhá”; e o Coral Sanepar interpreta quatro músicas desfilando clássicos de Milton Nascimento, Gilberto Gil, Cláudio Nucci e do próprio João Bosco.

As músicas serão todas acompanhadas de uma banda base com 10 músicos e que foi montada para preservar a característica e o formato de improviso, meio jazzístico, de João Bosco. Por isso, a base terá piano, sax, flauta, trombone e trompete, além de bateria, percussão, baixo elétrico e acústico, guitarra, violão e cavaquinho.

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As comemorações culturais com o Show Bordando o Som serão encerradas nos dias 7 de julho em Ponta Grossa (Campos Gerais), e no dia 8 de julho em Guarapuava (Centro-Sul).

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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