NOVA AURORA

PARANÁ

Toledo, Manoel Ribas e Ponta Grossa são destaques dos JEPs-Bom de Bola

Publicado em

As equipes de Toledo, Manoel Ribas e Ponta Grossa foram destaques na edição 2024 dos Jogos Escolares do Paraná (Jeps)-Bom de Bola, o maior evento escolar de futebol de campo, que reúne atletas de 12 a 14 (ensino fundamental) e de 15 a 17 anos (ensino médio), masculino e feminino, de escolas públicas e particulares. 

Os vencedores foram definidos nesta terça-feira (15), após cinco dias de competição da etapa final, que reuniu 1.500 alunos e professores em Pérola, no Noroeste do Estado. Foi a primeira vez que o município, de cerca de 11 mil habitantes, recebeu o evento, que movimentou hotéis, restaurantes e comércio local.

Toledo, no Oeste, levou para casa duas medalhas no feminino – ouro, na categoria 15 a 17 anos, e prata, na categoria 12 a 14 anos, ambas com o Colégio Estadual Senador Atílio Fontana. “Sair com uma medalha de ouro e uma de prata é uma grande honra para todos nós”, Leandro Soares, coordenador de Educação Física do Núcleo Regional de Toledo.

Leia Também:  MON oferece oficinas e mediações para interessados "mergulharem" nas obras

Manoel Ribas, na região Central, foi campeã no feminino de 12 a 14 anos, da Escola Estadual Nereu Ramos, e levou bronze na categoria 15 a 17 anos, com o Colégio Estadual Professora Reni C. Camper. Já Ponta Grossa, nos Campos Gerais, foi destaque no masculino: ouro na categoria 15 a 17, com o Colégio Dynâmico, e bronze na categoria 12 a 14, com o Colégio Integração.

Promovidos pelo Governo do Estado, por meio das secretarias do Esporte e da Educação, os Jeps-Bom de Bola 2024 tiveram 17 mil inscritos, de 397 municípios, divididos em 32 regionais na etapa regional. A fase seguinte, a macrorregional, foi disputada em setembro e reuniu 3,3 mil atletas, professores e técnicos de 104 municípios. As sedes foram Balsa Nova, São Mateus do Sul, Dois Vizinhos, Boa Vista da Aparecida, Nossa Senhora das Graças, Porto Rico, Jardim Alegre e Ribeirão do Pinhal. 

A coordenadora dos Jogos Escolares, Márcia Tomadon, definiu as finais como uma grande festa do esporte escolar e destacou a organização da competição, à cargo da Prefeitura de Pérola. “A cidade abraçou o evento, todos os atletas e equipes foram muito bem recebidos”, disse ela, que destacou, também, a qualidade da estrutura dos campos onde aconteceram os jogos.

Leia Também:  Ação do IDR-Paraná minimiza perdas na colheita de soja na região de Maringá

Confira os campeões dos JEPs-Bom de Bola nas quatro categorias:

Feminino: 15 a 17 anos

1º CE Senador Atílio Fontana (Toledo)

2º Colégio Estadual do Paraná (Curitiba)

3º CE Professora Reni C. Gamper (Manoel Ribas)

Feminino: 12 a 14

1º EE Nereu Ramos (Manoel Ribas)

2º CE Sen Atílio Fontana (Toledo)

3º CE Duque de Caxias (Nova Olímpia)

Masculino: 15 a 17

1º C Dynâmico (Ponta Grossa)

2º C Colégio Loanda (Loanda)

3º CE Professora Eudice Ravagnani de Oliveira (Florestópolis)

Masculino: 12 a 14

1º C Ética Santos Dumont (Londrina)

2º EE Nossa Sra Graças (Irati)

3º C Integração (Ponta Grossa)

Mais informações sobre os resultados estão disponíveis no site da Secretaria do Esporte do Paraná  e também no aplicativo da Paraná Esporte: APP Store e Google Play.

Fonte: Governo PR

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

PARANÁ

Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

Published

on

By

Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

Leia Também:  Celepar mostra tecnologias alinhadas a iniciativas internacionais na Smart City

Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

Leia Também:  Com avanço na microdrenagem, obras da Orla de Matinhos atingem 94,13% de conclusão

LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

PARANÁ

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA