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Tecpar comemora 84 anos com implantação de novo parque tecnológico

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O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) completa 84 anos de fundação nesta quinta-feira (6) executando projetos que vão consolidar a instituição como laboratório público oficial na área da saúde e também que reforçam sua presença no Interior do Estado.

Empresa pública do Governo do Paraná, o Tecpar foi fundado em junho de 1940 e hoje cumpre o papel de indutor de inovação e de novas tecnologias, com foco em contribuir com a economia e o desenvolvimento regional.

O diretor-presidente do Instituto, Celso Kloss, avalia que, ao comemorar os 84 anos do instituto, celebra-se também o cumprimento de sua missão pública ao longo desses anos. “Neste período, o Tecpar cumpriu, e continua a cumprir, seu papel como laboratório público oficial e também como um instituto indutor do desenvolvimento de novas tecnologias e de apoio ao mercado, com serviços tecnológicos de seu complexo laboratorial e de sua divisão de certificação”, exemplifica.

Kloss ressalta que a celebração desse marco coincide com a implantação do projeto do Parque Tecnológico da Saúde do Tecpar em Maringá, uma nova frente de atuação. “O Tecpar é um laboratório público oficial, o que significa que tem entre seus objetivos o fornecimento de produtos ao Sistema Único de Saúde (SUS). Ao longo da sua história, deu inúmeras contribuições à saúde pública brasileira e, aos 84 anos, executa um projeto que irá consolidá-lo como fornecedor público nacional”, destacou.

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NOVO PARQUE – O projeto ao qual o diretor-presidente se refere é a unidade industrial voltada à produção de fórmulas nutricionais no futuro Parque Tecnológico em Maringá. Em maio, o Tecpar assinou, na presença do vice-governador Darci Piana, um protocolo de intenções com a empresa Astra Medical Supply para o desenvolvimento conjunto de uma planta produtiva no parque tecnológico da cidade do Noroeste do Estado.

A implantação da fábrica faz parte da fase 2 do projeto de instalação do Parque Tecnológico em Maringá, que tem como objetivo atrair várias empresas especializadas em pesquisa e desenvolvimento de produtos de ponta na área de saúde.

A escolha da empresa se deu após um chamamento público, que teve como vencedor o consórcio das empresas Astra Medical Supply e Nucitec. Além da instalação da indústria para produção nacional das fórmulas de nutrição clínica especializada, a parceria também prevê a transferência de tecnologia para o instituto paranaense.

As primeiras fórmulas nutricionais produzidas no parque serão utilizadas para alimentação de pessoas com Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV), um efeito adverso à saúde decorrente de uma resposta imune específica que ocorre na exposição a uma proteína presente neste alimento. Os produtos serão destinados ao SUS, atendendo a uma demanda nacional por este tipo de fórmula.

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A plataforma de desenvolvimento industrial para formulações pediátricas, como no caso da APLV, é considerada estratégica pelo Ministério da Saúde para atender essa doença negligenciada e também um desafio em saúde e de solução produtiva e tecnológica para o SUS. A recomendação do órgão é que haja produção de medicamentos e formulações para tratamento da população pediátrica de forma a garantir o abastecimento em nível nacional.

A fase 1 da implantação do parque tecnológico contempla a infraestrutura no local, um terreno doado pela Prefeitura de Maringá ao Tecpar, com área de 100 mil metros quadrados. A previsão é que ainda no mês de junho seja divulgada a empresa cuja proposta de construção da infraestrutura foi a vencedora do processo licitatório.

Fonte: Governo PR

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Estado incentiva inscrições para 2ª Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia

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Estão abertas as inscrições para a 2ª edição da Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia (Obict), competição de conhecimentos específicos na área voltada para alunos desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio ou Ensino Médio Técnico das redes públicas e privadas de todo o País.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de forma online pelo site www.obict.com.br/ ou pelo aplicativo Olímpico, disponível para os sistemas iOS e Android, até o dia 14 de abril, às 22h. As inscrições podem ser feitas pelos professores responsáveis das instituições de ensino, quanto de forma avulsa pelos alunos interessados.

Na primeira edição da Obict, o Paraná já demonstrou ser uma potência na competição. Além de ser o Estado com mais inscritos em todo o País (3.118 de 36.500 alunos), três estudantes do município de Borrazópolis, no Vale do Ivaí, conquistaram medalhas de ouro.

Para o secretário estadual da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, o Paraná tem todos os recursos para se destacar novamente na segunda edição da Olimpíada. “Vamos fazer um trabalho muito forte em conjunto com outras secretarias, principalmente a de Educação, para que nossos alunos participem ativamente da competição e que neste ano possam ter ainda mais alunos sendo premiados”.

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Os medalhistas de ouro, Gabriel Telles, João Paulo Machado Filho e Kauê dos Santos, cursam o 1º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual José de Anchieta, mas foram premiados na categoria Ensino Fundamental, pelo desempenho nas provas aplicadas em 2024, quando então estavam matriculados na Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, também em Borrazópolis.

“Os estudantes paranaenses têm se destacado em competições como a Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia, e isso é fruto de um trabalho contínuo direcionado à inovação e à inclusão de componentes curriculares como programação e robótica nas escolas paranaenses. Você que é estudante da rede estadual, inscreva-se na olimpíada, e você, professor, incentive seus estudantes a participarem. Vamos, juntos, mostrar a qualidade da educação paranaense para todo o Brasil”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.

COMO FUNCIONA – A Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia será dividida em quatro fases, sendo as duas primeiras de forma online e as duas últimas, presenciais. A primeira fase é a online e acontece entre os dias 2 e 14 de abril, com uma prova que utiliza recursos multimídia e com possibilidade de consulta. A segunda está prevista para entre os dias 21 e 27 de abril, também no formato online, mas sem possibilidade de consulta.

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A terceira etapa, marcada para 30 de maio, será presencial e aplicada em diversos polos ao redor do Brasil. A quarta e última fase também acontece de forma presencial, com data e local a serem divulgados pela organização da competição.

São quatro categorias: Júnior, para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental; Sênior, para alunos do Ensino Médio e Técnico; a categoria livre, aberta para adultos e familiares acompanharem e incentivarem os jovens, e por fim a categoria para estudantes de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, novidade da segunda edição da Obict.

A inclusão da nova categoria visa estimular desde cedo o interesse de crianças pelos estudos em ciência, tecnologia e inovação, além do espírito competitivo. Todos os alunos inscritos recebem certificados de participação, e os melhores colocados recebem uma medalha exclusiva ao final da competição.

Fonte: Governo PR

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