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Semana da Família integrou pais e comunidade escolar em toda a rede estadual

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Criada pela Secretaria da Educação com o objetivo de integrar as famílias dos alunos de colégios estaduais, professores e funcionários, a Semana da Família, celebrada de segunda até esta sexta-feira (05 a 10), aconteceu em toda rede estadual com as mais diferentes ações.

Escolas vestiram a camisa e promoveram atividades culturais, recreativas, premiações, passeios e ações beneficentes. Reconhecendo a importância da participação ativa dos pais na educação de seus filhos, a iniciativa buscou proporcionar um espaço de encontro e interação, no qual as famílias possam conhecer mais de perto as escolas, os professores e as atividades desenvolvidas.

“Quando os pais conhecem de perto o ambiente escolar e têm contato direto com os profissionais envolvidos na educação de seus filhos, eles se sentem mais seguros e confiantes em relação ao processo educativo”, afirmou o secretário da Educação, Roni Miranda.

Além disso, segundo o secretário, essa maior proximidade também facilita a comunicação e o diálogo entre pais e professores, permitindo a troca de informações efetiva sobre o desempenho acadêmico e o desenvolvimento dos alunos. 

“As atividades propostas durante a semana da família, como encontros, palestras, passeios e ações em prol da comunidade, proporcionaram momentos de aprendizado e integração. Os pais puderam se envolver ativamente na vida escolar de seus filhos”, disse Miranda. “Essas vivências colaboram para uma maior valorização da educação, estimulando o interesse dos pais em participar das atividades escolares ao longo do ano”.

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AÇÕES  No Colégio Estadual do Campo Heloísa Infante, em Jacarezinho, no Norte Pioneiro, a Semana da Família contou com a participação de cerca de 40 pais e familiares. Durante os dias 6 e 7 de junho, a escola realizou atividades especiais, incluindo palestras e café da manhã em conjunto com as famílias.

A diretora Alessandra Nara Santos destacou a importância da iniciativa. “A atividade é muito importante para fortalecer a integração dos pais com a escola e estabelecer uma parceria sólida em prol da educação dos alunos”, disse. O Campo Heloísa Infante conta com 110 alunos e possui uma equipe de 25 professores e pedagogos.

Já no Colégio Estadual Bandeirantes do Oeste, em Goioerê, no Centro-Oeste do Estado, a equipe de pais e professores estendeu a programação numa caminhada em meio à natureza, no município de Quarto Centenário. “Fizemos o percurso a pé até o ‘Paradão’, ponto em meio à floresta com rios e cachoeiras. No trajeto, recolhíamos todo o lixo que encontrávamos. Foi um passeio agradável, repleto de natureza e ar puro. Uma forma de conectar as famílias ao meio ambiente e colaborar com a preservação”, afirmou a diretora da instituição, Maria Jeanete Oliveira.

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Em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, o evento foi uma oportunidade para a prática da consciência de consumo. No Colégio Estadual Professora Agalvira Bitencourt Pinto, um bazar foi organizado em parceria com entidades comunitárias, no qual mais de 5 mil peças de roupas em bom estado foram doadas.

“Ao todo, 150 familiares participaram da ação. O evento envolveu alunos dos três turnos da escola e serviu como ponte entre a comunidade escolar e as famílias”, afirmou o diretor Alessandro Vieira Rosa.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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