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Segunda edição do programa Sanepar Startups será lançado no 32º Congresso da ABES

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O maior programa de Inovação Aberta no Setor de Saneamento Ambiental (Sanepar Startups) do Brasil, lança, nesta segunda-feira (22), a 2ª edição do edital que tem como objetivo promover e selecionar soluções inovadoras e sustentáveis para os desafios do setor de saneamento ambiental

A iniciativa é uma parceria entre a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), o Parque Tecnológico Itaipu Brasil (PTI-BR), a Finep – Inovação e Pesquisa, empresa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná (Sebrae/PR) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Para promover a inovação tecnológica sustentável, nesta edição, serão investidos nas soluções selecionadas até R$ 750 mil, totalizando com a primeira fase R$ 1,5 milhão em recursos não reembolsáveis disponibilizados para startups. As startups de todo o Brasil interessadas em participar do Programa poderão apresentar suas propostas com base nas quatro temáticas: otimização de processos produtivos, infraestrutura resiliente e sustentável, recursos hídricos e clima e melhoria na relação com o cliente.

O lançamento da segunda edição da iniciativa ocorrerá durante a programação do 32º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), importante evento de saneamento e meio ambiente do Brasil, que será realizado em Belo Horizonte (MG). De acordo com o edital, os recursos destinados a cada projeto são de até R$ 150 mil cada, para testes e homologação das soluções.

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Além do recebimento de recursos financeiros, as empresas selecionadas também terão a oportunidade de ter o acesso à infraestrutura e apoio técnico para desenvolvimento da solução, conexão com os parceiros do programa para suporte, acessibilidade de homologação das soluções no setor e mentorias técnicas e de negócios.

“A inovação para a sustentabilidade é uma abordagem fundamental para avançarmos com os desafios inerentes ao setor de saneamento ambiental no Brasil. As startups, especificamente, com suas culturas ágil e disruptiva, podem colaborar diretamente com os prestadores de serviços de saneamento na missão de geração de valor para a sociedade”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile.

IMPORTÂNCIA DO PROGRAMA – Segundo o diretor de inovação da FINEP, Elias Ramos de Souza, o edital Sanepar Startups é uma oportunidade única para impulsionar a inovação aberta no setor de saneamento. “Junto de nossos parceiros, estamos em busca de soluções disruptivas que possam contribuir para a melhoria da gestão dos recursos hídricos e a sustentabilidade ambiental. A Finep fica muito satisfeita em fomentar startups engajadas em transformar positivamente o cenário do saneamento no Brasil”, afirmou.

O diretor de negócios e inovação do PTI-BR, Eduardo de Miranda, reforçou a importância do Programa para o incentivo a criação de negócios inovadores, produtos e soluções que vão impactar positivamente na sustentabilidade e na vida das pessoas. “O Parque Tecnológico Itaipu busca estimular o potencial das startups, auxiliando em seu crescimento, desenvolvimento e capacitação. É uma iniciativa que vai solucionar importantes desafios para o setor de água e saneamento e principalmente, contribuir com o desenvolvimento social de forma econômica e sustentável”, disse.

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O gerente de Pesquisa e Inovação da Sanepar, Gustavo Possetti, cita que o primeiro edital do Programa já trouxe resultados muito promissores e que todos os parceiros estão engajados para aumentar ainda mais os impactos da iniciativa. “O SaneparStartups colaborou para o fortalecimento do ecossistema de inovação brasileiro dedicado ao setor de saneamento ambiental. As cinco startups selecionadas no primeiro edital têm demonstrado por meio de suas provas de conceito como a inovação aberta contribui para a melhoria de processos e na geração de benefícios para a sociedade. Estamos em uma trajetória de aprendizado e com uma expectativa ainda maior para o segundo edital”.

INSCRIÇÕES

O formulário de inscrição estará disponível, a partir do dia 22 de maio, no SITE. Todos os detalhes do edital como, os desafios de cada tema, prazos e entre outras informações adicionais, também podem ser conferidos no mesmo endereço.
 

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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