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Secretaria da Saúde promove ação para imunizar seus servidores contra Influenza e Covid-19

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) promove nesta quinta e sexta-feira (27 e 28) uma ação para aplicar as doses e imunizar seus servidores contra a Influenza e Covid-19. Em Curitiba, a vacinação ocorre no prédio da 2ª Regional de Saúde Metropolitana (2ª RS).

A ação ocorre simultaneamente na 5ª Regional de Saúde (RS) de Guarapuava, 10ª RS de Cascavel e 19ª RS de Jacarezinho. A orientação é para que as 22 Regionais de Saúde vacinem todos os seus servidores.
A Sesa segue as recomendações e orienta a vacinação para os públicos elencados conforme as diretrizes do Programa Nacional de Imunização (PNI).

“Espero que esta ação sirva de motivação para que as secretarias municipais de saúde, hospitais e outros estabelecimentos também realizem este serviço”, disse o secretário Beto Preto. “É preciso levar a vacina para perto das pessoas. O Governo do Estado trabalha incansavelmente e vai continuar promovendo ações de saúde e vacinação para a população de todo território paranaense”, acrescentou.

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A Sesa tem orientado para que as secretarias de saúde dos 399 municípios desenvolvam ações para fortalecer a adesão à vacina.

“A vacina precisa chegar até o cidadão, seja nas escolas, creches, locais de trabalho e hospitais. Práticas como esta servem para facilitar e disponibilizar a vacina para aquele cidadão que tem o direito de receber a dose, mas não tem a disponibilidade de comparecer a uma Unidade Básica de Saúde”, explicou a coordenadora de Imunização da Sesa, Virgínia Dobkowski Franco dos Santos.

“Essa é uma iniciativa muito importante para promover e imunizar um grande número de pessoas em um único dia. Não precisar se ausentar ao trabalho e ainda poder se imunizar junto aos colegas é um grande incentivo para manter a carteirinha de vacinação atualizada e ainda estar protegida das formas mais graves das doenças”, disse a enfermeira Luciana Correia, servidora da Sesa há 15 anos.

INFLUENZA – A campanha de vacinação contra a Influenza teve início no Paraná no dia 27 de março. Os grupos preconizados são crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, pessoas com mais de 60 anos, povos indígenas, entre outros professores, trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, com deficiência permanente, integrantes das forças de segurança e salvamento e forças armadas, caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e a população privada de liberdade.

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BIVALENTE – Seguindo a orientação da nova normativa do PNI, a Sesa passou a recomendar a aplicação da dose de reforço com a bivalente contra a Covid-19 em todas as pessoas acima de 18 anos que tenham recebido pelo menos duas doses do esquema primário com a vacina monovalente. A nota técnica considera a disponibilidade de vacinas bivalentes e a necessidade de atualização de resposta imunológica da população para as novas variantes da doença.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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