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Sanepar promove oficinas sobre horta e plantas medicinais em Santa Izabel do Oeste

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Estudantes e professores do Colégio Estadual Guilherme de Almeida, em Santa Izabel do Oeste, no Sudoeste do Estado, participaram de duas oficinas promovidas pela Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná). Ambos os cursos foram para o Ensino Médio e são parte do projeto de trabalho socioambiental da Sanepar ligado às obras de saneamento da Companhia na cidade, que devem beneficiar 1.379 famílias.

As oficinas sobre horta e plantas medicinais trouxeram conteúdo para ajudar estudantes e professores a reativarem a horta já existente na escola. O curso foi ministrado pela bióloga Margarete Reminiuk, contratada pela Sanepar. Após a parte teórica, os participantes praticaram seus conhecimentos na horta escolar, que agora já está com mudas de alface, manjerona, salsa, cebolinha, tomilho, capim-limão, alecrim, erva-baleeira, melissa, losna, manjericão e manjericão roxo.

Segundo a assistente social da Sanepar, Marilucia Cyrino, o objetivo das oficinas é estimular a produção sustentável e responsável de alimentos na escola e nos domicílios dos participantes, também apoiando os projetos já vigentes no colégio. Os cursos são gratuitos e fazem parte de um conjunto de ações da Sanepar no município, dentro de um projeto técnico-social especialmente pensado para a cidade e em correspondência às obras de esgoto.

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“Além das oficinas, outros serviços socioambientais estão em andamento, como as vistorias técnicas ambientais, sendo realizadas nas residências por onde passou a nova rede de esgoto da Sanepar. Nas vistorias, é possível verificar se houve a interligação correta da rede domiciliar de esgoto com a rede da Sanepar. Essa questão é fundamental para que o esgoto gerado dentro dos imóveis vá realmente para a Estação de Tratamento, que é o destino correto”, explica Marilucia.

Fonte: Governo PR

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PGE do Paraná e AGU firmam parceria para impulsionar inovação na advocacia pública

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A Procuradoria-Geral do Estado do Paraná (PGE) e a Advocacia-Geral da União (AGU) formalizaram um Protocolo de Intenções para promover a cooperação mútua no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores. A parceria é uma ação estratégica para modernizar e otimizar a atuação da advocacia pública e visa impulsionar a transformação digital e o desenvolvimento de tecnologias jurídicas.

O acordo com a PGE do Paraná foi o primeiro deste tipo feito pelo órgão federal e contou com a articulação do Laboratório de Inovação da AGU (Labori). Está prevista uma série de ações conjuntas entre os órgãos. Inicialmente, serão realizadas reuniões técnicas para alinhar estratégias e identificar oportunidades de colaboração. Em um segundo momento, a parceria evoluirá para a realização de seminários especializados, com o objetivo de avaliar projetos específicos e formalizar instrumentos de cooperação mais robustos, como convênios e acordos.

“A integração entre AGU e PGE-PR é um marco importante para avançarmos no compartilhamento de infraestrutura na área de tecnologia.  A troca de conhecimento entre as instituições amplia a capacidade de fortalecer o ecossistema de inovação”, ressalta o procurador-geral do Estado do Paraná, Luciano Borges.

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Segundo Bruno Portela, coordenador do Labori, a parceria com a PGE-PR surgiu de uma agenda em Curitiba, onde o laboratório foi apresentado aos procuradores e gestores da Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Estado. A partir daí, se deu o interesse mútuo em estabelecer uma parceria.

“Nossa ideia é criar um espaço de cooperação e de troca, onde as duas instituições possam elaborar alternativas para problemas comuns da advocacia pública”, explica Portela, lembrando que desde janeiro a AGU passou a ser reconhecida como uma Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT), o que permite ao órgão condições especiais para firmar parcerias.

“Com o ICT, a Advocacia-Geral da União ganha uma modelagem institucional que nos dá mais flexibilidade na utilização dos instrumentos do Marco Legal de Ciência e Tecnologia, o que abre um leque de oportunidades para o compartilhamento de práticas com outros órgãos”, diz.

Assim como a AGU, a PGE-PR tem histórico em inovação. O órgão tem investido em projetos internos custeados pela secretaria estadual da Inovação do Estado. Um deles refere-se à implantação de Inteligência Artificial para atividades de representação judicial e consultoria jurídica da PGE.

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INTEGRAÇÃO – Acordo da PGE-PR acontece em um momento em que a AGU, por meio do Labori, passa a desempenhar um papel fundamental na coordenação de integração técnica e científica entre instituições jurídicas. Um exemplo é o projeto Caravanas de Inovação, que começa nesta segunda-feira (07), no Ceará. A ação leva às procuradorias estaduais e municipais qualificação e metodologias de gestão. A meta para 2025 é cobrir, pelo menos, nove estados brasileiros.

A ideia é criar uma rede nacional de laboratórios de inovação da advocacia pública que tem como objetivo conectar as diversas experiências de laboratórios jurídicos do Brasil, promovendo o intercâmbio de conhecimentos e a busca por soluções conjuntas. “Essa rede vai ajudar não só a gente a encontrar soluções que garantam segurança jurídica para estados e municípios, e evidentemente para a União, mas também buscar soluções tecnológicas para nossas atividades”, afirma Portela.

Fonte: Governo PR

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