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Sanepar apresenta informações sobre serviços de saneamento e promove oficinas em Cafelândia

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Agentes contratados pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) iniciaram neste mês as visitas domiciliares a moradores de Cafelândia. O trabalho dos agentes é levar informações e conversar com os moradores sobre obras e serviços de saneamento. Neste município do Oeste do Paraná, a Sanepar tem investido mais de R$ 52 milhões em obras de ampliação e de melhorias nos sistemas de água e de esgoto.

A visita segue até setembro de 2024 e deverá chegar a 3.750 imóveis em todos os bairros da área urbana. O trabalho de sensibilização ambiental é feito por meio de uma entrevista com a pessoa presente no imóvel, que seja capaz e maior de idade. Os agentes, uniformizados, não precisam entrar nas casas.

O objetivo é repassar informações referentes às melhorias e ampliação dos sistemas de água e esgoto de Cafelândia e estão relacionadas aos quatro eixos do saneamento: água, esgoto, drenagem urbana e resíduos. Com isso, a Sanepar visa também incentivar a população a refletir e adotar comportamentos que contribuam para a preservação dos recursos hídricos. 

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Nesta atividade, são identificadas ainda famílias que possam ser inscritas no Programa Água Solidária, que dá desconto de 77% na tarifa de água e esgoto.

Em Cafelândia, a empresa contratada pela Sanepar é a JPR Ambiental Consultoria e Assessoria Ltda. “Os agentes são moradores da cidade e foram treinados pela Sanepar para que as visitas domiciliares sejam feitas com muita qualidade, sempre primando pelo respeito ao morador e pela coleta eficaz de dados”, ressalta o gestor socioambiental da Sanepar, Arthur Camillo Filho.

OFICINAS – O projeto prevê também a realização de outras atividades como a instalação de três Jardins de Água e Mel, reuniões comunitárias e oficinas para a comunidade. Estão planejadas oficina de manutenção hidráulica, oficina de sabão caseiro, capacitação de Facilitadores em Saneamento, visitas mediadas a Estações de Tratamento de Esgoto e de Água e áreas de preservação de mananciais, palestras em escolas e em comunidades.

Para cada cidade a Sanepar tem um projeto de acordo com as demandas específicas do município.

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OBRAS – A Sanepar implantou uma captação subterrânea, adutoras, ampliou o sistema de tratamento de água, aumentou a capacidade de reservação e fez melhorias nas redes de distribuição. No esgotamento sanitário, a ampliação de coleta e tratamento levou a um índice de atendimento a 90,68% da população, já atendendo ao Marco Legal do Saneamento.

“Os benefícios se estendem a todo o município, com impactos positivos na qualidade de vida da população. Em Cafelândia a universalização do saneamento é uma realidade”, afirma o gerente da Sanepar em Toledo, Eduardo Luiz Arrosi.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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