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Sanepar abre inscrições para capacitação virtual sobre direito ao saneamento

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Estão abertas as inscrições para a capacitação virtual “Saneamento: um direito de todos”, promovida pela Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná), com apoio da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária, seção Paraná (Abes-PR).

Aberto ao público, o evento será virtual, no dia 24 de outubro, a partir das 14 horas, e faz parte da programação nacional do Circuito Urbano, criado pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), realizado no Brasil em parceria com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) do Ministério das Relações Exteriores (MRE), para estimular a sociedade a refletir sobre a qualidade de vida nas áreas urbanas. Para se inscrever na capacitação, que é gratuita e fornece certificado, acesse este link.

Os palestrantes serão a vice-presidente da Abes/PR e professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Karen Juliana do Amaral; o gerente de Água e Oceano do Pacto Global/Brasil, Rubens Filho; e a gestora ambiental da Sanepar, Luciana Garcia. Na abertura do evento, o destaque é a apresentação do diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile.

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Em discussão, estão os benefícios e os desafios para o acesso ao saneamento e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), em especial os ODS 6 (Água Potável e Saneamento), 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) e 17 (Parcerias para implementação dos ODS).

OUTUBRO URBANO – Em 2023, nesta sexta edição do Circuito Urbano, o tema é “Investindo em futuros urbanos: cooperação para resiliência do Sul Global”, e os eventos se relacionam com as linhas temáticas: Planejamento urbano integrado; Financiamento e investimento; Inclusão social e econômica; Economia circular. A programação completa está disponível em www.circuitourbano.org.

O Circuito Urbano foi criado em 2018 pelo escritório do ONU-Habitat no Brasil com o objetivo de que sejam promovidos eventos no mês de outubro para dar visibilidade a temas do Outubro Urbano, que se inicia com o Dia Mundial do Habitat, na primeira segunda-feira do mês, e se encerra com o Dia Mundial das Cidades, em 31 de outubro.

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Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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