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Reuniões e visitas técnicas em Foz do Iguaçu fortalecem turismo religioso no Estado

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Turismo e do Grupo de Trabalho do Turismo Religioso do Paraná, participou ao longo dessa semana de uma série de reuniões, encontros e visitas técnicas a locais ligados à fé em Foz do Iguaçu, no Oeste paranaense. A programação teve como objetivo apresentar os resultados das iniciativas do grupo de trabalho e do Estado no segmento ao longo de 2024.

O 7º Fórum Paranaense de Turismo Religioso, que acontece no município da Tríplice Fronteira em 2025, também foi foco das conversas.

Este tipo de encontro promove, ainda, a aproximação da iniciativa estadual de entidades religiosas diversas para que o integrem e conheçam um pouco mais sobre o turismo.

Os destaques apresentados incluíram o crescimento do grupo com novos colaboradores e instituições, os resultados do 6º Fórum de Turismo Religioso do Paraná, os avanços em marketing e comunicação, a ampliação de rotas e caminhos religiosos no Estado, além da realização de simpósios e participação em eventos religiosos.

Participaram representantes de instituições como Itaipu Binacional, Itaipu Parquetec, Marco das Três Fronteiras, Conselho Municipal de Turismo (Comtur), Secretaria de Turismo de Foz do Iguaçu, Loumar Turismo e Fundo Iguassu.

O secretário estadual do Turismo, Márcio Nunes, afirma que o segmento religioso é um dos mais buscados por turistas no Paraná, por isso a importância das reuniões e trabalhos do GT. “O segmento religioso envolve muitas pessoas e aquece a economia de diversas regiões do Estado, pois temos uma abundância de santuários, museus, eventos e atividades relacionadas à fé”, disse.

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“Nós, enquanto Estado, estamos com os olhos voltados para esse segmento, que, além da importância religiosa, também movimenta a cadeia produtiva do turismo, com geração de empregos, renda e fomentando o setor como um todo”, completou Nunes.

Segundo Eliseu Rocha, coordenador do Grupo de Trabalho do Turismo Religioso do Paraná, a escolha de Foz do Iguaçu para sediar o 7º Fórum fortalece a dimensão internacional do evento devido à localização estratégica na Tríplice Fronteira.

“Com os parceiros, discutimos aquilo com que cada um pode colaborar para que este seja o maior Fórum realizado até agora, que inclusive já está tomando a proporção de um evento internacional de turismo religioso devido à localização aqui da Tríplice Fronteira. Muitas ações serão voltadas à população e aos envolvidos com o turismo religioso do Paraná”, afirmou Rocha.

VISITAS TÉCNICAS – Na quarta-feira (27), foi realizada uma visita técnica com os parceiros locais para conhecer os espaços que sediarão o Fórum em 2025. A programação incluiu um roteiro que passou pela Catedral Nossa Senhora de Guadalupe, Mesquita Omar Ibn Al-Khatab, Praça da Paz, Centro de Convenções e o Marco das Três Fronteiras.

“Tivemos nossas visitas técnicas aos locais que vão abrigar o evento ou que possuem relevância para o Fórum, como, por exemplo, a própria Mesquita de Foz do Iguaçu. Visitamos, analisamos a localização e discutimos o que pode ser feito e proposto dentro da Mesquita”, explicou o coordenador do GT.

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“Também fizemos visitas à Catedral, a alguns atrativos religiosos e a outros atrativos turísticos, como o Marco das Três Fronteiras, que tem um apelo grande para o turismo religioso, especialmente em relação às reduções jesuíticas.”

Os encontros e visitas técnicas também ressaltaram a chegada de novas instituições religiosas, que devem contribuir com as iniciativas do Grupo de Trabalho: o Santuário da fé espírita Reino de Baluae, Diocese de Foz do Iguaçu, Associação Cultural e Turística da Catedral – ACTC, terreiro de Candomblé Ilê Asé Oju Ogún Fúnmilaiyó, Instituição religiosa de matriz africana Ile Asse Ossufan e Instituição de matriz africana Ilê Asè Oxalufã.

7° FÓRUM – O trabalho do GT segue focado nos preparativos para o 7º Fórum Paranaense de Turismo Religioso, que, em abril de 2025, promete ser um evento transformador para o turismo deste segmento no Estado. O evento tem como objetivo fortalecer o turismo religioso, unindo diversas culturas e religiões com ênfase na fé e desenvolvimento local. Sua programação será voltada tanto para os profissionais do setor quanto para o público.

Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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