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Prêmio Valor 1000 destaca Sanepar como melhor empresa de saneamento da região Sul

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) mais uma vez é destaque no Prêmio Valor 1000, promovido pelo Jornal Valor Econômico. Em sua 24ª edição, a premiação, divulgada nesta segunda-feira (16), elege anualmente as mil maiores empresas do Brasil, de acordo com o desempenho financeiro obtido no ano anterior e por suas ações voltadas às práticas ambientais, sociais e de governança (ASG). A Sanepar teve o melhor desempenho na Região Sul do País e se posicionou entre as maiores do setor Água, Saneamento e Serviços Ambientais, ficando na quarta posição do setor no país.

Na classificação geral, a Companhia ocupa a 197ª posição, subindo nove posições em relação ao ranking do ano passado. “Conquistamos novamente o reconhecimento como uma grande empresa na prestação dos serviços de água e esgoto, que orgulha o Paraná pela eficiência do seu trabalho. Por meio de uma gestão sustentável e inovadora, que investe para universalizar o saneamento, a Companhia ganha projeção nacional, balizada na análise criteriosa de instituições de grande credibilidade, como o Valor Econômico”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley Lipski.

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O Valor 1000 é o relatório mais completo sobre as empresas que atuam no Brasil. O documento analisa 28 setores da economia brasileira e apresenta as mil maiores empresas do país, além das 50 maiores por região. A análise e a classificação são realizadas por jornalistas do jornal Valor Econômico, segundo critérios homologados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em parceria com o Serasa Experian. 

GRANDE EMPRESA – No primeiro semestre de 2024, a receita operacional líquida da Sanepar atingiu R$ 3,4 bilhões, com lucro líquido de R$ 754,9 milhões. Com atuação em 346 municípios, um deles em Santa Catarina, a Sanepar implantou no primeiro semestre deste ano quase 600 quilômetros de novas redes coletoras de esgoto, o que possibilitou a expansão dos serviços para 22,9 mil novas ligações.

No mesmo período, houve mais 15,9 mil novas ligações de água tratada. A Sanepar é uma das companhias de saneamento do Brasil mais próximas de alcançar a meta de universalização, que é de 90% de atendimento com esgotamento sanitário. O índice de cobertura com rede coletora de esgoto no total de municípios atendidos pela Companhia é de 80,5%, sendo que todo o esgoto coletado é tratado. A Companhia mantém ainda 100% no atendimento com água tratada.

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Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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