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Ponte de Guaratuba tem campanhas de saúde e segurança para trabalhadores

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A equipe de Saúde e Segurança no Trabalho do Consórcio Nova Ponte, que executa as obras da Ponte de Guaratuba, no Litoral do Paraná, promove diariamente campanhas sobre segurança no ambiente de trabalho para colaboradores e funcionários.

O objetivo principal, segundo Luciano Perez, gerente de Saúde e Segurança do Trabalho do Consórcio, é que a prevenção aos acidentes e reforço aos cuidados básicos se transformem em rotina durante a execução de todas as atividades do trabalhador.

“Antes do início das atividades, o trabalhador participa do Diálogo Diário de Segurança (DDS), em que são tratados os temas de segurança focados nas atividades do dia, a verificação do estado de saúde de cada um e também as condições dos equipamentos de proteção individual”, explica.

Além do Diário de Segurança, os trabalhadores e colaboradores da Ponte de Guaratuba se deparam com placas de alerta em todo o canteiro de obras sobre a importância e a obrigatoriedade do uso do Equipamento de Proteção Individual (EPI), bem como a atenção que devem ter em cada área específica da obra.

“São placas que apontam os riscos com relação ao trânsito de máquinas e equipamentos, isolamento da área para cargas em movimento ou suspensas e também há placas de restrição de acesso e sinalização do uso obrigatório de cinto de segurança para trabalho em altura e utilização do colete salva-vidas para adentrar em embarcações”, diz Perez. “Todos os funcionários que vão trabalhar em altura passam por um treinamento de oito horas com a parte teórica e a parte prática na prevenção de acidentes no trabalho em altura”.

MÃOS E DEDOS – Uma iniciativa que faz diferença na rotina dos trabalhadores é a Campanha da Proteção das Mãos e Dedos. Ela partiu da necessidade em alertar os funcionários sobre a importância de utilizar as luvas e os equipamentos de proteção para evitar acidentes.

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A campanha iniciou com o carimbo da marca das mãos de cada trabalhador fixadas através de tinta colorida em cartazes. “Ela foi feita para orientação sobre a proteção das mãos, nossa principal ferramenta. Os empregados puderam deixar a sua marca e o compromisso”, destaca o gerente de Saúde e Segurança.

Jacqueline Alves Serafim, marinheira de convés, que atua na obra da Ponte de Guaratuba, fala sobre como enxerga a importância das orientações de segurança. “O DDS (Diálogo Diário de Segurança) é feito todo dia. Vejo que é muito importante para evitar acidentes e tudo que seja prejudicial ao funcionário”, afirma.

Sobre como reforça os cuidados no ambiente de trabalho, Jacqueline diz que está atenta a tudo ao seu redor. “Adoto a ideia de acidente zero, cuidando de você e do próximo. O EPI que a gente recebe tem que usar, ter cuidado nas manobras e atenção redobrada e sempre ter uma visão holística de tudo o tempo todo”, destaca.

Leandro Camargo, ajudante de produção na obra, explica que durante a sua atividade é obrigatório o uso de luvas, capacete, óculos, protetor auricular e botina apropriada. Ele relata que todas as campanhas de orientação e prevenção a acidentes de trabalho, as quais ele participa, ajudam no seu cotidiano. “Acho as campanhas muito importantes porque acendem um alerta para nós, para termos mais cuidados, proteção pessoal, e ver o nosso próximo para poder alertar sobre os cuidados”, afirma.

“Se eu estiver despercebido eu posso lembrar (das orientações) no momento que eu estou executando a minha função. Isso aí tem me ajudado na minha profissão. É muito bom”, acrescenta o profissional.

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PARADA GERAL – Recentemente, a Parada Geral “Juntos pela Segurança” ocorreu na oficina do canteiro industrial. Na ocasião, 380 colaboradores participaram de uma palestra sobre prevenção de acidentes no ambiente de trabalho.

O coordenador ambiental do Consórcio Supervisor Ponte de Guaratuba, Robson do Valle, explica que todos os trabalhadores passam por um processo chamado de integração, quando se trata de segurança no trabalho.

“É nesse momento que antes de os funcionários entrarem em qualquer frente de trabalho a empresa situa cada um sobre as regras de segurança e os riscos que eles são expostos. Além das responsabilidades deles utilizarem o EPI, eles fazem o treinamento da NR6, que é a utilização adequada do EPI e sua conservação”, ressalta.

O profissional Rogério Siuch, que atua como rigger (coordena ações de movimentações de cargas), diz que é bom parar e refletir sobre os cuidados no trabalho. “Trabalho na movimentação de cargas e faço o uso do apito, tem que sinalizar porque trabalhamos com movimentação de carga, com peso; então a gente praticamente é o anjo da obra”, afirma.

O técnico em segurança do trabalho, Antonio Feitosa, destaca que todas as atividades são realizadas com o rigor da segurança no trabalho e a fiscalização. “Diariamente temos um técnico de segurança em campo, fiscalizando as frentes de trabalho para que realmente o trabalhador esteja usando corretamente o EPI de acordo com a atividade”, explica.

OBRA – A construção da Ponte de Guaratuba já chegou a 22,6% de execução e pode ser acompanhada em tempo real através de câmeras de monitoramento. Basta acessar o site www.pontedeguaratuba.pr.gov.br

Fonte: Governo PR

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Casa Fácil Paraná: 99 famílias de Maringá recebem as chaves em novo residencial

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A Cohapar entregou nesta sexta-feira (03) os imóveis para mais 99 famílias do Residencial Parque do Japão, em Maringá. Dentre os beneficiários, 64 deles receberam subsídio do Programa Casa Fácil para custeio do valor de entrada dos apartamentos. A obra de mais de R$ 19,6 milhões de investimentos é resultado da união entre Governo do Estado, Caixa Econômica Federal e Tecnológica Construções Civis Ltda.

O aporte de R$ 960 mil em recursos estaduais foi concedido para o atendimento do público com renda de até quatro salários mínimos e enquadrado aos critérios estabelecidos pelo programa. Os compradores também conseguem acessar outras vantagens, como descontos variáveis através do Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, e têm a possibilidade de usar o FGTS para redução do montante devido.

O Residencial Parque do Japão fica no Jardim Industrial, próximo a escolas, creche, mercado e demais conveniências, além ter fácil acesso ao centro de Maringá. Os apartamentos são divididos em duas torres, com um elevador em cada, de pavimento térreo e mais sete andares.

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Com quatro modelos diferentes de plantas arquitetônicas, de metragens entre 44,35 m² a 53,37 m², eles possuem dois dormitórios, sala, banheiro, cozinha com área de serviço integrada, sacada com churrasqueira e uma vaga de garagem. O empreendimento também dispõe de unidades com uma suíte.

Os imóveis são entregues com piso laminado na sala e quartos, revestimento cerâmico nas áreas molhadas, louças e bancada de granito no banheiro e tanque de mármore sintético. O condomínio oferece sistema de segurança com guarita e diversos espaços comuns de lazer, que incluem duas áreas gourmet com churrasqueira, piscinas adulto e infantil, academia, miniquadra de esportes e playground.

Com os incentivos governamentais, os financiamentos junto à Caixa Econômica Federal apresentam taxas de juros menores e valores de prestações mais acessíveis. Os novos proprietários pagarão parcelas a partir de R$ 800 mensais e os contratos podem ser liquidados no prazo de até 30 anos.

SONHO POSSÍVEL – Há vários anos na busca para ter um imóvel, a comerciante Érica Eliane da Silva, 47, viu o sonho se tornar concreto graças ao incentivo do Governo do Estado. Ela e a filha Isabela viviam em imóvel alugado, pagando R$ 1.800 mensais. Com a ajuda do Casa Fácil, o apartamento próprio custará bem menos e vai aliviar consideravelmente o orçamento no fim do mês.

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“Fazia bastante tempo que almejava por isso. Graças a Deus e com a ajuda da Cohapar eu consegui realizar esse sonho. Se não fosse esse subsídio, seria mais difícil. Com o apartamento vou pagar muito menos, uma prestação de R$ 1.000, e será meu”, frisou.

O recurso estadual também foi crucial para viabilizar a mudança de vida da agente de viagens Jéssica Sanches Nascimento, 30 anos, e do marido, Jorge Neto. Hoje eles deixam a residência cedida pelos familiares para morarem no próprio cantinho.

“O subsídio foi bastante importante, pois abaixou o valor do imóvel para gente conseguir o financiamento de acordo com a nossa renda mensal”, ponderou. “Foi muito tempo querendo esse apartamento, sonhando com ele. Agora são muitos planos”.

Fonte: Governo PR

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