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PM apreende drogas, armas e veículos em primeiro dia da Operação Cosud

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A Polícia Militar do Paraná divulgou o balanço das ações desta quarta-feira (13), no âmbito da “Operação Cosud”. A ação integrada, que reúne forças de segurança dos estados das regiões Sul e Sudeste do país para intensificar o combate ao crime organizado e reforçar a segurança pública nos estados e terá duração de cinco dias, já está apresentando resultados significativos para a comunidade paranaense.

Ao todo, 435 policiais militares paranaenses e 175 viaturas foram mobilizados em ações estratégicas que ocorreram em todas as regiões do Paraná e resultaram na apreensão de quase 850 quilos de maconha, além de porções de crack e cocaína. Também foram apreendidos mais de 30 mil maços de cigarro, sete armas de fogo e mais de 100 munições.

As abordagens policiais incluíram a vistoria de 58 locais, 117 veículos e 1.700 pessoas. Durante as ações, 17 pessoas foram presas, sendo realizadas 13 prisões em flagrante e a lavratura de três Termos Circunstanciados de Infração Penal (TCIP).

Em uma das ações de fiscalização, em um trevo de acesso ao município de Manoel Ribas, no Norte, uma equipe da PMPR realizou a abordagem a um veículo e localizou 118 quilos de maconha no banco de trás do automóvel. O condutor, um homem de 22 anos e a passageira (25) foram presos e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Manoel Ribas. Já no município de Umuarama, no Noroeste, dois homens foram presos e veículos com radiocomunicadores, placas de veículos e 21.628 unidades de anabolizantes contrabandeados do Paraguai, avaliados em 4,35 milhões de reais, foram apreendidos. Os envolvidos foram encaminhados à Polícia Federal de Guaíra.

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SOBRE A PRIMEIRA EDIÇÃO – A Operação que envolve o Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud) promove a integração das forças de segurança pública, fortalecendo o enfrentamento ao crime nas áreas de fronteira e outras regiões estratégicas. Na primeira edição, em maio deste ano, as ações conjuntas também geraram resultados expressivos.

Ao longo de cinco dias, foram abordadas 78.078 pessoas, com 123 prisões realizadas. As forças de segurança integradas apreenderam 577 armas de fogo, quase 38 toneladas de drogas e mais de 490 mil maços de cigarro. Além disso, 7.324 locais foram fiscalizados e diversas operações foram realizadas para cumprimento de mandados de prisão e patrulhamento ostensivo, tanto em áreas urbanas quanto rurais.

O comandante-geral da PMPR, coronel Jefferson Silva, destacou a importância da operação para a segurança da população paranaense e das regiões Sul e Sudeste do país. “A Operação reforça a integração entre as forças de segurança, demonstrando nosso compromisso com a proteção da sociedade e o enfrentamento efetivo ao crime. Estamos empenhados em manter a segurança e a tranquilidade da nossa comunidade”, ressaltou.

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O objetivo da operação é intensificar o combate ao crime organizado e reforçar a segurança pública nos sete estados que compõem o Cosud (Consórcio de Integração Sul e Sudeste). São eles: Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Um novo encontro dos governadores acontece na próxima semana, em Florianópolis (SC).

Com resultados promissores já no primeiro dia, a segunda edição da Operação reafirma a atuação da Polícia Militar do Paraná na garantia da ordem pública e no enfrentamento às atividades criminosas em todo o estado. A ação segue nos próximos dias, com novas ações estratégicas previstas.

Fonte: Governo PR

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Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

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Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

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Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

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LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

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