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PCPR na Comunidade leva serviços e orientações para 2,6 mil pessoas em três municípios

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A Polícia Civil do Paraná atendeu com serviços de polícia judiciária e orientações mais de 2,6 mil pessoas durante eventos do PCPR na Comunidade realizados de terça-feira a domingo (2 a 7) em Castro, nos Campos Gerais, Douradina, no Noroeste, e Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba.

Durante os eventos foram disponibilizados serviços como emissão de Carteira de Identidade Nacional, registro de boletim de ocorrência e emissão de atestados de antecedentes criminais, além de atividades lúdicas e demonstração de perícia papiloscópica. Ao todo, foram confeccionados 1.301 documentos, sendo 710 em Castro, 315 em Douradina e 276 em Colombo.

As ações do programa PCPR na Comunidade visam facilitar o acesso aos serviços da Polícia Civil, de forma gratuita, aproximando a instituição da comunidade. “Essa é uma forma de a Polícia Civil do Paraná levar mais cidadania ao paranaense”, afirma o coordenador do PCPR na Comunidade, João Mário Goes.

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O morador de Colombo, André Mendes, elogiou a iniciativa da Polícia Civil. “Essa atividade é para a comunidade inteira. Aconselho a todos que têm a oportunidade de fazer o documento de identidade que aproveitem o evento”, disse ele.

Em Douradina, o PCPR na Comunidade foi realizado em parceria com o Paraná em Ação. Além das atividades de Polícia Judiciária, foram ofertados outros serviços fundamentais à toda comunidade, incluindo orientações, testes rápidos de saúde, oportunidades de emprego, apresentações culturais, atividades esportivas, orientações jurídicas, entre outros.

PRÓXIMO EVENTO – A PCPR levará serviços de polícia judiciária para a população de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, nesta terça-feira e quarta-feira (9 e10), das 9h às 17h, no Centro da Juventude, localizado na Rua Ademar de Barros, n.º 196. Serão disponibilizados serviços como registro de boletins de ocorrência, emissão de atestados de antecedentes criminais, além de confecção da Carteira de Identidade Nacional para quem realizou o agendamento prévio.

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Os policiais civis também realizarão orientações, atividades lúdicas com as crianças e demonstração de perícia papiloscópica para que a população possa conhecer mais sobre um dos trabalhos desenvolvidos pela instituição.

PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um programa que ocorre regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações. Visa, ainda, fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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