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Parceria da Polícia Penal e Tecpar vai garantir qualidade em compras de produtos e serviços

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A Polícia Penal do Paraná (PPPR) firmou parceria com o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) para uso de soluções tecnológicas e certificações de qualidade de produtos e serviços que atendam as necessidades do órgão, que é responsável pelo sistema prisional do Estado. O protocolo foi assinado nesta quinta-feira (22) pelo diretor-geral da PPPR, Osvaldo Messias Machado, e o diretor-presidente do Tecpar, Celso Romero Kloss.

Também participaram da reunião o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, e o diretor-adjunto da PPPR, Maurício Ferracini.

No encontro, foi enfatizado que o Tecpar, com 83 anos de experiência em tecnologia e inovação e é referência nacional em controle de qualidade. Nesta parceria, o Instituto poderá apoiar a PPPR em diversas demandas, principalmente na elaboração de termos de referências que permitam exigir qualidade de produtos e serviços e, assim, garantir cuidado com o dinheiro público e com os materiais que forem adquiridos.

“A estrutura atual da Polícia Penal conta com mais de 120 estabelecimentos prisionais que envolvem contratos de toda ordem, desde a compra de alimentos até o recebimento nas unidades penais de grande porte. Ter ao nosso lado um Instituto do porte do Tecpar, que é uma referência estadual e nacional em termos de controle de qualidade, é muito importante”, afirmou Maurício Ferracini. “Esta assinatura de convênio simboliza uma série de benefícios para a população paranaense”.

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Segundo ele, todo tipo de produtos e materiais que a Polícia Penal utiliza, pela complexidade de sua estrutura, é sempre em grande quantidade. “Contar com essa ferramenta de apoio do Tecpar significa mais economia, menos aditivos desnecessários, menos prorrogações de contratos. Isso tudo vem ao encontro do objetivo do Governo do Paraná, que é tornar o serviço público mais eficiente ao cidadão paranaense”, destacou Ferracini.

O Instituto de Tecnologia do Paraná pode oferecer, por meio de seu Centro de Tecnologia dos Materiais, análises laboratoriais de materiais metálicos e de tintas, além de apoio tecnológico para verificação de painéis solares. O diretor-presidente do Tecpar, Celso Romero Kloss, destaca que o complexo laboratorial do instituto e seu corpo técnico podem apoiar tanto com as análises laboratoriais dos produtos já adquiridos como também para a compra de novos materiais.

“O Tecpar tem expertise, possui um centro tecnológico dedicado à avaliação de materiais e ao estudo de novas tecnologias. Nosso complexo laboratorial pode realizar o controle de qualidade dos itens usados pela Polícia Penal, também com apoio na construção dos termos com critérios mais rígidos para a hora das licitações”, explicou Kloss.

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PRESENÇA – Participaram da reunião, realizada na sede do Tecpar, pela PPPR, o chefe de gabinete, Diego Piotrowski Machado; o diretor administrativo, Edílson Pereira Spósito; o diretor de Tecnologia de Informação, Saulo Roberto da Silva. Pelo Tecpar, o diretor de Tecnologia e Inovação, Carlos Gomes Pessoa; o diretor de Novos Negócios e Relações Institucionais, Lindolfo Luiz Silva Junior; o diretor industrial da saúde, Iram de Rezende; a procuradora jurídica Adrianne Correia Pereira; o analista de Desenvolvimento Tecnológico, Fábio Schvenger, e o superintendente da Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais do Paraná (Fampepar), Eduardo Knechtel.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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