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Paraná mostra seus atrativos a 1,7 mil agentes da maior operadora de turismo do Brasil

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O Paraná apresentou seus atrativos a mais de 1,7 mil agentes de viagem da CVC, maior operadora de turismo do Brasil. O Estado fez parte do grupo convidado a participar da convenção da empresa, realizada em Gramado, no Rio Grande do Sul, de sexta-feira a domingo (01 a 03).

“Estamos fazendo um trabalho muito focado nas grandes operadoras nacionais, pois são os grandes emissores de turistas para os destinos e precisamos colocar mais produtos paranaenses na prateleira, mostrar roteiros, experiências e opções de hospedagem para que criem e vendam pacotes”, explicou o secretário estadual do Turismo, Marcio Nunes.

Foi a primeira vez que o Estado participou de uma convenção da operadora. O encontro apresentou, também, outros destinos como Caribe Mexicano, República Dominicana, Sergipe, Pernambuco e o Rio Grande do Sul. Equipes da Secretaria de Turismo (Setu) e Viaje Paraná puderam capacitar todos os agentes da empresa, divididos em sete turmas.

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“Mostramos um Paraná além de Foz do Iguaçu e Curitiba, mas também um pouco dos novos atrativos dessas duas cidades, que são os principais destinos do Estado. Muitos ainda não conheciam, por exemplo, o Festival de Curitiba ou novos parques temáticos de Foz”, explicou a diretora de Gestão, Sustentabilidade e Qualificação do Turismo da Setu, Andressa Szekut.

A equipe paranaense mostrou, ainda, outras opções como a serra de São Luiz do Purunã, as vinícolas de São José dos Pinhais e Campo Largo, as praias de água doce do Interior do Estado e as belezas do Litoral, como Morretes e Antonina, Matinhos e Ilha do Mel.

Também fizeram parte das palestras o diretor de Marketing da Viaje Paraná, Eduardo Aguiar, e o gerente de Mercado da autarquia, Eduy Azevedo e, a convite do Governo do Estado, o Visit Iguassu e a Prefeitura de Foz do Iguaçu. 

Para o diretor de Produtos Nacionais da CVC, Rodrigo Galvão, a participação do Paraná refletirá em aumento no número de visitantes. “Tem muitos lugares para se visitar no Estado e várias regiões para desenvolver esse trabalho. A gente precisa de produto novo, e o Paraná é uma grande joia, tem muita coisa legal para se fazer. Eu aprendi muito vendo a qualificação e com certeza vai aumentar bastante o fluxo de visitantes, passageiros além das belezas de Foz e da capital Curitiba”, disse.

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ESTRATÉGIA – A Setu e o Viaje Paraná estão intensificando as ações junto às grandes operadoras de turismo do País, no intuito de promover os destinos e aumentar as vendas de pacotes para o Estado. Além da convenção da CVC, nesta semana o Paraná está apoiando o 2º Integra BWT, da BWT Operadora. O evento está reunindo 100 agentes de viagem de todo o país para uma semana inteira de imersão por pontos turísticos de Curitiba, do Litoral e dos Campos Gerais. 

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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