NOVA AURORA

PARANÁ

Paraná envia delegação com 140 pessoas para a edição 2024 das Paralímpiadas Escolares

Publicado em

As Paralimpíadas Escolares 2024 começam nesta terça-feira (26) no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo (SP), e vão até o dia 30 (domingo). O Paraná enviou 140 pessoas, entre estudantes-atletas (97) e técnicos (47) – número superior aos 100 participantes no ano passado.

Ao todo, o evento contará com a participação de mais de 2 mil atletas, representando as 27 Unidades Federativas do Brasil. São 13 modalidades em disputa: atletismo, bocha, futebol de cegos, futebol de PC, goalball, judô, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, voleibol sentado, basquete em cadeira de rodas, parabadminton e halterofilismo.

Cristiano Barros Homem D’El Rei, diretor de Esportes da Secretaria do Esporte (SEES), destacou o compromisso do Governo do Paraná com o desenvolvimento do paradesporto e o apoio dado aos atletas e equipes. “O governo custeia toda a viagem e o transporte das delegações, além de adquirir os uniformes de passeio e de jogo. Também nos responsabilizamos pelo pagamento dos professores, garantindo que os participantes tenham as melhores condições para competir e evoluir. Isso reflete diretamente no crescimento do número de participantes”, afirmou.

Leia Também:  Estado e comunidade científica promovem semana de discussões sobre redes de pesquisa

As Paralimpíadas Escolares 2024 são uma realização do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e do Ministério da Cidadania, por meio da Secretaria Especial de Esporte (SEE), e têm por finalidade estimular a participação dos estudantes com deficiências físicas, visuais e intelectuais em atividades esportivas, promovendo ampla mobilização em torno do esporte.

A etapa estadual dos Jogos Escolares do Paraná, realizada em Campo Mourão (12 a 14 anos) e Pato Branco (15 a 17 anos), foi seletiva para a participação dos estudantes-atletas nas Paralimpíadas Escolares. Os Jeps são promovidos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Esporte em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (Seed) e os Núcleos Regionais de Educação (NREs).

EDIÇÃO 2023 – Os atletas paranaenses conquistaram 15 medalhas de ouro, 16 de prata e 13 de bronze nas Paralimpíadas Escolares 2023. A delegação era formada por 100 pessoas, entre atletas e comissão técnica. As 44 medalhas vieram em cinco modalidades.

Leia Também:  A partir de agosto: Detran-PR divulga calendário da renovação do licenciamento de 2024

PARALIMPÍADAS ESCOLARES – As Paralimpíadas Escolares tiveram a sua primeira edição em 2009. Talentos do paradesporto brasileiro já passaram pelos jogos, como os velocistas Alan Fonteles, ouro nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, Verônica Hipólito, prata no Rio 2016, Petrúcio Ferreira, recordista mundial nos 100m (classe T47) e bicampeão paralímpico, o nadador Talisson Glock, prata no Rio 2016 e ouro em Tóquio 2020; o jogador de goalball Leomon Moreno, prata no Jogos de Londres, bronze no Rio 2016 e ouro em Tóquio 2020; a mesatenista Bruna Alexandre, bronze no Rio 2016 e prata nos Jogos de Tóquio 2020, entre outros.

Fonte: Governo PR

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

Published

on

By

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

Leia Também:  PCPR na Comunidade leva serviços a 2,5 mil pessoas em Morretes, Curitiba e Pinhais

O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

Leia Também:  Trevo Gauchão terá desvio e tráfego liberado no viaduto a partir desta terça-feira

A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

PARANÁ

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA