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Nova subestação duplica capacidade de distribuição de energia em Francisco Beltrão

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A Copel inaugurou nesta sexta-feira (5) a nova subestação Petrópolis, em Francisco Beltrão, no Sudoeste do Paraná. A companhia investiu R$ 39,5 milhões para construir a unidade, que opera em 138 mil volts, com dois transformadores de 41 MVA (megavolt ampéres), aumentando a capacidade de distribuição de energia ao município.

A nova estrutura melhora a qualidade do fornecimento de energia ao município e a toda a Região Sudoeste. Para adicioná-la ao sistema, foi construída uma linha de alta tensão de 20 quilômetros que a conectará à subestação Realeza. A subestação é automatizada e sua operação será feita de forma remota, a partir do centro de operações da Copel, em Curitiba. Ela conta com tecnologia embarcada e com dispositivos eletrônicos que monitoram e supervisionam a operação e as condições de manutenção de cada componente. Esse controle permite prever eventuais desvios e realizar correções e intervenções antecipadamente à ocorrência de falhas.

No evento, o presidente da Copel, Daniel Slaviero, destacou a importância do investimento. “A subestação Petrópolis será muito relevante para dar mais segurança energética, estabilidade para a rede, garantia para que a cidade e que todos os produtores rurais possam continuar crescendo e se desenvolvendo”, afirmou. Ele lembrou que a empresa está destinando quase R$ 180 milhões para a expansão de linhas, redes de subestações na região, somente em 2024.

“Essa região tem crescido muito e é uma diretriz da Companhia, reforçada pelo governador Ratinho Júnior, atender a um Paraná que tem crescido muito mais do que a média nacional, especialmente a região do Sudoeste e Francisco Beltrão, que são referências do desenvolvimento do Estado”, comentou.

“A Copel está dentro do maior ciclo de investimentos da sua história, atendendo os municípios e projetando a infraestrutura do Paraná do futuro”, destacou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

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Para o prefeito Cleber Fontana, o reforço na capacidade de distribuição de energia contribui com o momento que vive Francisco Beltrão e região. “É um novo momento, tanto no meio rural quanto de crescimento industrial que o Sudoeste está tendo”, afirmou.

A unidade tem como principal função converter a tensão da energia que chega ao município em níveis mais elevados, como 138 mil volts, para uma voltagem menor, como 34,5 mil volts e 13,8 mil volts. Isso acontece porque em tensões elevadas a energia é transportada de forma mais eficiente por longas distâncias, até a chegada ao município. Por sua vez, para distribuir a energia pelo município, até chegar à população, é mais seguro reduzir a tensão.

O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Ademar Traiano, também definiu a entrada em operação da nova subestação como um momento histórico para Francisco Beltrão. “A Copel vem cumprindo religiosamente com os compromissos assumidos no Estado e a solução vem acontecendo”.

NO SUDOESTE – Além da unidade de Francisco Beltrão, a companhia está construindo outra subestação em Capanema, de 138 mil volts, que será energizada ainda em 2024, e vai implantar uma unidade de 34,5 mil volts em Vitorino ao longo dos próximos dois anos. Em outras seis subestações da região a empresa está executando obras de ampliação e modernização que vão duplicar a oferta de energia.

NOVAS REDES RURAIS – Ao todo, a Copel está investindo R$ 178 milhões em melhorias na infraestrutura elétrica do Sudoeste do Paraná em 2024. Além das subestações, R$ 155 milhões foram destinados a obras de média e baixa tensão. Isso inclui a expansão de 803 km de redes, instalação de equipamentos de automação e obras para atendimento a clientes. Grande parte do valor é destinada ao Paraná Trifásico, que vai aplicar R$ 143 milhões na construção de redes trifaseadas no Sudoeste ainda este ano.

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Os investimentos da companhia no Sudoeste compreendem, ainda, R$ 58,6 milhões que serão aplicados em obras solicitadas por clientes. Outros R$ 5,3 milhões estão sendo destinados à construção de redes urbanas, e R$ 7,1 milhões à instalação de equipamentos de automação e substituição de transformadores.

PARANÁ TRIFÁSICO – Com este programa, a Copel está ampliando a estrutura trifásicas no campo. As novas redes são mais resistentes e dispõem de equipamentos interligados e automatizados que, em caso de desligamentos, são capazes de restabelecer o fornecimento de energia em poucos segundos. Até agora, o programa já entregou 2.505 km de novas redes na região.

No evento desta sexta-feira, o presidente da Copel também destacou a importância do crescimento e da disseminação de fontes renováveis de energia, como a biomassa e a energia solar. “A biomassa é uma fonte limpa, e o produtor pode se beneficiar com geração limpa, garantir energia, tendo todo o apoio da Copel”.

Ele ressaltou que o crescimento da minigeração distribuída, principalmente com os painéis solares fotovoltaicos, aumenta a disponibilidade de energia e confere protagonismo à população, que pode produzir sua própria energia. “A Copel dá total apoio à geração distribuída”, afirmou.

Fonte: Governo PR

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Estado incentiva inscrições para 2ª Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia

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Estão abertas as inscrições para a 2ª edição da Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia (Obict), competição de conhecimentos específicos na área voltada para alunos desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio ou Ensino Médio Técnico das redes públicas e privadas de todo o País.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de forma online pelo site www.obict.com.br/ ou pelo aplicativo Olímpico, disponível para os sistemas iOS e Android, até o dia 14 de abril, às 22h. As inscrições podem ser feitas pelos professores responsáveis das instituições de ensino, quanto de forma avulsa pelos alunos interessados.

Na primeira edição da Obict, o Paraná já demonstrou ser uma potência na competição. Além de ser o Estado com mais inscritos em todo o País (3.118 de 36.500 alunos), três estudantes do município de Borrazópolis, no Vale do Ivaí, conquistaram medalhas de ouro.

Para o secretário estadual da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, o Paraná tem todos os recursos para se destacar novamente na segunda edição da Olimpíada. “Vamos fazer um trabalho muito forte em conjunto com outras secretarias, principalmente a de Educação, para que nossos alunos participem ativamente da competição e que neste ano possam ter ainda mais alunos sendo premiados”.

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Os medalhistas de ouro, Gabriel Telles, João Paulo Machado Filho e Kauê dos Santos, cursam o 1º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual José de Anchieta, mas foram premiados na categoria Ensino Fundamental, pelo desempenho nas provas aplicadas em 2024, quando então estavam matriculados na Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, também em Borrazópolis.

“Os estudantes paranaenses têm se destacado em competições como a Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia, e isso é fruto de um trabalho contínuo direcionado à inovação e à inclusão de componentes curriculares como programação e robótica nas escolas paranaenses. Você que é estudante da rede estadual, inscreva-se na olimpíada, e você, professor, incentive seus estudantes a participarem. Vamos, juntos, mostrar a qualidade da educação paranaense para todo o Brasil”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.

COMO FUNCIONA – A Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia será dividida em quatro fases, sendo as duas primeiras de forma online e as duas últimas, presenciais. A primeira fase é a online e acontece entre os dias 2 e 14 de abril, com uma prova que utiliza recursos multimídia e com possibilidade de consulta. A segunda está prevista para entre os dias 21 e 27 de abril, também no formato online, mas sem possibilidade de consulta.

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A terceira etapa, marcada para 30 de maio, será presencial e aplicada em diversos polos ao redor do Brasil. A quarta e última fase também acontece de forma presencial, com data e local a serem divulgados pela organização da competição.

São quatro categorias: Júnior, para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental; Sênior, para alunos do Ensino Médio e Técnico; a categoria livre, aberta para adultos e familiares acompanharem e incentivarem os jovens, e por fim a categoria para estudantes de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, novidade da segunda edição da Obict.

A inclusão da nova categoria visa estimular desde cedo o interesse de crianças pelos estudos em ciência, tecnologia e inovação, além do espírito competitivo. Todos os alunos inscritos recebem certificados de participação, e os melhores colocados recebem uma medalha exclusiva ao final da competição.

Fonte: Governo PR

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