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MON divulga programação especial da Semana Nacional de Museus 2024

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O Museu Oscar Niemeyer (MON) participa com uma programação especial da 22ª edição da Semana Nacional de Museus, que aborda a temática “Museus, Educação e Pesquisa”, apresentando uma reflexão sobre a fundamental atuação destas instituições como impulsionadoras de educação e pesquisa.

O tema é proposto anualmente pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM) para o Dia Internacional dos Museus, celebrado em 18 de maio. O MON promoverá encontros com palestras e relatos de experiências, nos dias 13 e 20 de maio, para dialogar sobre a educação museal.

No dia 13, a palestra de abertura contará com a pesquisadora Martha Marandino. O evento terá a presença de equipes de outros museus e centros culturais de Curitiba, que partilharão experiências de projetos em educação não formal. Para encerrar, a pesquisadora Solange Gabre abordará formas de envolver educação, formação, arte, professores da infância e profissionais do museu na jornada da educação museal.

No dia 20, o MON promoverá dois workshops. Um deles abordará o projeto MON Primeiros Passos, dedicado ao atendimento de crianças de 1 a 2 anos no espaço do museu. O outro apresentará o projeto Acesse para Perceber, um dispositivo de mediação cultural dedicado ao público espontâneo.

As atividades são gratuitas, mas exigem inscrição prévia por este link.

Programação:

Dia 13 de maio, às 15h – Palestra de abertura “A pesquisa educacional nos museus: olhares sobre exposições e públicos”, com Martha Marandino

A palestrante proporá reflexões sobre o tema do evento, abordando exemplos de pesquisas em museus que analisam exposições e públicos com base nos referenciais da pesquisa em educação.

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Martha Marandino é professora associada da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e bolsista de Produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) Nível 1D. Possui licenciatura e bacharelado em Ciências Biológicas pela Universidade Santa Úrsula (USU – 1987), mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio – 1994), doutorado em Educação (2001) e livre-docência pela USP (2012).

É coordenadora do Grupo de Estudo de Pesquisa em Educação não Formal e Divulgação da Ciência (GEENF) e atua no ensino, pesquisa e extensão nas áreas de Ensino de Ciências e Educação em Museus, principalmente nos seguintes temas: ensino de biologia, educação não formal, educação em museus e divulgação científica.

Dia 13 de maio, às 16h30 – Mediação cultural | Relatos de experiências

Nessa mesa-redonda, educadores do Museu Paranaense, Fundação Cultural de Curitiba e Caixa Cultural Curitiba vão compartilhar importantes projetos e formas de pensar a Mediação Cultural em diferentes espaços de educação não formal.

Dia 13 de maio, às 19h – “Habitar o museu com a criança pequena: pesquisa e formação como possibilidade”, com Solange Gabre

Abordando a pesquisa realizada no contexto do Museu Municipal de Arte de Curitiba (MuMA), a pesquisadora tratará da investigação que envolveu professoras da Educação Infantil e profissionais de museu em um processo de formação colaborativa que resultou na exposição “Com olhos de criança – o acervo do MuMA”, com mediação compartilhada. A ação evidenciou uma possibilidade para efetivar as políticas de acesso das crianças pequenas no museu de Arte.

Solange Gabre é professora na rede municipal de ensino de Curitiba e autora do livro “Habitar o Museu com a Criança Pequena: formação colaborativa como possibilidade”.

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Possui graduação em Educação Artística com Habilitação em Artes Plásticas pela FAP (atual Universidade Estadual do Paraná – Unespar); especialização em Museologia pela Embap (Unespar) e em Educação Especial/Inclusão pela Universidade Federal do Paraná (UFPR); mestrado em Patrimônio Cultural e Sociedade pela Universidade da Região de Joinville (Univille), além de doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com estágio na Universidad Complutense de Madrid (Espanha).

Dia 20 de maio, 10h – Laboratório de investigação – MON Primeiros Passos

Essa atividade especial vai reunir pessoas interessadas em aprofundar pesquisas, práticas e experiências possíveis no desenvolvimento de ações focadas no público infantil de 1 a 2 anos.

Dia 20 de maio, 14h30

Laboratório de investigação – Acesse para Perceber

A ação especial reunirá pessoas interessadas em aprofundar pesquisas, práticas e experiências possíveis no desenvolvimento de ações focadas no público espontâneo.

SOBRE O MON – O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço:

Semana Nacional de Museus no MON

Data: 13 e 20 de maio

Inscrições AQUI

Museu Oscar Niemeyer

Rua Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico – Curitiba

www.museuoscarniemeyer.org.br

Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

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Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

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Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

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LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

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