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Maria Fernanda é a primeira mulher a comandar o Colégio da Polícia Militar do Paraná

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A capitã Maria Fernanda de Carvalho de Deus assumiu no dia 22 de fevereiro um posto inédito para uma mulher na Polícia Militar do Paraná: a direção do Colégio da PM, o CPM, em Curitiba. É a primeira vez desde 1959, ano da criação da escola, que uma mulher assume o posto dedicado à formação de jovens paranaenses. Agora, ela é responsável pela gestão de 1.500 alunos e 110 docentes.

“Assumir o comando do Colégio da Polícia Militar é uma honra indescritível. Levarei esse orgulho e responsabilidade diariamente, ciente da importância e do compromisso que isso representa para mim e para a comunidade que servimos”, destaca a nova comandante.

Essa será a terceira experiência dela no Colégio da Polícia Militar, onde já foi diretora de turno, subcomandante e chefe da Divisão de Ensino. Ela também já passou na Academia Policial Militar do Guatupê e no Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária, onde também integrou o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd).

“O Colégio da Polícia Militar PM Felippe de Sousa Miranda prima pelo ensino de qualidade oferecido a seus alunos, despertando neles o espírito de civismo e boa convivência social”, complementa. Ela é graduada em Sistemas de Informação pela Faculdade Pitágoras e tem pós-graduações em Gestão Pública com ênfase em Gestão de Pessoas, Direito Militar e Gestão Escolar, pelo Instituto Federal do Paraná (FPR) e Faculdade Unina.

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Maria Fernanda está na corporação há 25 anos. “As mulheres estão gradativamente galgando postos de comando e ocupando as mais diversas funções, conforme sua capacidade e competência, o que é muito importante para uma instituição que tem 150 anos”, afirma a capitã.

A ascensão ao cargo é considerada um marco não só na trajetória pessoal de Maria Fernanda, mas para a própria corporação. Ela substitui o major Alan Cesar Santana Lopes, que liderava o CPM desde março de 2023. “Com dedicação e profissionalismo, as policiais militares contribuem diariamente para a segurança da comunidade paranaense e para a construção de um ambiente de trabalho pautado pela diversidade e respeito mútuo”, afirma o comandante-geral da PMPR, coronel Jefferson Silva.

COLÉGIO – O embrião do CPM foi o Ginásio do Centro de Formação e Aperfeiçoamento (CFA) da Polícia Militar do Paraná, criado em 1959. Em 1966, foi elevado à categoria de Colégio do Centro de Formação e Aperfeiçoamento da Polícia Militar. A instituição funcionava com duas turmas pela manhã e duas no período da noite, somente para alunos do sexo masculino. O novo prédio, já com o nome Colégio da Polícia Militar, abriu portas em 1971. Nesse ano, também abriu vagas para meninas.

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Atualmente, o colégio funciona nos três turnos, manhã, tarde e noite, para alunos de 10 a 18 anos. O ingresso dos estudantes acontece por meio de teste classificatório. Entre os diferenciais estão a qualidade do ensino e as atividades esportivas, culturais e inclusivas, desenvolvidas em parceria com uma Associação de Pais, Mestres e Funcionários forte e atuante.

Fonte: Governo PR

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Presente especial: documentário celebra os 40 anos da Orquestra Sinfônica do Paraná

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Quatro décadas de história, centenas de concertos inesquecíveis e um repertório que atravessa gerações. Em 2025, a Orquestra Sinfônica do Paraná celebra seus 40 anos e ganha um presente especial: um documentário que resgata essa trajetória marcante. Dividido em quatro capítulos no formato de websérie, o material será disponibilizado no YouTube do Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná (IAOSP) e do Teatro Guaíra, permitindo que o público mergulhe nos momentos mais emblemáticos da Orquestra.

O lançamento dos três primeiros episódios está previsto para os dias que antecedem o aniversário da OSP, 28 de maio, data que também marca o início de uma série de concertos comemorativos no auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão). Nessas apresentações especiais, que serão realizadas nos dias 28, 29 de maio e 1º de junho, a OSP trará ao palco a grandiosa Sinfonia nº 2 de Gustav Mahler, conhecida como Sinfonia da Ressurreição. Com quase 200 músicos reunidos, a obra promete emocionar o público e tornar essa celebração inesquecível.

O quarto e último episódio da websérie será lançado após os concertos comemorativos, pois incluirá trechos dessas apresentações. Desta forma, o documentário vai contar a história da Orquestra desde o dia de sua estreia, em 1985, até o aniversário de 2025. O diretor Rogério Vieira explica que, diferente de uma narrativa linear, o documentário não seguirá uma ordem cronológica rígida.

A ideia do documentário nasceu de uma conversa entre Samuel Lago, presidente do IAOSP, e o produtor audiovisual Rogério Vieira. “Queremos que as pessoas conheçam a história da Orquestra por meio daqueles que a viveram de dentro: músicos, maestros, organizadores e trabalhadores da arte, todos que ajudaram a construir essa trajetória. A proposta é retratar essa jornada de forma autêntica e emocionante, com depoimentos que resgatam memórias e experiências únicas”, afirma Lago.

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Apaixonado por música clássica, Rogério Vieira acompanha os concertos da OSP há muitos anos. “Muitas pessoas que apreciam a Orquestra e acompanham seus concertos talvez não tenham noção da complexidade envolvida, desde a forma como uma orquestra funciona até os desafios de administrá-la. É por isso que o documentário será tão especial: ele permitirá ao público enxergar os bastidores da Orquestra Sinfônica do Paraná, revelando os detalhes que tornam cada apresentação única”, revela o diretor do documentário.

PRIMEIRO TRECHO DISPONÍVEL — Ao longo dos meses de abril e maio, trechos do documentário serão divulgados no Instagram do Teatro Guaíra, da Orquestra Sinfônica do Paraná e do IAOSP. O primeiro, lançado nesta sexta-feira (04/04), traz um depoimento do maestro João Carlos Martins, pianista reconhecido internacionalmente como o maior intérprete do compositor clássico Johann Sebastian Bach.

Em maio de 2024, Martins teve uma participação memorável em um concerto da OSP: ele atuou como solista e dividiu a regência da Sinfônica com o diretor musical e regente titular da Sinfônica do Paraná, maestro Roberto Tibiriçá. “O maestro Eleazar de Carvalho, que foi meu professor, tinha uma admiração muito grande por João Carlos. Um dos grandes feitos dele como músico foi gravar toda a obra de Bach, é algo impressionante. E hoje é um exemplo de superação”, afirmou Tibiriçá, na ocasião.

Confira AQUI o primeiro trecho do documentário.

TRAJETÓRIA – Criada em 1985, a Orquestra Sinfônica do Paraná surgiu por iniciativa de uma equipe composta por profissionais como Eleni Bettes, Ivo Lessa e Tatiana Aben-Athar, com apoio do então governador José Richa e do secretário da Cultura, Fernando Ghignone. Seu primeiro maestro titular foi Alceo Bocchino, ex-aluno de Heitor Villa-Lobos e um dos grandes nomes da música erudita no Brasil. Falecido em 2013, Bocchino é maestro emérito da OSP. Na época da fundação, 61 músicos foram selecionados por meio de um concurso nacional, incluindo Osvaldo Colarusso como maestro adjunto.

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Desde então, a OSP tem contado com a direção de outros renomados maestros. Após Bocchino e Colarusso (1985-1998), regeram Roberto Duarte (1998-1999), Jamil Maluf (2000-2002), Alessandro Sangiorgi (2002-2010), Osvaldo Ferreira (2011-2014), Stefan Geiger (2016-2020), e atualmente tem como maestro titular e diretor musical Roberto Tibiriçá, que está à frente da orquestra desde 2022.

Ao longo de quatro décadas, a OSP construiu um vasto repertório com mais de 900 obras catalogadas de aproximadamente 250 compositores, incluindo importantes nomes da música brasileira, como Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri, e paranaenses, como Henrique Morozowicz e Augusto Stresser. A Orquestra também teve a honra de trabalhar com mais de 50 maestros convidados e cerca de 200 solistas nacionais e internacionais.

A atuação da Orquestra Sinfônica do Paraná transcende os palcos paranaenses, com mais de mil apresentações realizadas dentro e fora do Paraná. A Orquestra participou de montagens de importantes óperas e balés, incluindo O Quebra-Nozes e O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky, Romeu e Julieta, de Prokofiev, além das óperas Carmen, de Bizet, A Viúva Alegre, de Lehar, e La Bohème, de Puccini.

Com uma capacidade notável de transitar entre estilos clássicos, românticos e contemporâneos, a Orquestra Sinfônica do Paraná se coloca como um dos principais conjuntos sinfônicos do país. Acompanhe a programação dos concertos no site da OSP e siga a Orquestra no Instagram e no Facebook para não perder nenhuma novidade deste corpo artístico do Centro Cultural Teatro Guaíra.

Fonte: Governo PR

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