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Lote 2 terá 71,5 km de duplicações e 35 viadutos entre Ponta Grossa e Sengés

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O Lote 2 das novas concessões rodoviárias do Paraná prevê a duplicação integral da ligação entre Ponta Grossa e Sengés, nos Campos Gerais, seguindo até a divisa com São Paulo, incluindo a ponte de acesso a Itararé, no estado vizinho. As melhorias também vão impactar diretamente os municípios de Carambeí, Castro, Piraí do Sul e Jaguariaíva.

Este quarto texto da nova série da Agência Estadual de Notícias (AEN) que apresenta as principais obras do Lote 2 esmiúça as melhorias na PR-151 e na PR-239. O primeiro texto explicou a grande modernização da BR-277, que ficará com três pistas, o segundo detalhou as duplicações na área urbana de Paranaguá e o terceiro a inclusão dos acessos de Morretes e Antonina e da duplicação da PR-407, em Pontal do Paraná, no projeto. Os próximos vão explorar as obras entre Jaguariaíva – Jacarezinho e Cornélio Procópio – Jacarezinho.

A PR-151 terá 58,9 km de novas duplicações, começando pelo trecho de pista simples ligando as duplicações existentes entre Piraí do Sul e Jaguariaíva, em um total de 19,3 km. Também será duplicada a rodovia no perímetro urbano de Jaguariaíva, em um total de 7 km, e depois toda a ligação até Sengés, em um total de 32,5 km, até chegar no cruzamento com a Rua Vereador Francisco Maia.

Desta rua em diante, em Sengés, até chegar na divisa com São Paulo, se trata de um trecho da PR-239, que também será duplicada, em uma extensão de 12,5 km, incluindo a duplicação da ponte entre os estados, que faz ligação com a SP-258, rodovia já duplicada. Com isso, fica totalmente duplicada esta ligação entre Ponta Grossa e São Paulo.

Também estão previstos 13,6 quilômetros de novas vias marginais em Carambeí, Jaguariaíva e Sengés.

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VIADUTOS – Além disso, serão 35 novas interseções em desnível nas duas rodovias. Entre Ponta Grossa e Carambeí estão previstos dois viadutos do tipo Diamante, em que há uma saída e um acesso para a rodovia principal em ambos os sentidos, pela pista da direita, no km 318,8 e km 311,6, e um viaduto do tipo Parclo, em que condutores utilizam uma passagem superior para trocar de sentido da via, no km 315.

Entre Carambeí e Castro serão dois Diamantes, no km 298 e km 293, e dois Parclos, no km 303 e km 306,6. Em Castro será implantado um trevo no cruzamento da PR-151 com a Rua Major Otávio Novaes e a PR-340, e um Diamante no entroncamento com a Estrada do Guararema e Rua Paulo Milek Sobrinho.

Entre Castro e Piraí do Sul serão quatro Parclos, no km 281,4, km 275,7, km 270,4 e km 265,5 e um viaduto do tipo Trombeta, que conta com três ramos, sendo que um deles faz uma curva de 270° antes de se dividir, no entroncamento com a PR-090, acesso para a Floresta Nacional (Flona) de Piraí do Sul. Na entrada do município será implantado um Diamante, onde também há um entroncamento entre a PR-151 e a PR-090.

Entre Piraí do Sul e Jaguariaíva são seis Parclos, no km 251,9, km 246,9, km 242,7, km 229,2, km 224,9 e km 221,3, um Trombeta no km 238,4 e um Diamante no km 233,6. Em Jaguariaíva será implantado um Diamante na atual rotatória com a Rua João Tracz.

Entre Jaguariaíva e Sengés são cinco Parclos, no km 200,1, km 195,3, km 190,7, km 186,1 e km 179,9, e dois Trombetas, no km 208,8 e km 207,8. Em Sengés, já na PR-239, será implantado um Diamante no cruzamento com a Rua Cristóvão Sabino.

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E entre Sengés e divisa com São Paulo serão mais dois Parclos, no km 8,9 e km 3,8.

PEDESTRES E CICLISTAS – O projeto também prevê 19 passarelas novas, sendo oito em Castro, duas em Piraí do Sul, cinco em Jaguariaíva e três em Sengés, com somente uma distante de perímetro urbano, no km 240,2, entre Piraí do Sul e Jaguariaíva.

E para facilitar o deslocamento de ciclistas nos municípios, serão implantados 8 km de ciclovias em trechos de perímetro urbano das duas rodovias, em Carambeí, Castro, Piraí do Sul, Jaguariaíva e Sengés.

LEILÃO – O lote 2 das novas concessões rodoviárias tem 604,16 km de extensão, incluindo rodovias no Litoral e também as ligações entre Ponta Grossa e Sengés, Jaguariaíva e Jacarezinho, e Cornélio Procópio e Jacarezinho.

Está previsto um investimento de R$ 10,8 bilhões em obras e R$ 6,5 bilhões em conservação e serviço ao usuário durante os trinta anos de vigência da concessão, gerando cerca de 110 mil empregos. O leilão será realizado no dia 29 deste mês, às 14h na B3, a Bolsa de Valores do Brasil. A previsão de assinatura do contrato é para o final de janeiro do ano que vem.

A localização de todas as obras entre Ponta Grossa e Sengés pode ser verificada neste mapa. Neste edital estão todos os detalhes das obras previstas. Aqui está o mapa com todas as principais obras do Lote 2. 

Fonte: Governo PR

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Presente especial: documentário celebra os 40 anos da Orquestra Sinfônica do Paraná

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Quatro décadas de história, centenas de concertos inesquecíveis e um repertório que atravessa gerações. Em 2025, a Orquestra Sinfônica do Paraná celebra seus 40 anos e ganha um presente especial: um documentário que resgata essa trajetória marcante. Dividido em quatro capítulos no formato de websérie, o material será disponibilizado no YouTube do Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná (IAOSP) e do Teatro Guaíra, permitindo que o público mergulhe nos momentos mais emblemáticos da Orquestra.

O lançamento dos três primeiros episódios está previsto para os dias que antecedem o aniversário da OSP, 28 de maio, data que também marca o início de uma série de concertos comemorativos no auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão). Nessas apresentações especiais, que serão realizadas nos dias 28, 29 de maio e 1º de junho, a OSP trará ao palco a grandiosa Sinfonia nº 2 de Gustav Mahler, conhecida como Sinfonia da Ressurreição. Com quase 200 músicos reunidos, a obra promete emocionar o público e tornar essa celebração inesquecível.

O quarto e último episódio da websérie será lançado após os concertos comemorativos, pois incluirá trechos dessas apresentações. Desta forma, o documentário vai contar a história da Orquestra desde o dia de sua estreia, em 1985, até o aniversário de 2025. O diretor Rogério Vieira explica que, diferente de uma narrativa linear, o documentário não seguirá uma ordem cronológica rígida.

A ideia do documentário nasceu de uma conversa entre Samuel Lago, presidente do IAOSP, e o produtor audiovisual Rogério Vieira. “Queremos que as pessoas conheçam a história da Orquestra por meio daqueles que a viveram de dentro: músicos, maestros, organizadores e trabalhadores da arte, todos que ajudaram a construir essa trajetória. A proposta é retratar essa jornada de forma autêntica e emocionante, com depoimentos que resgatam memórias e experiências únicas”, afirma Lago.

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Apaixonado por música clássica, Rogério Vieira acompanha os concertos da OSP há muitos anos. “Muitas pessoas que apreciam a Orquestra e acompanham seus concertos talvez não tenham noção da complexidade envolvida, desde a forma como uma orquestra funciona até os desafios de administrá-la. É por isso que o documentário será tão especial: ele permitirá ao público enxergar os bastidores da Orquestra Sinfônica do Paraná, revelando os detalhes que tornam cada apresentação única”, revela o diretor do documentário.

PRIMEIRO TRECHO DISPONÍVEL — Ao longo dos meses de abril e maio, trechos do documentário serão divulgados no Instagram do Teatro Guaíra, da Orquestra Sinfônica do Paraná e do IAOSP. O primeiro, lançado nesta sexta-feira (04/04), traz um depoimento do maestro João Carlos Martins, pianista reconhecido internacionalmente como o maior intérprete do compositor clássico Johann Sebastian Bach.

Em maio de 2024, Martins teve uma participação memorável em um concerto da OSP: ele atuou como solista e dividiu a regência da Sinfônica com o diretor musical e regente titular da Sinfônica do Paraná, maestro Roberto Tibiriçá. “O maestro Eleazar de Carvalho, que foi meu professor, tinha uma admiração muito grande por João Carlos. Um dos grandes feitos dele como músico foi gravar toda a obra de Bach, é algo impressionante. E hoje é um exemplo de superação”, afirmou Tibiriçá, na ocasião.

Confira AQUI o primeiro trecho do documentário.

TRAJETÓRIA – Criada em 1985, a Orquestra Sinfônica do Paraná surgiu por iniciativa de uma equipe composta por profissionais como Eleni Bettes, Ivo Lessa e Tatiana Aben-Athar, com apoio do então governador José Richa e do secretário da Cultura, Fernando Ghignone. Seu primeiro maestro titular foi Alceo Bocchino, ex-aluno de Heitor Villa-Lobos e um dos grandes nomes da música erudita no Brasil. Falecido em 2013, Bocchino é maestro emérito da OSP. Na época da fundação, 61 músicos foram selecionados por meio de um concurso nacional, incluindo Osvaldo Colarusso como maestro adjunto.

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Desde então, a OSP tem contado com a direção de outros renomados maestros. Após Bocchino e Colarusso (1985-1998), regeram Roberto Duarte (1998-1999), Jamil Maluf (2000-2002), Alessandro Sangiorgi (2002-2010), Osvaldo Ferreira (2011-2014), Stefan Geiger (2016-2020), e atualmente tem como maestro titular e diretor musical Roberto Tibiriçá, que está à frente da orquestra desde 2022.

Ao longo de quatro décadas, a OSP construiu um vasto repertório com mais de 900 obras catalogadas de aproximadamente 250 compositores, incluindo importantes nomes da música brasileira, como Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri, e paranaenses, como Henrique Morozowicz e Augusto Stresser. A Orquestra também teve a honra de trabalhar com mais de 50 maestros convidados e cerca de 200 solistas nacionais e internacionais.

A atuação da Orquestra Sinfônica do Paraná transcende os palcos paranaenses, com mais de mil apresentações realizadas dentro e fora do Paraná. A Orquestra participou de montagens de importantes óperas e balés, incluindo O Quebra-Nozes e O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky, Romeu e Julieta, de Prokofiev, além das óperas Carmen, de Bizet, A Viúva Alegre, de Lehar, e La Bohème, de Puccini.

Com uma capacidade notável de transitar entre estilos clássicos, românticos e contemporâneos, a Orquestra Sinfônica do Paraná se coloca como um dos principais conjuntos sinfônicos do país. Acompanhe a programação dos concertos no site da OSP e siga a Orquestra no Instagram e no Facebook para não perder nenhuma novidade deste corpo artístico do Centro Cultural Teatro Guaíra.

Fonte: Governo PR

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