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IDR-PR leva Vitrine do Biogás e do Biometano à Expoingá 2024

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O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR-Paraná), por meio do programa RenovaPR, levará à Expoingá a Vitrine do Biogás e do Biometano. Trata-se de uma parceria com o Sistema Faep/Senar, Cibiogás, Itaipu Binacional e Sociedade Rural do Paraná.

Já apresentada no Show Rural Coopavel e na ExpoLondrina, a Vitrine permite que os visitantes conheçam o sistema de geração de energia através da produção de biogás e biometano. Ela estará localizada no Agromuseu – espaço do IDR-Paraná na exposição, que ocorre de 9 a 19 de maio.

De acordo com Herlon Goelzer de Almeida, coordenador do RenovaPR, a parceria com as demais instituições permitiu que a Vitrine fosse instalada em mais um importante evento agro do Estado.

“Desta forma, conseguimos estimular o agricultor, as cooperativas, as agroindústrias da região a aproveitarem dejetos animas e resíduos agroindustriais para gerar riqueza. Seja como energia elétrica, energia térmica ou combustível – pela filtragem do biogás – para utilização em veículos do biometano, que é equivalente ao gás natural veicular”, ressaltou. “É uma possibilidade de o agricultor entender que pode transformar um passivo ambiental em energia”.

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NA PRÁTICA – Assim como nas feiras anteriores, os visitantes da Expoingá serão recebidos em uma sala escura onde haverá a projeção de imagens acompanhadas de som e locução, com uma metodologia dinâmica em 3D. O vídeo apresentado terá duração de cinco minutos. Ele apresenta o uso de biodigestores para tratar dejetos animais e gerar energia em uma propriedade rural.

Nas imagens serão mostrados alguns modelos de biodigestores, as possibilidades de uso do biogás – energia térmica substituindo lenha, gerando energia elétrica ou transformado em biometano para uso na mobilidade veicular – e as vantagens de transformar os passivos ambientais em dinheiro.

O programa RenovaPR, criado pelo Governo do Paraná, completou dois anos em setembro do ano passado e, até agora, foram mais de 8,3 mil projetos desenvolvidos e aprovados que somam R$ 1,36 bilhão em investimentos. Com isso, o Paraná tem se consolidado cada vez mais como um dos grandes produtores nacionais de energia a partir de fontes renováveis, principalmente com as placas solares, que já constituem uma nova paisagem no campo.

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IDR NA EXPOINGÁ – No espaço do IDR-Paraná na feira, agora denominado Agromuseu, o Instituto pretende mostrar o potencial da agroindústria na região de Maringá, dando ênfase às principais cadeias produtivas em que os profissionais do órgão atuam.

O Agromuseu ocupa 9 mil metros quadrados do parque de exposições e deve receber 300 mil visitantes. Sua principal função é demonstrar ao público e a pequenos produtores como é possível obter bons resultados com atividades agropecuárias sustentáveis.

Esse trabalho é o resultado da parceria do Instituto com a Universidade Estadual de Maringá (UEM), Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e Prefeitura de Maringá, além de outros órgãos do Sistema Estadual de Agricultura, como Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e Centrais de Abastecimento do Paraná (Ceasa-PR).

Fonte: Governo PR

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Casa Fácil Paraná: 99 famílias de Maringá recebem as chaves em novo residencial

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A Cohapar entregou nesta sexta-feira (03) os imóveis para mais 99 famílias do Residencial Parque do Japão, em Maringá. Dentre os beneficiários, 64 deles receberam subsídio do Programa Casa Fácil para custeio do valor de entrada dos apartamentos. A obra de mais de R$ 19,6 milhões de investimentos é resultado da união entre Governo do Estado, Caixa Econômica Federal e Tecnológica Construções Civis Ltda.

O aporte de R$ 960 mil em recursos estaduais foi concedido para o atendimento do público com renda de até quatro salários mínimos e enquadrado aos critérios estabelecidos pelo programa. Os compradores também conseguem acessar outras vantagens, como descontos variáveis através do Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, e têm a possibilidade de usar o FGTS para redução do montante devido.

O Residencial Parque do Japão fica no Jardim Industrial, próximo a escolas, creche, mercado e demais conveniências, além ter fácil acesso ao centro de Maringá. Os apartamentos são divididos em duas torres, com um elevador em cada, de pavimento térreo e mais sete andares.

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Com quatro modelos diferentes de plantas arquitetônicas, de metragens entre 44,35 m² a 53,37 m², eles possuem dois dormitórios, sala, banheiro, cozinha com área de serviço integrada, sacada com churrasqueira e uma vaga de garagem. O empreendimento também dispõe de unidades com uma suíte.

Os imóveis são entregues com piso laminado na sala e quartos, revestimento cerâmico nas áreas molhadas, louças e bancada de granito no banheiro e tanque de mármore sintético. O condomínio oferece sistema de segurança com guarita e diversos espaços comuns de lazer, que incluem duas áreas gourmet com churrasqueira, piscinas adulto e infantil, academia, miniquadra de esportes e playground.

Com os incentivos governamentais, os financiamentos junto à Caixa Econômica Federal apresentam taxas de juros menores e valores de prestações mais acessíveis. Os novos proprietários pagarão parcelas a partir de R$ 800 mensais e os contratos podem ser liquidados no prazo de até 30 anos.

SONHO POSSÍVEL – Há vários anos na busca para ter um imóvel, a comerciante Érica Eliane da Silva, 47, viu o sonho se tornar concreto graças ao incentivo do Governo do Estado. Ela e a filha Isabela viviam em imóvel alugado, pagando R$ 1.800 mensais. Com a ajuda do Casa Fácil, o apartamento próprio custará bem menos e vai aliviar consideravelmente o orçamento no fim do mês.

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“Fazia bastante tempo que almejava por isso. Graças a Deus e com a ajuda da Cohapar eu consegui realizar esse sonho. Se não fosse esse subsídio, seria mais difícil. Com o apartamento vou pagar muito menos, uma prestação de R$ 1.000, e será meu”, frisou.

O recurso estadual também foi crucial para viabilizar a mudança de vida da agente de viagens Jéssica Sanches Nascimento, 30 anos, e do marido, Jorge Neto. Hoje eles deixam a residência cedida pelos familiares para morarem no próprio cantinho.

“O subsídio foi bastante importante, pois abaixou o valor do imóvel para gente conseguir o financiamento de acordo com a nossa renda mensal”, ponderou. “Foi muito tempo querendo esse apartamento, sonhando com ele. Agora são muitos planos”.

Fonte: Governo PR

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