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Governo do Paraná apresenta projeto Angra Doce na ABAV Expo 2023, no Rio de Janeiro

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Os atrativos turísticos do Paraná estarão mais uma vez numa das maiores vitrines do mundo, a ABAV Expo 2023 (feira da Associação Brasileira de Agências de Viagens), de 27 e 29 de setembro, no Rio de Janeiro. A grande estrela paranaense para a feira este ano é a Área Especial de Interesse Turístico Angra Doce, fruto de uma parceria com Estado de São Paulo, que compreende municípios das duas margens do reservatório da Usina Hidrelétrica de Chavantes. A apresentação do projeto bilateral São Paulo/Paraná será nesta quarta-feira (27).

O Destino Turístico Angra Doce fica no conjunto formado pelo reservatório e seu entorno, abrangendo os municípios de Ribeirão Claro, Carlópolis, Siqueira Campos, Jacarezinho e Salto do Itararé (PR) e Chavantes, Ourinhos, Canitar, Ipaussu, Timburi, Piraju, Fartura, Bernardino de Campos, Itaporanga e Barão de Antonina (SP).

O projeto dos dois estados prevê a cooperação para o desenvolvimento turístico da região, a melhoria da qualidade na prestação dos serviços públicos para aumentar o fluxo turístico interestadual, proporcionando crescimento econômico e geração de empregos. Ele já está em execução, na fase de intercâmbio de informações técnicas e a convergência de interesses.

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Segundo o secretário de Estado do Turismo, Marcio Nunes, a parceria com São Paulo reforça ainda mais esse potencial turístico. “O turismo se resume em um bom lugar para mostrar, uma história bem contada e uma boa receptividade. Angra Doce é espetacular e vamos mostrar para o Brasil e o mundo que temos um bom produto e um bom atendimento. A região vai crescer economicamente, ter mais emprego e renda e melhorar a vida das pessoas”, acrescentou.

Além de Angra Doce, a Secretaria de Turismo do Paraná divulgará na feira a Grande Reserva da Mata Atlântica; o Parque Vila Velha; os atrativos de Curitiba; a diversidade cultural do interior paranaense; e a gama de atrativos que têm potencial para atrair visitantes de todo o mundo.

ANGRA DOCE – O novo destino turístico Paraná/São Paulo surgiu após a construção da represa de Chavantes, quando os moradores da região notaram a beleza da paisagem formada pelas águas transparentes da represa, que refletem o verde da região, e a formação de inúmeras ilhotas. Os moradores foram adequando os imóveis para receber os visitantes e a reserva foi adquirindo potencial turístico.

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São 400 quilômetros quadrados de extensão e mais de 9 bilhões de metros cúbicos de água, formado pelos rios Paranapanema e Itararé. A região é propícia para a prática de esportes, como rafting, canoagem, trekking, asa delta, voo livre, paraglider, parapente, equitação, passeios náuticos e pesca esportiva. Conta com cachoeiras, trilhas, praias artificiais e lugares históricos, como a ponte pênsil Alves de Lima, que foi destruída durante a Revolução Constitucionalista de 1932 e reconstruída quatro anos mais tarde.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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