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Governo debate políticas públicas para a pessoa idosa em Pato Branco

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semipi), realizará em Pato Branco, no Sudoeste, no dia 14 de junho, o II Seminário Paraná Amigo da Pessoa Idosa – Prevenção e Enfrentamento às Violências contra as Pessoas Idosas no Paraná. O evento tem como objetivos a conscientização e sensibilização sobre os diferentes tipos de violência cometidos, com debates que fomentem o tema e capacite agentes responsáveis pela elaboração e execução de políticas públicas. A ação faz parte do Junho Violeta, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) de combate e conscientização contra a violência à pessoa idosa. 

A secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, Leandre Dal Ponte, destacou que todos os esforços visam políticas públicas efetivas para o público 60+, garantindo que desfrutem de um envelhecimento saudável e ativo.  “Dos municípios do Estado, 91% deles já têm um plano municipal da Pessoa Idosa. Queremos um Paraná Amigo da Pessoa Idosa e, para isso, temos promovido e protegido os direitos dessa população e de todos que os cercam, integrando diversos atores e políticas”, afirmou.

Atualmente no Brasil são 44 cidades certificadas pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e Organização Mundial da Saúde (OMS) como Cidades Amigas das Pessoas Idosas e destas 33 encontram-se no Paraná.

Simone Castro, presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa de Pato Branco, ressaltou a importância do evento para o município, que também é Cidade Amiga da Pessoa Idosa, inclusive a 1ª do Paraná.  “Sabemos que existem diversos tipos de violência contra a população idosa e ficamos honrados, em parceria com a Semipi, de poder abordar esses temas no evento. É um reconhecimento pelas ações já desenvolvidas na cidade. Será um momento de reflexão sobre o que mais pode ser feito”, comentou.

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A secretária municipal de Assistência Social de Pato Branco, Cleuza Chioquetta, disse que o Seminário representa uma iniciativa fundamental na promoção e desenvolvimento de políticas públicas voltadas à população idosa no Estado. “Não apenas reforça a importância de assegurar qualidade de vida e dignidade aos idosos, mas também oferece um espaço para a troca de conhecimentos, experiências e boas práticas entre diversos atores sociais e institucionais”, ressaltou. 

Maria de Lourdes Bernartt, coordenadora da Equipe UTFPR Amiga da Pessoa Idosa, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná de Pato Branco, declarou que o Seminário demonstra a preocupação e o compromisso em alertar, prevenir, sensibilizar e conscientizar a sociedade paranaense. “A Equipe UTFPR Amiga da Pessoa Idosa e a UTFPR Campus Pato Branco se unem à Semipi nesta ação que visa construir uma sociedade que, cada vez mais, respeite e garanta os direitos dessa população”, concluiu.

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Entre os participantes estarão gestores, acadêmicos, técnicos, comitê gestor dos 33 municípios do Paraná que fazem parte da Rede Global de Cidades e Comunidades Amigáveis à Pessoa Idosa – OPAS/OMS, além dos municípios que estão em fase de adesão no Programa Cidade Amiga da Pessoa Idosa e os demais municípios do Estado. 

CAMPANHA – O Governo do Estado lançou no início do mês a campanha de conscientização contra violência à pessoa idosa – uma ação que faz alusão ao Junho Violeta, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) de combate e conscientização contra a violência à pessoa idosa. A iniciativa parte de uma campanha publicitária educativa, orientando a população sobre uma série de crimes contra o idoso. Além disso, visa orientar a sociedade para que denuncie maus-tratos contra o público 60+. 

Serviço:

II Seminário Paraná Amigo da Pessoa Idosa – Prevenção e Enfrentamento às Violências contra as Pessoas Idosas no Paraná

Data: 14 de Junho

Horário: 9h às 17 horas

Local: Centro Universitário de Pato Branco – Unidep, Rua Benjamin Borges dos Santos, 1.100

Fonte: Governo PR

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Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

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Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

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Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

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LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

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