NOVA AURORA

PARANÁ

Governador ressalta parceria do Estado com Sicredi na inauguração da sede de Palotina

Publicado em

O governador Carlos Massa Ratinho Junior exaltou novamente a importância das cooperativas para a economia do Paraná durante a inauguração da nova sede administrativa do Sicredi em Palotina, no Oeste do Estado, nesta segunda-feira (9). Com 7.500 metros quadrados, ela vai abrigar 330 colaboradores da cooperativa, que se destaca por ser a segunda instituição financeira que mais libera recursos para crédito aos produtores rurais no Brasil.

“É um prestígio para o Paraná ter uma instituição como Sicredi, que é uma referência no mercado financeiro e um grande parceiro do agronegócio e das empresas do Paraná. Este novo prédio é bem moderno e sustentável, o que está aliado à estratégia de sustentabilidade do Paraná, que foi considerado por três anos consecutivos o estado mais sustentável do Brasil, e por isso fiz questão de estar presente na sua inauguração”, afirmou Ratinho Junior.

“O Paraná encerrou o primeiro semestre com um crescimento de 8,6% no PIB (Produto Interno Bruto) estadual, maior que muitas nações do mundo, e isso é fruto do trabalho de instituições como o Sicredi e também das demais cooperativas paranaenses, que estão entre as maiores do Brasil e do mundo”, disse o governador. “Com crédito facilitado e orientação técnica, estamos conseguindo desenvolver cada vez mais uma produção diversificada, tecnológica e com responsabilidade ambiental”.

Leia Também:  Biofábrica Wolbachia: Londrina e Foz do Iguaçu terão nova tecnologia de combate à dengue

Ratinho Junior também destacou a parceria com o Sicredi dentro do Banco do Agricultor Paranaense, que conta com linhas subsidiadas pelo Estado via Fomento Paraná. “O Banco do Agricultor, que é um programa coordenado pela Fomento Paraná e o BRDE, tem no Sicredi uma das principais parceiras. Em conjunto com as instituições financeiras, oferecemos juro zero aos agricultores que desejam instalar placas solares, biodigestores ou novos sistemas de irrigação em suas propriedades, além de subsidiarmos os juros para as mulheres que trabalham na área rural”, afirmou.

De acordo com Jaime Basso, presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, que integra a rede de cooperados da instituição, a nova sede administrativa de Palotina dará suporte a outras 97 agências em 43 municípios das regiões Oeste, Centro-Oeste, Sudoeste, Noroeste e Centro do Paraná. “A oferta de crédito através das cooperativas tem um papel muito grande no crescimento do agronegócio, na geração de empregos e renda e a sede de Palotina vai atender uma região que se destaca pela produção agrícola”, disse.

O representante da cooperativa de crédito lembrou que a inauguração marca os 35 anos de presença do Sicredi na região Oeste, com uma estrutura moderna para os funcionários e clientes. “É um prédio que tem todo o cuidado com sustentabilidade, autossustentável na geração de energia e com sistema para reaproveitamento de água, além de dar melhores condição de trabalho para os colaboradores”, acrescentou.

Leia Também:  Cadastro de contribuintes do ICMS no Paraná cresce 43,7% desde 2019

A nova estrutura do Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP foi feita a partir de um investimento da cooperativa em parceria com a I.RIEDI Grãos e Insumos, em comemoração pelos 35 anos da cooperativa do Oeste do Estado. Além dos municípios paranaenses, a Sicredi Vale do Piquiri Abdc PR/SP atende oito cidades de São Paulo, principalmente na região do Grande ABC. Atualmente, a cooperativa tem 230 mil associados nos dois estados.

Fundado em 1902, o sistema Sicredi foi a primeira instituição financeira cooperativa do Brasil. Atualmente, ele é composto por 105 cooperativas em funcionamento em todo o País, com cerca de 7 milhões de associados.

PRESENÇAS – O evento contou com a participação dos secretários estaduais da Administração e Previdência, Elisandro Pires Frio, e Agricultura e Abastecimento; do deputado federal Dilceu Sperafico; do deputado estadual Marcel Micheletto; do prefeito de Palotina, Luiz Ernesto de Giacometti; e outras lideranças políticas e empresariais da região Oeste.

Fonte: Governo PR

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

Published

on

By

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

Leia Também:  Projeto SEDEF nos Municípios começa tour pelo Sudoeste

O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

Leia Também:  Estado e INSS simplificam pagamentos de peritos em casos de acidente de trabalho

A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

PARANÁ

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA