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Governador lamenta a morte do radialista, empresário e ex-deputado Luiz Carlos Martins

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior lamenta profundamente a morte do radialista Luiz Carlos Martins, aos 75 anos. Ele estava internado desde o começo de julho, após ter um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e descobrir uma bactéria alojada na válvula mitral. 

Com uma história de praticamente seis décadas dedicadas ao rádio, Luiz Carlos Martins foi um dos maiores comunicadores da história do Paraná. Em 1999, quando já era uma das principais vozes do Estado, fundou a rádio Banda B, um dos mais importantes veículos de comunicação de Curitiba. 

Martins também se dedicou à vida política, sendo vereador pela Capital do Estado por dois anos, eleito em 1988, e deputado estadual na Assembleia Legislativa por vários mandatos entre 1990 e 2022. 

“Perdemos hoje o Rei do Rádio do Paraná, meu amigo Luiz Carlos Martins. Figura marcante nas casas das famílias paranaenses, a quem sempre cumprimentava com o seu inconfundível ‘oi, oi, gente querida'”, disse o governador Ratinho Junior.

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“Luiz Carlos Martins foi um empreendedor da comunicação, mas sobretudo um parlamentar e um homem público apaixonado pelo Estado. Seus mandatos na Assembleia Legislativa foram marcados por uma defesa intransigente dos mais pobres. A voz firme de Luiz Carlos Martins deixará saudades”, completou o governador. “Que Deus conforte sua família, amigos e os milhares de ouvintes que sempre tiveram seu respeito e carinho”.

“A partida de Luiz Carlos Martins deixa um vazio na radiofusão do Estado do Paraná. Luiz Carlos era um entusiasta do papel do rádio e de uma sociedade menos desigual. Ele sabia da relevância do rádio na prestação de serviço aos ouvintes. Sua voz firme e seu raciocínio claro deixarão saudades. Aos amigos, familiares e funcionários da Rádio Banda B, os sentimentos de todo o time da Secretaria de Estado da Comunicação”, acrescentou o secretário da Comunicação, Cleber Mata.

Nascido na cidade de Bilac, em São Paulo, Martins começou a trabalhar com rádio aos 17 anos em Birigui, também no estado paulista. Trabalhou em emissoras de Marília, Londrina, São Paulo e Jacarezinho antes de se mudar para Curitiba, aos 28 anos, onde se estabeleceu em definitivo.

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Com a ajuda de voluntários, ainda criou o Instituto Luiz Carlos Martins, que desde a fundação, em abril de 2011, passou a promover a inclusão social a pessoas portadoras de necessidades especiais, além de divulgar e organizar campanhas solidárias. 

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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